breaking

clean-5

clean-5

clean-5

clean-5

" });
/ / Unlabelled / Gestantes precisam redobrar a atenção em relação á dengue

Share This
Por Rio Contra Dengue

Os riscos de uma gestante adquirir dengue não são superiores aos de qualquer outra pessoa e o tratamento é, inicialmente, o mesmo. Mas elas precisam de atenção especial

Como é nos meses mais quentes que se concentram a maior parte dos casos de dengue, é natural que se fique mais atento aos sintomas da doença durante o verão. Em caso de febre com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas na pele, moleza e dor no corpo, dores nos ossos e articulações, é preciso procurar um serviço de Saúde. Isso vale para todas as pessoas, mas é ainda mais importante no caso das gestantes.
De acordo com dados do ano passado da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), nas 14 primeiras semanas de 2013 foram registrados mais que o dobro de casos de dengue em grávidas do mesmo período do ano passado. Foram 358 grávidas infectadas pelo vírus da doença no Rio de Janeiro este ano, contra 164 no mesmo período de 2012.
Isso não significa que os riscos de uma gestante adquirir dengue sejam superiores aos de qualquer outra pessoa, não são. Mas indica que elas precisam e devem ter atenção e cuidados redobrados. Embora o tratamento para gestante seja, inicialmente, o mesmo – repouso, hidratação oral ou intravenosa para febre e dor – e a internação seja indicada apenas em casos mais graves, há algumas recomendações especiais.
A preocupação redobrada se deve, entre outras coisas, ao fato de as mulheres que estão esperando bebê terem características únicas que dificultam a avaliação clínica. Sinais clássicos da doença, como febre, dores musculares, cefaleia e manchas pelo corpo nem sempre são claros. O problema ocorre quando as alterações específicas da gravidez impedem o reconhecimento precoce do vírus.
Complicações, como a Síndrome de HELLP (Hemolysis elevated liver enzymes low plaquets), que é decorrente de doença hipertensiva e pode apresentar sintomas iguais à dengue, também pode confundir o manejo clínico. Além disso, a hidratação, considerada o melhor procedimento para enfrentar o vírus, pode gerar dúvidas quando administrada para gestantes.
Isso se deve às mudanças que ocorrem no corpo feminino. Como as grávidas retêm mais líquidos que o habitual, os sinais de desidratação podem ser encobertos. Por outro lado, há também o risco de hiper-hidratação. Ou seja, os limites para a falta ou o excesso de líquido são tênues. Há ainda os riscos para o bebê.
Alguns relatos indicam que se a mulher estiver infectada com o vírus da dengue perto do período do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada ou adquirir a doença no momento do parto. Também pode ocorrer ameaça de abortamento nos três primeiros meses de gestação e, nas formas mais graves da doença, a partir do sétimo mês, ameaça de desenvolver fatores de risco para a prematuridade.
Não há, no entanto, risco para os bebês que estejam sendo amamentados por mães com dengue. O vírus não é transmitido pelo leite materno.
«
Next

Postagem mais recente

»
Previous

Postagem mais antiga


Nenhum comentário:

Leave a Reply

POSTAR UM COMENTÁRIO


counter
Sejam bem-vindos! Hoje é