dengue
Por Agência Brasil | 06/12/2014 às 14:54 - Atualizada em 07/12/2014 às 21:47
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| Na rodoviária, funcionários da Secretaria de Vigilância Ambiental distribuem folhetos educativos no Dia D de Combate à Dengue e Chikungunya Elza Fiuza/Agência Brasil |
Hoje (6) é o "Dia D de mobilização no combate à dengue", campanha nacional do Ministério da Saúde, que levou agentes às ruas de todo o país para conscientizar as pessoas sobre a importância de tomar cuidados e evitar a reprodução do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Em Brasília, a mobilização está sendo feita na Rodoviária do Plano Piloto, área central da capital, e em áreas de comércio com grande circulação de pessoas, como shoppings e supermercados.
“A gente alerta a população para que redobre os cuidados com água parada. Daqui em diante [se] inicia o processo do aumento de depósitos, que chamamos de temporários, e servem para a reprodução do Aedes aegypti”, explicou o chefe de mobilização do controle de prevenção da dengue no governo do Distrito Federal (GDF), Júlio César Trindade. Também estão previstas ações de de limpeza urbana e atividades para alertar os profissionais de saúde ao diagnóstico correto das doenças.
Em um supermercado de Brasília foi montado um estande para explicar o que deve ser feito para evitar a reprodução do mosquito. A maquete, mostrando casas e caixas d'água, atraiu crianças, e as agentes do GDF puderam instruí-las, bem como a seus pais, sobre como afastar o risco de contrair dengue e chikungunya.
Luiz e Sara Gomes estiveram no supermercado e receberam orientações no local. Ele já contraiu dengue e sabe a importância de prevenir. “Não adianta eu fazer a minha parte e o vizinho não. Quanto mais pessoas eliminarem a água parada, menos mosquitos vão espalhar a doença. É importante essa conscientização, o Dia D da dengue, porque nem todo mundo sabe como proceder para evitar a doença”, disse Sara.
De acordo com Trindade, poucos minutos por semana são suficientes para eliminar os ovos do Aedes aegypti. “Se o morador, durante dez minutos de um dia da semana, eliminar toda a água parada que existir na residência, ele quebra o ciclo de reprodução do mosquito, que é de zero a dez dias”, ressaltou. Segundo o Ministério da Saúde, 80% dos focos dos mosquitos estão em residências.
Dados do ministério mostram que houve redução nos casos de dengue entre janeiro e 15 de novembro de 2014, comparado ao mesmo período de 2013, quando foram registrados 1,4 milhão de casos. Neste ano foram 566,6 mil casos, faltando computar um mês e meio até o fim do ano. As mortes por dengue também diminuíram de 652, no ano passado, para 398.
A febre chikungunya, por sua vez, teve 1.364 casos registrados. Desses, 71 são de pessoas que viajaram para outros países, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa. Os outros 1.293 casos são de transmissão no Brasil, principalmente em municípios de Oiapoque (AP), Feira de Santana (BA), Riachão do Jacuípe (BA), Matozinhos (MG), Pedro Leopoldo (MG) e Campo Grande (MS).
Por Gazeta Web | 23/11/2014 às 12:17 - Atualizada em 23/11/2014 às 22:53
Apesar do alto índice a situação do estado estaria sob controle, segundo afirma Secretaria de Saúde
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| Foto: Reprodução |
Apesar do alto índice a situação do estado estaria sob controle, segundo afirma Secretaria de Saúde
Em recente pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde (MS), Alagoas aparece entre os 10 estados com maior incidência de casos de dengue no Brasil, com 343,5 casos/100 mil habitantes. Até o dia 17 de novembro deste ano, o estado registrou 15.247 notificações de casos suspeitos em 98% dos municípios alagoanos. Apesar do alto número de casos notificados, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) afirma que a situação está sob controle e que medidas combativas são tomadas diariamente.
Do total apresentado no relatório mensal da Sesau, 9.972 casos foram confirmados em análise laboratorial e 1.633 estão sob investigação. São 29 municípios classificados como risco de surto; 34 município em estado de alerta; e 39 municípios considerados em estado satisfatório.
De acordo com a superintendente estadual de Vigilância em Saúde, Sandra Canuto, cada município fica responsável por realizar ações nas residências, mas que o estado mantém o monitoramento todos os dias. "Nós temos equipes que visitam diariamente os municípios que possuem casos suspeitos ou confirmados de dengue. Apesar do alto número de incidências e de casos confirmados, a situação está sob controle", garante.
Sandra alertou para a situação em 19 municípios, onde os níveis são alarmantes, pois há a dificuldade do agente de endemias entrar nas residências. "Nos grandes municípios alagoanos, como Maceió, Arapiraca, Teotônio Vilela, Santana do Ipanema, e as cidades de grande fluxo turístico, a exemplo de Maragogi, Barra de São Miguel, Paripueira e nas demais cidades, encontramos dificuldades em ter acesso às residências. Isso acontece ou por resistência dos proprietários, ou por estarem fechadas por serem casas de veraneio", explica.
Os outros municípios monitorados pela Sesau são: Barra de Santo Antônio, Coqueiro Seco, Delmiro Gouveia, Marechal Deodoro, Messias, Palmeira dos Índios, Penedo, Pilar, Rio largo, Santa Luzia do Norte, Satuba e União dos Palmares.
A superintendente também afirmou que muitos edifícios residenciais, os porteiros são instruídos a impedirem a entrada dos agentes, o que reduz bastante o número de domicílios atendidos. "Para o controle do mosquito, é necessário que os gestores adotem medidas nos ambientes públicos, como limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias, bem como recolhimento regular de lixo. Além disso, a importância do envolvimento da população na adoção diária de cuidados no acondicionamento do lixo, armazenamento de água e eliminação de recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito Aedes Aegypti", explica.
Até o momento, foram registrados 23 óbitos suspeitos de dengue provenientes dos municípios de Arapiraca, Campestre, Junqueiro, Maceió, Monteirópolis, Murici, Paulo Jacinto, Pindoba, Piranhas, Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos e Satuba. Destes, oito encontram-se sob investigação, 11 foram descartados e três confirmados.
Maceió
A capital alagoana, apesar de estar na desconfortável situação de município com o maior número de notificações (são 5.105), não possui um alto número de casos confirmados, sendo apenas 547 notificações. Mas, a Secretaria de Estado da Saúde mantém como prioritária a intensificação das ações. Hoje, em Maceió, os bairros litorâneos e os que margeiam a Lagoa Mundaú possuem um número maior de agentes de endemias atuando.
Ainda de acordo com Sandra Canuto, a maior preocupação é com os terrenos baldios e as construções civis. Segundo ela, por conta do acúmulo de entulhos nas obras e o armazenamento de água para o uso dos operários são propícios para a proliferação do mosquito. O vetor precisa, apenas, de água limpa e parada para se reproduzir.
Uma reunião foi realizada com as construtoras em Maceió para o repasse de orientações a fim de evitar a proliferação do mosquito.
Medidas combativas
Cada município fica responsável por realizar ações de combate e controle da proliferação do mosquito, como a visita de agentes de endemias às residências, prédios públicos e comerciais, e orientação à população.
Uma das medias utilizadas pela Sesau é o uso do carro fumacê, que percorre as ruas das cidades espalhando o inseticida em forma gasosa, mas seu uso acontece, em sua maioria, nos municípios do interior. "O fumacê é mais eficaz no controle de mosquitos que estão em espaços abertos, não agindo dentro de residências ou prédios. Sua atuação é restrita. Por isso, ele é usado em casos específicos", finaliza.
Cuidados médicos
Os sintomas da dengue são parecidos com diversas doenças e, por isso, o paciente deve tomar cuidados e procurar um médico em caso de dúvida. A médica infectologista Raquel Guimarães explicou que em muitos pacientes só procuram os cuidados médicos quando a doença está em estado avançado por confundir os sintomas ou medicar-se de forma indevida.
"Os sintomas da dengue são muito comuns, mas devem sempre procurar um médicos. Ao sentirem dor de cabeça, febre, dor atrás dos olhos e dores musculares, a pessoa deve ir ao médico para que os exames sejam realizados", explica.
Ao ser constatada a dengue, a primeira iniciativa do médico é intensa hidratação e o monitoramento dos sintomas e a recomendação de repouso absoluto. Após 48 horas do aparecimento do primeiro sintoma, um novo exame deve ser feito para avaliar os níveis de leucócitos, plaquetas. "Caso haja alguma alteração é sinal de que a doença evoluiu e que cuidados deverão ser redobrados", disse.
Do total apresentado no relatório mensal da Sesau, 9.972 casos foram confirmados em análise laboratorial e 1.633 estão sob investigação. São 29 municípios classificados como risco de surto; 34 município em estado de alerta; e 39 municípios considerados em estado satisfatório.
De acordo com a superintendente estadual de Vigilância em Saúde, Sandra Canuto, cada município fica responsável por realizar ações nas residências, mas que o estado mantém o monitoramento todos os dias. "Nós temos equipes que visitam diariamente os municípios que possuem casos suspeitos ou confirmados de dengue. Apesar do alto número de incidências e de casos confirmados, a situação está sob controle", garante.
Sandra alertou para a situação em 19 municípios, onde os níveis são alarmantes, pois há a dificuldade do agente de endemias entrar nas residências. "Nos grandes municípios alagoanos, como Maceió, Arapiraca, Teotônio Vilela, Santana do Ipanema, e as cidades de grande fluxo turístico, a exemplo de Maragogi, Barra de São Miguel, Paripueira e nas demais cidades, encontramos dificuldades em ter acesso às residências. Isso acontece ou por resistência dos proprietários, ou por estarem fechadas por serem casas de veraneio", explica.
Os outros municípios monitorados pela Sesau são: Barra de Santo Antônio, Coqueiro Seco, Delmiro Gouveia, Marechal Deodoro, Messias, Palmeira dos Índios, Penedo, Pilar, Rio largo, Santa Luzia do Norte, Satuba e União dos Palmares.
A superintendente também afirmou que muitos edifícios residenciais, os porteiros são instruídos a impedirem a entrada dos agentes, o que reduz bastante o número de domicílios atendidos. "Para o controle do mosquito, é necessário que os gestores adotem medidas nos ambientes públicos, como limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias, bem como recolhimento regular de lixo. Além disso, a importância do envolvimento da população na adoção diária de cuidados no acondicionamento do lixo, armazenamento de água e eliminação de recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito Aedes Aegypti", explica.
Até o momento, foram registrados 23 óbitos suspeitos de dengue provenientes dos municípios de Arapiraca, Campestre, Junqueiro, Maceió, Monteirópolis, Murici, Paulo Jacinto, Pindoba, Piranhas, Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos e Satuba. Destes, oito encontram-se sob investigação, 11 foram descartados e três confirmados.
Maceió
A capital alagoana, apesar de estar na desconfortável situação de município com o maior número de notificações (são 5.105), não possui um alto número de casos confirmados, sendo apenas 547 notificações. Mas, a Secretaria de Estado da Saúde mantém como prioritária a intensificação das ações. Hoje, em Maceió, os bairros litorâneos e os que margeiam a Lagoa Mundaú possuem um número maior de agentes de endemias atuando.
Ainda de acordo com Sandra Canuto, a maior preocupação é com os terrenos baldios e as construções civis. Segundo ela, por conta do acúmulo de entulhos nas obras e o armazenamento de água para o uso dos operários são propícios para a proliferação do mosquito. O vetor precisa, apenas, de água limpa e parada para se reproduzir.
Uma reunião foi realizada com as construtoras em Maceió para o repasse de orientações a fim de evitar a proliferação do mosquito.
Medidas combativas
Cada município fica responsável por realizar ações de combate e controle da proliferação do mosquito, como a visita de agentes de endemias às residências, prédios públicos e comerciais, e orientação à população.
Uma das medias utilizadas pela Sesau é o uso do carro fumacê, que percorre as ruas das cidades espalhando o inseticida em forma gasosa, mas seu uso acontece, em sua maioria, nos municípios do interior. "O fumacê é mais eficaz no controle de mosquitos que estão em espaços abertos, não agindo dentro de residências ou prédios. Sua atuação é restrita. Por isso, ele é usado em casos específicos", finaliza.
Cuidados médicos
Os sintomas da dengue são parecidos com diversas doenças e, por isso, o paciente deve tomar cuidados e procurar um médico em caso de dúvida. A médica infectologista Raquel Guimarães explicou que em muitos pacientes só procuram os cuidados médicos quando a doença está em estado avançado por confundir os sintomas ou medicar-se de forma indevida.
"Os sintomas da dengue são muito comuns, mas devem sempre procurar um médicos. Ao sentirem dor de cabeça, febre, dor atrás dos olhos e dores musculares, a pessoa deve ir ao médico para que os exames sejam realizados", explica.
Ao ser constatada a dengue, a primeira iniciativa do médico é intensa hidratação e o monitoramento dos sintomas e a recomendação de repouso absoluto. Após 48 horas do aparecimento do primeiro sintoma, um novo exame deve ser feito para avaliar os níveis de leucócitos, plaquetas. "Caso haja alguma alteração é sinal de que a doença evoluiu e que cuidados deverão ser redobrados", disse.
Por Mariana Lenharo do G1-SP | 23/11/2014 às 06:00 - Atualizada em 23/11/2014 às 21:42
Doenças têm sintomas parecidos e são transmitidas pelo mesmo mosquito.
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| Aedes aegypti transmite tanto a dengue quanto o chikungunya (Foto: USDA/AP) |
Doenças têm sintomas parecidos e são transmitidas pelo mesmo mosquito.
Chikungunya, no entanto, tem taxa de mortalidade considerada baixa.
O vírus chikungunya deve se espalhar pelo país seguindo o padrão de disseminação da dengue, segundo infectologistas ouvidos pelo G1. No próximo verão, portanto, é provável que diferentes regiões do país tenham surtos simultâneos de dengue e chikungunya. Desde que chegou ao Brasil até o dia 25 de outubro, o chikungunya já infectou 828 pessoas, de acordo com balanço mais recente do Ministério da Saúde. O primeiro caso de transmissão interna do vírus no país foi registrado em setembro.
O médico Carlos Roberto Brites Alves, da Sociedade Brasileira de Infectologia, lembra que os vetores das duas doenças são os mesmos: os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. “Temos dengue há mais de duas décadas e não conseguimos eliminar a infecção, pois não conseguimos eliminar os mosquitos. A chance de o chikungunya seguir um padrão semelhante de ocorrência é grande”, diz o especialista.
Para Stefan Cunha Ujvari, infectologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e autor do livro “Pandemias: a humanidade em risco”, o histórico do vírus nos últimos 10 anos permite concluir que ele deve continuar se espalhando.
“A expansão do vírus começou em 2004, quando estava no interior da África e foi parar no litoral do Quênia. De 2004 para cá, houve uma expansão progressiva pela costa leste da África, pelas ilhas do Oceano Índico e países do sul e sudeste da Ásia. Em dezembro do ano passado, chegou às ilhas Martinica e Guadalupe e acabou se espalhando pelo Caribe”, diz Ujvari. “Isso mostra nitidamente que é um vírus que está se espalhando pela locomoção humana.”
Ele lembra que na época de férias há uma movimentação maior de pessoas, inclusive para as ilhas do Caribe, onde há grande disseminação do vírus. “Vai haver um fluxo de pessoas que podem trazer o vírus. Se houver chuvas, que levam a um maior número de mosquitos, tem uma chance muito grande de o chikungunya eclodir como uma epidemia no próximo verão.”
Tendência da dengue
No ano passado, o país registrou um número muito alto de casos de dengue: 1.452.489 pessoas foram infectadas. Este ano, até 11 de outubro, foram 547.612 casos, o que representa uma tendência de diminuição de infecções. Para Alves, medidas locais como o controle dos criadouros de mosquitos e o uso de mosquitos geneticamente modificados para controlar os vetores da doença podem surtir efeito no próximo verão.
No ano passado, o país registrou um número muito alto de casos de dengue: 1.452.489 pessoas foram infectadas. Este ano, até 11 de outubro, foram 547.612 casos, o que representa uma tendência de diminuição de infecções. Para Alves, medidas locais como o controle dos criadouros de mosquitos e o uso de mosquitos geneticamente modificados para controlar os vetores da doença podem surtir efeito no próximo verão.
Além disso, quando há um número muito grande de infectados em um ano, no ano seguinte, o número de casos tende a ser menor, pois já há mais pessoas imunes aos subtipos de vírus que circularam no período anterior.
Epidemias simultâneas
Nos últimos 10 anos, já houve ocorrências de epidemias simultâneas de chikungunya e dengue no mundo, segundo Ujvari. Foi o que aconteceu no Gabão, em 2007: o chikungunya chegou ao país no meio de uma epidemia de dengue.
Epidemias simultâneas
Nos últimos 10 anos, já houve ocorrências de epidemias simultâneas de chikungunya e dengue no mundo, segundo Ujvari. Foi o que aconteceu no Gabão, em 2007: o chikungunya chegou ao país no meio de uma epidemia de dengue.
Nesses casos, como os sintomas iniciais são parecidos, como febre, dor de cabeça e dor muscular, pode haver dificuldade de diferenciar os dois. Como nenhuma das duas doenças tem tratamentos específicos – a estratégia limita-se a tratar os sintomas – Ujvari afirma que o melhor, quando há dúvida sobre o diagnóstico, é conduzir como se fosse um caso de dengue.
Apesar de provocarem sintomas parecidos, tratam-se de vírus totalmente distintos. Quem já pegou dengue, portanto, não está imune ao chikungunya. O fato de já ter tido dengue também não determina que uma infecção por chikungunya seja mais grave.
Campanha do Ministério da Saúde
No início do mês, o Ministério da Saúde lançou uma campanha para alertar sobre a importância da prevenção contra dengue e chikungunya. Chamada “O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”, a campanha estimula o combate ao mosquito transmissor das doenças.
O ministro da saúde, Arthur Chioro, afirmou durante o lançamento da ação que o que preocupa mais é a dengue. "Nós não teremos óbitos por chikungunya e nós temos óbitos com a dengue. Muito embora tenhamos reduzido em 40% o total de mortes de 2013 para 2014, tem uma manifestação mais grave, muito mais preocupante que chikungunya."
No início do mês, o Ministério da Saúde lançou uma campanha para alertar sobre a importância da prevenção contra dengue e chikungunya. Chamada “O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”, a campanha estimula o combate ao mosquito transmissor das doenças.
O ministro da saúde, Arthur Chioro, afirmou durante o lançamento da ação que o que preocupa mais é a dengue. "Nós não teremos óbitos por chikungunya e nós temos óbitos com a dengue. Muito embora tenhamos reduzido em 40% o total de mortes de 2013 para 2014, tem uma manifestação mais grave, muito mais preocupante que chikungunya."
'Aqueles que se dobram'
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.
A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém mais dolorosos. No idioma africano makonde, o nome chikungunya significa "aqueles que se dobram", em referência à postura que os pacientes adotam diante das penosas dores articulares que a doença causa.
Em compensação, comparado com a dengue, o novo vírus mata com menos frequência. Em idosos, quando a infecção é associada a outros problemas de saúde, ela pode até contribuir como causa de morte, porém complicações sérias são raras, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Como as pessoas pegam o vírus?
Por ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue.
Por ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue.
O risco aumenta, portanto, em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles também picam principalmente durante o dia.
O chikungunya tem subtipos diferentes, como a dengue?
Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos, o chikungunya é único. Uma vez que a pessoa é infectada e se recupera, ela se torna imune à doença. Quem já pegou dengue não está nem menos nem mais vulnerável ao chikungunya: apesar dos sintomas parecidos e da forma de transmissão similar, tratam-se de vírus diferentes.
Diferentemente da dengue, que tem quatro subtipos, o chikungunya é único. Uma vez que a pessoa é infectada e se recupera, ela se torna imune à doença. Quem já pegou dengue não está nem menos nem mais vulnerável ao chikungunya: apesar dos sintomas parecidos e da forma de transmissão similar, tratam-se de vírus diferentes.
Quais são os sintomas?
Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações. Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.
Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações. Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.
Em média, os sintomas duram entre 10 e 15 dias, desaparecendo em seguida. Em alguns casos, porém, as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. De acordo com a OMS, complicações graves são incomuns. Em casos mais raros, há relatos de complicações cardíacas e neurológicas, principalmente em pacientes idosos. Com frequência, os sintomas são tão brandos que a infecção não chega a ser identificada, ou é erroneamente diagnosticada como dengue.
Tem tratamento?
Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.
Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.
Como se prevenir?
Sobre a prevenção, valem as mesmas regras aplicadas à dengue: ela é feita por meio do controle dos mosquitos que transmitem o vírus.
Sobre a prevenção, valem as mesmas regras aplicadas à dengue: ela é feita por meio do controle dos mosquitos que transmitem o vírus.
Portanto, evitar água parada, que os insetos usam para se reproduzir, é a principal medida. Em casos específicos de surtos, o uso de inseticidas e telas protetoras nas janelas das casas também pode ser aconselhado.
Por Rádio Capital | 19/11/2014 - Atualizada em 19/11/2014 às 22:30
Com a chegada do período de chuvas e calor, a Prefeitura de São Paulo reforçou o trabalho dos 2.500 agentes de zoonoses em toda cidade. Este foi um ano de aumento da dengue em todo o Estado, e a mobilização das pessoas para o combate à doença continua sendo um dos pontos fundamentais.
O prefeito Fernando Haddad falou sobre a importância do engajamento de cada um no enfrentamento da dengue nesta terça-feira (18), antes de visita ao Instituto Butantan para conhecer o trabalho em torno do desenvolvimento de uma vacina para a doença. “Não há como combater a dengue sem o engajamento de cada um de nós porque não há vacina. Aliás, a boa notícia é que eu até estou me deslocando para o Instituto Butantan, que é um dos principais institutos que produzem medicamento no Brasil, sobretudo vacinas, e que desenvolve uma vacina para dengue que está em teste”, afirmou.
O prefeito falou sobre os desafios para o próximo ano, já que provavelmente a nova vacina só esteja disponível, segundo o Butantan, a partir de 2016. “Então, até lá, todo cuidado é pouco e todo mundo conhece: o mosquito se prolifera em água parada, portanto nós temos que tomar muito cuidado com a crise hídrica e com o surto que houve no Estado em 2014. O estado de São Paulo foi tomado pela dengue e a cidade de Campinas sofreu agudamente com a crise; então, se nós não quisemos viver em São Paulo 2015 o que Campinas viveu em 2014, nós temos que cuidar; você pode armazenar [água], mas jamais sem cobrir o recipiente que está armazenando a água”, alertou Haddad.
Dados da Secretaria Estadual da Saúde apontam 188.922 casos confirmados até o momento em todo o estado.Na capital, até a semana epidemiológica 44 (1º de novembro), foram registrados 27.721 casos autóctones (contraídos no município). Do total de casos da doença na cidade de São Paulo, 98,6% ocorreram no primeiro semestre de 2014, com 12 óbitos. No segundo semestre, a incidência despencou - de 21 de setembro a 13 de novembro, por exemplo, o município registrou apenas 36 casos.
A taxa de incidência na cidade, considerando o ano todo, é de 246,3 casos para cada 100 mil habitantes, considerada média* pelo Ministério da Saúde. As regiões oeste e parte da norte – que fazem divisa com os municípios de Osasco, Mairiporã e Guarulhos, cidades que também apresentaram aumento da doença – foram as que registraram maior número de casos. Desde julho, o município já está em fase de baixa transmissão.
Prevenção
É importante a população estar atenta aos cuidados com o mosquito Aedes aegypti, que transmite não apenas a dengue como também a febre chikungunya. Os sintomas são parecidos: febre alta, dor de cabeça, dor no corpo e mal-estar. Porém, no caso da febre chikungunya, as dores nas articulações podem durar até seis meses.
A Secretaria Municipal de Saúde adotou duas novas estratégias para o combate às doenças. Aportaria 2.286/2014, de 5 de novembro deste ano, estabelece que os serviços públicos e privados de saúde devem realizar, em até 24horas, a notificação compulsória dos casos suspeitos. A Secretaria publicará ainda na próxima semana uma portaria que cria comitês locais de prevenção em cada uma das subprefeituras, para fortalecer o contato com a comunidade e o trabalho integrado nas ações de campo.
A dengue está mais associada ao calor e à água limpa do que simplesmente chuva, porque qualquer pequena coleção de água, desde uma tampinha de garrafa a um prato de vaso onde é estancada a água pode ser um criadouro. Na avaliação de técnicos da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), esses fatores ajudam a explicar o crescimento de casos neste ano: o forte e intenso calor, que perdurou até meados de abril, mesmo com período de chuvas menor.
“A dengue tem esta tendência de repiques a cada dois ou três anos. O município registrou 5.866 casos em 2010, nos anos seguintes houve uma redução e, neste ano, o Estado de São Paulo registrou um aumento da dengue, também pela própria natureza da evolução do mosquito e do próprio vírus”, explica a médica e coordenadora da Covisa, Wilma Morimoto.
A dengue é uma doença sazonal, ocorrendo no primeiro semestre a maior parte dos casos da doença. Os meses de março a abril acabam por registrar, historicamente, 50% dos casos do município.
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| Foto: Site da Prefeitura de São Paulo |
Com a chegada do período de chuvas e calor, a Prefeitura de São Paulo reforçou o trabalho dos 2.500 agentes de zoonoses em toda cidade. Este foi um ano de aumento da dengue em todo o Estado, e a mobilização das pessoas para o combate à doença continua sendo um dos pontos fundamentais.
O prefeito Fernando Haddad falou sobre a importância do engajamento de cada um no enfrentamento da dengue nesta terça-feira (18), antes de visita ao Instituto Butantan para conhecer o trabalho em torno do desenvolvimento de uma vacina para a doença. “Não há como combater a dengue sem o engajamento de cada um de nós porque não há vacina. Aliás, a boa notícia é que eu até estou me deslocando para o Instituto Butantan, que é um dos principais institutos que produzem medicamento no Brasil, sobretudo vacinas, e que desenvolve uma vacina para dengue que está em teste”, afirmou.
O prefeito falou sobre os desafios para o próximo ano, já que provavelmente a nova vacina só esteja disponível, segundo o Butantan, a partir de 2016. “Então, até lá, todo cuidado é pouco e todo mundo conhece: o mosquito se prolifera em água parada, portanto nós temos que tomar muito cuidado com a crise hídrica e com o surto que houve no Estado em 2014. O estado de São Paulo foi tomado pela dengue e a cidade de Campinas sofreu agudamente com a crise; então, se nós não quisemos viver em São Paulo 2015 o que Campinas viveu em 2014, nós temos que cuidar; você pode armazenar [água], mas jamais sem cobrir o recipiente que está armazenando a água”, alertou Haddad.
Dados da Secretaria Estadual da Saúde apontam 188.922 casos confirmados até o momento em todo o estado.Na capital, até a semana epidemiológica 44 (1º de novembro), foram registrados 27.721 casos autóctones (contraídos no município). Do total de casos da doença na cidade de São Paulo, 98,6% ocorreram no primeiro semestre de 2014, com 12 óbitos. No segundo semestre, a incidência despencou - de 21 de setembro a 13 de novembro, por exemplo, o município registrou apenas 36 casos.
A taxa de incidência na cidade, considerando o ano todo, é de 246,3 casos para cada 100 mil habitantes, considerada média* pelo Ministério da Saúde. As regiões oeste e parte da norte – que fazem divisa com os municípios de Osasco, Mairiporã e Guarulhos, cidades que também apresentaram aumento da doença – foram as que registraram maior número de casos. Desde julho, o município já está em fase de baixa transmissão.
Prevenção
É importante a população estar atenta aos cuidados com o mosquito Aedes aegypti, que transmite não apenas a dengue como também a febre chikungunya. Os sintomas são parecidos: febre alta, dor de cabeça, dor no corpo e mal-estar. Porém, no caso da febre chikungunya, as dores nas articulações podem durar até seis meses.
A Secretaria Municipal de Saúde adotou duas novas estratégias para o combate às doenças. Aportaria 2.286/2014, de 5 de novembro deste ano, estabelece que os serviços públicos e privados de saúde devem realizar, em até 24horas, a notificação compulsória dos casos suspeitos. A Secretaria publicará ainda na próxima semana uma portaria que cria comitês locais de prevenção em cada uma das subprefeituras, para fortalecer o contato com a comunidade e o trabalho integrado nas ações de campo.
A dengue está mais associada ao calor e à água limpa do que simplesmente chuva, porque qualquer pequena coleção de água, desde uma tampinha de garrafa a um prato de vaso onde é estancada a água pode ser um criadouro. Na avaliação de técnicos da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), esses fatores ajudam a explicar o crescimento de casos neste ano: o forte e intenso calor, que perdurou até meados de abril, mesmo com período de chuvas menor.
“A dengue tem esta tendência de repiques a cada dois ou três anos. O município registrou 5.866 casos em 2010, nos anos seguintes houve uma redução e, neste ano, o Estado de São Paulo registrou um aumento da dengue, também pela própria natureza da evolução do mosquito e do próprio vírus”, explica a médica e coordenadora da Covisa, Wilma Morimoto.
A dengue é uma doença sazonal, ocorrendo no primeiro semestre a maior parte dos casos da doença. Os meses de março a abril acabam por registrar, historicamente, 50% dos casos do município.
Por Agência Brasil | 18/11/2014 - Atualizada em 19/11/2014 às 22:16
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| Reprodução/internet |
O número de municípios que correm risco de ter uma epidemia de dengue subiu de 125 para 135, de acordo com atualização do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa) divulgada, hoje (18), pelo Ministério da Saúde. Já os municípios considerados em alerta para a doença passaram de 552 para 612.
As cidades classificadas como em situação de alerta apresentam larvas do mosquito entre 1% e 3,9% dos imóveis pesquisados, enquanto as que se enquadram em situação de risco mostram índices superiores a 3,9%.
“O chamado Mapa da Dengue identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença, proporcionando informação qualificada para a atuação das prefeituras nas ações de prevenção”, destaca o documento.
De acordo com o levantamento, Rio Branco (AC) é a única capital em situação de risco, com índice de 4,2. Treze capitais estão em situação de alerta - Boa Vista (RR), Palmas (TO), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT), Vitória (ES), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), São Luís (MA), Aracaju (SE), Belém (PA) e Porto Velho (RO). Manaus, no Amazonas, e Fortaleza, no Ceará, ainda não apresentaram seus dados ao governo federal.
Nas regiões Norte e Sul, 42,5% e 47,3%, respectivamente, dos focos do mosquito estão no lixo. No Nordeste e no Centro-Oeste, o armazenamento de água é a principal fonte de preocupação, com 76,5% e 40,9%, respectivamente. Já o Sudeste tem no depósito domiciliar o principal desafio, com taxas de 58,2%.
Por Jornal O Estado de São Paulo | 18/11/2014 - Atualizada em 18/11/2014 às 14:44
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Balanço divulgado nesta segunda, 17, pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo aponta que, de 1º de janeiro a 1º de novembro, 27.721 pessoas foram infectadas pela dengue na capital paulista, número 62% superior ao registrado no último levantamento, de julho, quando haviam sido registrados 17.088 casos de dengue. O número é dez vezes maior do que o registrado em todo o ano passado, quando a cidade teve 2.617 casos, e o mais alto verificado nos últimos dez anos. Para facilitar o mapeamento, a doença e a febre chikungunya passarão a ter notificação em 24 horas.
A taxa de incidência da dengue na cidade é de 246,3 casos para cada 100 mil habitantes, considerada média, de acordo com a classificação do Ministério da Saúde. O recorde observado no ano fez com que a secretaria decidisse ainda criar comitês locais de prevenção em cada uma das subprefeituras paulistanas. As instâncias terão como objetivo “fortalecer o contato com a comunidade e o trabalho integrado nas ações de campo”.
Apesar do aumento de casos, a secretaria afirma que, desde julho o Município está em fase de baixa transmissão. De acordo com a pasta, 98,6% dos casos foram registrados no primeiro semestre do ano. O bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital, continua sendo o distrito com a maior incidência de dengue no ano (3.407 casos por 100 mil habitantes). Ali, 1.699 pessoas foram contaminadas pela doença desde janeiro. Em seguida, com os maiores índices de incidência, aparecem Lapa e Rio Pequeno.
Notificação
Qualquer caso suspeito de dengue ou de febre chikungunya, doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, terá de ser notificado à Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo em até 24 horas a partir de agora, conforme anunciado ontem. A decisão faz parte das novas estratégias adotadas pela Prefeitura de São Paulo para combater as duas doenças.
Antes dessa regra, as unidades de saúde já eram obrigadas a informar à secretaria os casos suspeitos, mas não tinham um prazo. A notificação imediata dos pacientes com suspeita das doenças vale para unidades públicas e privadas da cidade.
Por Assessoria do Comitê da Dengue | 13/11/2014 - Atualizada em 13/11/2014 às 21:47
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O Comitê da Dengue, formado por membros da secretaria de Saúde de Assis Chateaubriand, da Secretaria de Educação e Meio Ambiente, membros da sociedade civil organizada e da Associação Comercial estiveram reunidos na terça-feira (11) na Aciac para traçar as metas e ações do Pacto de Combate a Dengue 2015 que será assinado no próximo dia 20, às 15h, durante a Expo Assis 2014.
Entre as ações está sendo organizado arrastão de limpeza, carnaval sem Dengue, continuação do projeto ‘Agente Mirim’, realização do Arraiá da Dengue, panfletagens, orientações e ainda as visitas das agentes nas casas dos munícipes.
Segundo informações da 20º Regional de Saúde, o Liraa de Assis Chateaubriand está em 1,2%. “Assis Chateaubriand já foi uma cidade epidêmica, além disso, tem uma certa proximidade com a fronteira, todo cuidado é pouco para não termos uma nova epidemia”, afirmou o responsável Valter Baez.
O secretário de Saúde Marcos Linartevis pediu o apoio de todos nas ações contra a Dengue e reforçou o compromisso da sociedade. “O Pacto só funciona se cada um se esforçar em fazer a sua parte”, afirmou.
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