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Por DIFUSORA - Rádio e Comunicação de qualidade
Criança estava internada há 15 dias e teve a doença confirmada em exame. Secretaria de Saúde, porém, ressalta que morte pode ter outras causas.
Uma menina de 5 anos morreu, na terça-feira (22), depois de ser diagnosticada com dengue em Sarandi, na região metropolitana de Maringá, no norte do Paraná. Segundo a Secretaria de Saúde do município, no entanto, não há a confirmação de que a doença seja a única causa da morte.
A menina passou mal há 15 dias, quando os pais dela a levaram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de acordo com a Prefeitura. Ela passou por exames e foi liberada. No dia seguinte, ela voltou à UPA com os mesmos sintomas e teve de ser encaminhada para o Hospital Metropolitano, onde permaneceu internada por quatro dias, conta o secretário de Saúde, Jair Carneiro."Foi comprovado por meio de exames que a menina tinha dengue. Ela teve complicações, foi transferida para o Hospital Universitário de Maringá, onde estava há uns 10 dias. A morte pode ter sido causada por outras doenças ou pela própria dengue. Só vamos saber em 30 dias, quando saem laudos finais", explica o secretário.Se comprovada, a morte da menina será a segunda por dengue em Sarandi. A primeira foi a de um servidor público de 45 anos, no começo de 2013. O município registrou, de 1º de janeiro até esta quarta-feira (23), 365 casos confirmados da doença. As notificações passam de 1,5 mil, na mesma época, conforme os números da administração municipal."A morte desta criança é uma derrota para a cidade. Na época em que estamos, é inadmissível que uma pessoa ainda morra por dengue. As pessoas têm que aprender que a doença é algo sério, que precisa de cuidado de todos. Enquanto a população não tiver consciência disso, mais pessoas vão morrer", lamenta Carneiro.
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| Foto: Reprodução |
Visando melhorar o monitoramento dos focos do mosquito transmissor da dengue, o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) do Hospital Universitário Onofre Lopes da UFRN, em conjunto com a equipe do Telessaúde-RN e da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal lançam em maio um moderno sistema interativo para internet e dispositivos móveis onde a população poderá fazer denúncias de casos de suspeita de dengue e também dos focos do mosquito.
Além de permitir o mapeamento dessas informações em tempo real, o sistema monta uma base de dados que poderá ser utilizado no combate à doença de forma mais eficaz e na prevenção de surtos de dengue. O mapa propicia à SMS saber com grande antecedência a ocorrência de casos e conhecer com muito maior precisão na informação dos focos.
Para utilizar, a população deverá acessar o site ou instalar o aplicativo em seu dispositivo móvel, se registrar utilizando uma conta de e-mail e então informar um foco e/ou um caso de dengue. O registro por e-mail é uma forma de autenticação e servirá para coibir a disseminação de informações falsas.
Com essa ferramenta a SMS/Natal-RN irá acionar os agentes de endemias que irá ao local fazer uma visita técnica para tratamento e controle da dengue. Dessa forma, a secretaria estará trabalhando na frente tomando decisões antecipadas – para isso conta com o apoio da população que ao identificar quaisquer suspeita de dengue (foco ou caso de dengue) deverá notificar a SMS/Natal-RN.
O projeto foi idealizado pelo Dr. Ion de Andrade, da SMS de Natal, e materializado pelo Prof. Ricardo Valentim e equipe do Telessaúde/RN. Segundo o Dr. Ion, esta será uma importante ferramenta para o enfrentamento da dengue durante a copa e tem grande potencial para melhor organizar as ações contra a dengue, tanto no plano preventivo quanto no assistencial.
Este tipo de ferramenta para gestão pública é inovador, e faz parte de uma proposta mais abrangente denominado Observatório da Dengue.
Sobre o LAIS
O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) realiza pesquisas de cunho inovador e a missão é promover o desenvolvimento social e econômico de forma sustentável. Atualmente está situado no Hospital Universitário Onofre Lopes e reúne pesquisadores das áreas das Engenharias, Informação e Comunicação e Saúde. Deste modo, criando um ambiente interdisciplinar.
| Foto: TV GLOBO |
Por Eduardo Carvalho-Do G1, em São Paulo
Método foi aprovado para o Brasil por comissão de biossegurança.
Inseto modificado gera filhotes que não se desenvolvem.
Nota da CTNBio explica que um parecer será publicado no Diário Oficial da União e, a partir daí, órgãos de registro e fiscalização terão 30 dias para se manifestar. Após esse período, caberá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitir autorizações e registros para o uso em campanhas de saúde pública.
Veja abaixo perguntas e respostas sobre esse inseto geneticamente modificado que pode ser introduzido nas cidades brasileiras.
A tecnologia consiste em produzir em laboratório mosquitos machos com dois genes diferentes do Aedes aegypti original. Fêmeas que vivem na natureza e cruzam com esses espécimes modificados geram filhotes que não conseguem chegar à fase adulta. Assim, ela "gasta" seu potencial reprodutivo com filhotes que acabam morrendo. Com o tempo, isso afeta o total da população numa determinada área.
Por que o Aedes aegypti transgênico não sobrevive?
Por que o Aedes aegypti transgênico não sobrevive?
Os machos com genes modificados nascem no laboratório com as células desreguladas, que são “curadas” graças ao uso do antibiótico tetraciclina, que funciona como antídoto e ajuda no seu desenvolvimento até a fase adulta. Seus filhotes, concebidos após cruzamento com fêmeas selvagens, nascerão com o mesmo problema genético, mas devem morrer ainda na fase larva, vítimas de um colapso celular, pois não terão o antiobiótico.
Existe o risco de o mosquito transgênico transmitir alguma doença?
Segundo Danilo Carvalho, pesquisador do Laboratório de Mosquitos Geneticamente Modificados da Universidade de São Paulo (USP), são desenvolvidos em laboratório insetos machos e fêmeas. No entanto, apenas os machos serão liberados em áreas públicas e não oferecem risco porque se alimentam apenas do néctar de flores. Ou seja: ninguém será picado por inseto trangênico.
Há um risco de proliferação descontrolada desse mosquito transgênico?
Não. Por não se desenvolver sem a ajuda do antibiótico, não há como ocorrer uma superpopulação.
Quantos mosquitos machos já foram liberados?
Quantos mosquitos machos já foram liberados?
Cerca de 18 milhões de insetos já foram liberados nos testes feitos.
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| Foto: Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Icapuí (SINDSERPUMI) |
Os Servidores Públicos Municipais de Icapuí estiveram reunidos em assembleia no dia de ontem 16/04 para deliberar sobre o posicionamento a ser adotado nos próximos dias em função da morosidade na implantação do PCC’R da Atividade Meio, Saúde e Câmara.
Os servidores que desde abril de 2013 não recebem reajuste, estão impaciente com a demora da administração municipal em efetivar o plano aprovado na Câmara desde janeiro passado e garantir aos servidores as devidas correções salariais a partir da política de valorização do menor PISO MUNICIPAL conquistado em 2003.
Diante da emblemática situação os servidores decidiram em assembleia tirar um INDICATIVO DE GREVE, marcando uma nova assembleia para o dia 02/05, nesse interstício os servidores juntamente com o sindicato intensificarão as ações no sentido de que o governo possa o mais breve possível atender as demandas da categoria.
A não implantação e/ou uma proposta concreta até a próxima assembleia poderá levar os servidores a DEFLAGRAREM GREVE por tempo indeterminado como forma de pressionar o governo a não mais postergar essa conquista dos servidores.
O sindicato acredita que até lá o governo juntamente com o poder legislativo irá se sensibilizar e efetivar o plano de carreira dessas categorias a fim de que elas possam usufruir das benesses dessa conquista.
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| Mesmo com redução dos números, população precisa ficar vigilante (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) |
Foram notificados 2.204 casos da doença de janeiro a abril de 2014.
No mesmo período de 2013, os dados apontaram 5.288 ocorrências.
O Comitê de Mobilização Social contra a Dengue de Palmas divulgou esta semana, que o número de notificações de casos da doença, até abril de 2014, reduziu em 53% em relação ao mesmo período de 2013.
Segundo os dados, de janeiro a abril de 2013 foram notificados 5.288 casos de dengue, e no mesmo período de 2014, 2.024. Embora os números tenham reduzido, é preciso que a população ajude no combate à proliferação do foco do mosquito que transmite a doença.Segundo o Centro de Controle de Zoonozes, as ações de controle e combate ao mosquito da dengue estão concentradas em áreas prioritárias, nas regiões norte e sul, onde foram identificadas mais focos do inseto. Atualmente, cerca de 61% das notificações ocorrem na região sul, 20% na região norte e 19% na região central da capital.
Conforme o CCZ, o setor Jardim Aureny III, no sul de Palmas, é onde se concentra o maior número de focos há dois anos, por isso, as ações são priorizadas na região. Outras quadras consideradas de risco são a 305 e a 307 Norte.
| (Foto: Reprodução/TV Globo Bahia) |
Caminho das Árvores, Stella Mares e Ondina também estão em alerta.
Nesta terça-feira (15), equipes de Agentes de Combate às Endemias, divididas em 19 distritos sanitários, foram de casa em casa em busca do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue. Os agentes furam garrafas plásticas, aplicam inseticidas em baldes e reservatórios de água e orientam os moradores sobre prevenção.
No ano passado, Salvador notificou 812 casos da doença, sendo que 314 foram confirmados. Uma pessoa morreu. Este ano, até 11 de abril, foram 1.548 notificações - desse total, 419 foram confirmadas, três pessoas tiveram dengue hemorrágica e uma morreu.
"A coperação da comunidade é fundamental. 80% dos focos que nós encontramos na cidade estão no intradomicílio. Tanques e tonéis a nível de solo e todo o tipo de material que possa acumular água que não esteja armazenada adequadamente", explica Isabel Guimarães, gestora municipal do programa.
Uma vez por semana, os agentes aplicam o chamado "ultra baixo volume", inseticida parecido com fumaça que mata os insetos imediatamente. "É como se fosse um pente fino. A gente entra nas casas, faz a inspeção e assim a gente identifica os depósitos que podem estar com água acumulada ou não", afirma o agente de endemias Nilberto dos Santos.
Salvador
O índice de infestação predial da dengue aumentou para 3,2% em Salvador, índice obtido com base em um levantamento feito entre os dias 20 e 25 de março deste ano. Assim, para cada 100 mil imóveis, 3,2 apresentam foco do mosquito. No estudo anterior realizado pela prefeitura, em dezembro, o índice era de 2,6%, o que significa que a cidade deve continuar em alerta para ocorrência de uma epidemia da doença.
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| Lixo e água parada são vistos na Zona Norte de São Paulo (SP), cenário propício para proliferação do mosquito da dengue, nesta quinta-feira (17). Leonardo Benassa/FuturaPress/Estadão Conteúdo |
Bairro do Jaguaré, na zona oeste, é o campeão de registros, com 387 casos
A cidade de São Paulo registrou mais de cem novos casos de dengue por dia na última semana, segundo balanço divulgado na tarde desta quinta-feira (17) pela Secretaria Municipal da Saúde. Foram 793 novos registros em sete dias, o maior número absoluto de casos já registrado em apenas uma semana neste ano.
No último balanço da prefeitura, com dados referentes até o dia 9 de abril, eram 1.745 casos na cidade. Agora, o número passou para 2.538, aumento de cerca de 45%. Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento foi de 66%, de acordo com a secretaria. Em menos de quatro meses, a cidade já está próxima de igualar o número de casos registrados em todo o ano passado, quando 2.617 pessoas ficaram doentes.
Os distritos da zona oeste ainda lideram o ranking de bairros com a maior incidência da doença, mesmo após terem recebido operações especiais de combate à doença.
O bairro do Jaguaré é o campeão de registros, com 387 casos. A incidência da doença no distrito já chegou a 776,1 casos por 100 mil habitantes, mais do que o dobro do índice considerado alto pela Organização Mundial da Saúde (300 casos por 100 mil habitantes).
Em seguida com os maiores índices de incidência da doença aparecem os bairros da Lapa (287,5) e Rio Pequeno (145,2).
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| Foto: Reprodução |
Todos os anos, com a aproximação do inverno, começamos a nos preocupar em evitar doenças respiratórias, como, por exemplo, a gripe. Nesse ano não será diferente. A partir da próxima terça-feira, 22, será dado início à Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Mais de 200 salas de vacinação em todos os Centros Municipais de Saúde e Clínicas da Família vão oferecer a vacina em todo o Brasil. A campanha vai até o dia 9 de maio.
No Rio, a meta da Secretaria Municipal de Saúde é imunizar pelo menos 80% do público alvo: idosos, gestantes, crianças de 6 meses a 4 anos, mulheres no período de até 45 dias após o parto, indígenas, presos, doentes crônicos e profissionais de saúde, um total de 1,563 milhão de indivíduos.
No sábado, 26, será o Dia de Mobilização Nacional contra a Gripe, quando serão montados postos de vacinação avançados em igrejas, centros comunitários, creches, entre outros locais.
Ainda não existem medicamentos que tenham demonstrado bons resultados na batalha contra os vírus da gripe e do resfriado, e por isso, a prevenção é o método mais eficaz para combatê-la.
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| Foto: Reprodução |
A cidade de Campinas (SP) confirmou 5 mil casos de dengue e tem 2 mil suspeitas da doença. O município formalizou hoje (14) ) um pedido de ajuda ao governo federal para combater a epidemia
Segundo o prefeito, Jonas Donizette, nos próximos dias, técnicos do Ministério da Saúde farão uma avaliação da situação que vai determinar qual tipo de apoio será prestado. “Pode ser o apoio técnico, o apoio de profissionais ou a montagem de alguns hospitais de campanha”, disse em entrevista no final da tarde.
De acordo com o prefeito, o crescimento do número de casos na região metropolitana está pressionando o sistema de saúde de Campinas. “Está havendo uma sobrecarga de atendimentos. Casos que não são oriundos da nossa cidade, mas muitos e muitos casos que são oriundos de municípios limítrofes à Campinas”, disse.
Donizette disse que fará amanhã (15) uma reunião com prefeitos da região para elaborar estratégias de combate à doença. “Nós vamos solicitar aos municípios limítrofes à Campinas que mantenham as informações atualizadas para que nós possamos ter a real dimensão da situação com que nós estamos lidando”, destacou.
Um dos motivos de preocupação é a ocorrência de casos mais graves. Dos 5 mil anunciados na cidade, cerca de 170 podem ser considerados mais graves. "A preocupação maior é dar assistência para essa população”, disse. Seis mortes – quatro em Campinas e duas na região – são suspeitas de terem sido causadas pela doença e estão sob investigação.
Entre as medidas tomadas pela prefeitura de Campinas, Donizette citou o aumento de cadeiras para hidratação com soro, o reforço das equipes e ampliação do horário de funcionamento do laboratório que faz o diagnóstico da dengue. A cidade também terá 54 homens do Exército que vão trabalhar no combate à proliferação da doença.
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| imagem:retirada do Google |
O órgão explicou que a concentração do surto nessa faixa etária se deve à ausência de imunização, já que a vacina contra o sarampo só é aplicada aos 12 meses de vida. Dados do último boletim epidemiológico indicam que 16,8% dos casos são em menores de 6 meses e 26,4% em crianças com idade entre 6 meses e 1 ano.
Ainda de acordo com a secretaria, 60,8% das pessoas infectadas no estado são do sexo masculino e 39,2% do sexo feminino. A situação vacinal desses casos é a seguinte: 32,8% não eram vacinados por serem menores de 1 ano; 27% tinham a situação vacinal ignorada; 27% não eram vacinados e 13,1% tinham tomado uma dose da vacina.
Os principais sinais e sintomas apresentados pelos pacientes foram exantema, febre, tosse, coriza e conjuntivite. O boletim epidemiológico aponta que 25,4% dos casos exigiram hospitalização, mas todos os pacientes evoluem bem.
Entre as estratégias adotadas pelo governo do estado na tentativa de interromper o surto estão: a busca retrospectiva de atendimentos feitos em unidades hospitalares com casos confirmados a partir de 25 de novembro de 2013 até a data atual; o deslocamento de equipe de laboratório para as residências de casos suspeitos atendidos nos ambulatórios para investigação epidemiológica e coleta de sangue; e o processamento de todas as amostras suspeitas de dengue que deram negativas.
A campanha de vacinação contra o sarampo, feita em caráter emergencial, já foi encerrada no estado. A maior parte dos municípios conseguiu alcançar a meta de 95% de imunização, mas pelo menos sete cidades ficaram abaixo do índice estabelecido. Em Camocim, apenas 47% das crianças com idade entre 6 meses e 5 anos receberam a dose.
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| Foto - Reprodução |
A ação conjunta de combate ao mosquito da dengue na região norte de Maringá multou até terça-feira, dia oito, 51 moradores. Foram encontrados focos do Aedes aegypti e terrenos em má conservação.
Em uma casa, no Conjunto Requião, onde larvas foram encontradas em janeiro, dessa vez a quantidade de larvas poderia contaminar 80 pessoas, segundo a vigilância sanitária.
Assim como em outras residências, o morador foi multado e mais uma vez o balde foi retirado do local pelos agentes das equipes de várias secretarias municipais que atuam em conjunto.
“Orientamos o morador há três meses sobre a situação, e ele alega que o balde é para o cachorro beber água, mas mostramos como deve proceder para evitar as larvas. Como a orientação não resolveu o morador foi multado”, explicou o gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Silvio Torrecilha.
Apenas na região do Conjunto Requião a ação conjunta atendeu mais de 150 solicitações de moradores à Ouvidoria Municipal (156) solicitando roçada e limpeza de terrenos.
“A Fiscalização Integrada direcionou todas as equipes de trabalho para a ação integrada, e estamos conseguindo um resultado muito bom, com a participação ativa da comunidade e de empresários que também estão cedendo funcionários e equipamentos para auxiliar o trabalho da Prefeitura”, afirmou o diretor de Fiscalização, Marco Antônio Lopes de Azevedo.
Desde ontem, a ação conjunta está na região do Jardim Alvorada, outra área de risco na proliferação do mosquito e com elevado número de casos confirmados da dengue. Em apenas uma residência da região, visitada na manhã de quarta-feira, foi encontrada grande quantidade de resíduos que podem acumular água.
Agentes Ambientais e atiradores do Tiro de Guerra recolheram mais de uma caçamba de entulho do quintal e do interior da residência.
O fumacê continua sendo aplicado em diversas regiões, sempre em cinco ciclos. As regiões atendidas pelo serviço estão recebendo o terceiro e quarto ciclo esta semana. A aplicação é realizada sempre das seis às nove horas e das 16 às 21 horas.
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| O Aedes aegypti (Foto: Genilton Vieira) |
Um estudo coordenado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) revela que mosquitos de dez países das Américas são altamente capazes de transmitir a febre do chikungunya, que provoca doença semelhante à dengue e é transmitido pelo mesmo vetor. Após causar epidemias na Ásia, África, Europa e Caribe, o vírus chikungunya tem grande possibilidade de se espalhar pelo Brasil e por outros países das Américas, segundo um estudo desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur. A pesquisa, publicada no Journal of Virology, revela que em cidades populosas como o Rio de Janeiro, onde há grande infestação de mosquitos Aedes aegypti, um dos vetores da doença, o risco de disseminação é muito alto.
De acordo com o pesquisador do Laboratório de Hematozoários do IOC e coordenador do estudo, Ricardo Lourenço, a preocupação no continente americano cresceu depois que casos suspeitos da febre do chikungunya foram identificados na ilha de Saint Martin, no Caribe, em dezembro de 2013. “Desde 2004, o vírus vem se alastrando pelo mundo e já houve registro de casos importados no Brasil, envolvendo pessoas que viajaram para outros países. A transmissão da doença em solo brasileiro ainda não ocorreu, mas a pesquisa recém concluída revela que há um risco real e é preciso agir para evitar uma epidemia grave, uma vez que os mosquitos transmissores são os mesmos da dengue”, afirmou.
O estudo comprova, pela primeira vez, que mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus de dez países do continente americano são altamente capazes de transmitir chikungunya. Porém, a maior eficiência para disseminar a doença foi encontrada nos vetores da América Latina, com destaque para o Rio de Janeiro. Em uma das populações de Aedes albopictus da cidade, foi identificado que 96,7% dos insetos passaram a transmitir o vírus uma semana após ter ingerido sangue contaminado. Porém, o vírus pode ser transmitido pela picada de mosquitos do Rio de Janeiro apenas dois dias depois dos mosquitos terem sido infectados.
Não existe vacina, nem remédio específico contra o chikungunya. O tratamento da doença consiste em hidratação e uso de medicamentos para aliviar os sintomas semelhantes aos da dengue, incluindo, ainda, fortes dores nas articulações que podem perdurar por vários dias. Segundo a Organização Mundial da Saúde, complicações graves são raras, mas em pessoas idosas, a infecção pode contribuir para a morte.
De acordo com o especialista, o controle da doença depende do combate aos mosquitos. “Além da dengue, que é um risco constante no Brasil, há agora um novo motivo para as autoridades e a população reforçarem as ações contra os mosquitos vetores, que são os mesmos”.
por Fabiana Cambricoli/ Agência Estado
A secretaria Municipal da Saúde de São Paulo confirmou nesta segunda-feira (7) a primeira morte por dengue deste ano na capital paulista. A vítima é um menino de seis anos, morto no dia 2 de abril, após ficar internado em um hospital da Lapa, um dos bairros da zona oeste que vive surto da doença. De acordo com a secretaria, o garoto chegou ao pronto-socorro municipal da Lapa no dia 31 de março, com histórico de febre há cinco dias, vômito e dor abdominal. A criança recebeu a hipótese diagnóstica de dengue e, no dia 1º de abril, foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário. A secretaria não soube informar se ele era morador da Lapa ou de algum distrito vizinho. Pelo menos três bairros da zona oeste têm alta incidência da doença: Jaguaré, Rio Pequeno e Lapa. Balanço divulgado pela prefeitura na sexta-feira, 4, mostrou que, em apenas uma semana, o número de casos de dengue cresceu 55% na capital paulista. Já são pelo menos 1.166 casos da doença. Uma semana antes, eram 751.
A secretaria Municipal da Saúde de São Paulo confirmou nesta segunda-feira (7) a primeira morte por dengue deste ano na capital paulista. A vítima é um menino de seis anos, morto no dia 2 de abril, após ficar internado em um hospital da Lapa, um dos bairros da zona oeste que vive surto da doença. De acordo com a secretaria, o garoto chegou ao pronto-socorro municipal da Lapa no dia 31 de março, com histórico de febre há cinco dias, vômito e dor abdominal. A criança recebeu a hipótese diagnóstica de dengue e, no dia 1º de abril, foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário. A secretaria não soube informar se ele era morador da Lapa ou de algum distrito vizinho. Pelo menos três bairros da zona oeste têm alta incidência da doença: Jaguaré, Rio Pequeno e Lapa. Balanço divulgado pela prefeitura na sexta-feira, 4, mostrou que, em apenas uma semana, o número de casos de dengue cresceu 55% na capital paulista. Já são pelo menos 1.166 casos da doença. Uma semana antes, eram 751.
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| Surtos da dengue ocorrem antes do início da estação das chuvas. (Foto: Arquivo/Dom Total) |
Um zumbido é o primeiro sinal de alerta, depois o ardor de uma picada. Dias depois, dor de cabeça, fadiga, febre alta e, nos casos mais graves, hemorragia nasal. Mais de 2,3 milhões de latino-americanos padeceram esses sintomas em 2013, vítimas da dengue, uma cifra recorde de afetados que parece indicar o retorno de uma doença que há uma década estava em franco retrocesso. Para exemplificar: em 2004 haviam sido registrados 267 mil casos e somente 74 mortes. Hoje, as mortes por dengue são vinte vezes mais numerosas, de acordo com a Organização Panamericana da Saúde (OPS).
Para os especialistas se trata de uma “expansão epidêmica” que tem sua raiz na maior capacidade de reprodução do mosquito transmissor, o Aedes aegypti (desagradável, em grego antigo), e de circulação nas cidades latino-americanas cada vez mais populosas. Isto, por sua vez, é resultado de fatores externos, como as temperaturas mais altas e úmidas e a rápida urbanização da região, que causou um desequilíbrio no habitat do mosquito, de acordo com o especialista em saúde Fernando Lavadenz, do Banco Mundial.
Complicam a situação o aumento do tráfego aéreo e terrestre, a mutação do vírus e a pouca preparação dos sistemas de saúde para responder à enfermidade a tempo.
Até agora em 2014, a região andina registra o maior número de casos, com 29.727, seguida pelo Cone Sul e depois o México e a América Central, em um padrão semelhante ao dos anos anteriores nesta primeira metade do ano. No entanto, países como Nicarágua, onde já se registraram 22 mortes, Panamá e Venezuela sofreram surtos da doença antes do início da estação das chuvas, a época de maior circulação do Aedes aegypti.
Um mosquito sem nacionalidade
Este ano o tema central do Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, é dedicado às doenças transmitidas por vetores (animais que contagiam). Com o lema #pequenaspicadas, #grandesameacas, essa efeméride busca conscientizar a população sobre a importância de se proteger com medidas simples como a colocação de mosquiteiros, o uso de repelentes de insetos e a redução dos criadouros. Estima-se que 40% da população mundial corra o risco de contrair a dengue.
Apesar de o mosquito não reconhecer fronteiras, a diferença na quantidade de casos e mortes entre países se relaciona realmente com sua capacidade de resposta. O caso argentino pode demonstrar isso: um país com mais de 40 milhões de habitantes que em apenas um ano reduziu em 96% os casos de dengue.
Entre janeiro e maio de 2009, a Argentina sofreu o pior surto de dengue de sua história. O vírus se espalhou com rapidez em 16 das 23 províncias do país e foram registrados mais de 26 mil doentes. “Um caso de dengue a cada 15 minutos” era a estatística que ocupava as manchetes matutinas, mas somente um ano bastou para que os números mostrassem uma realidade totalmente diferente. Em 2010 se registraram apenas 900 casos e desde então não houve falecimentos por causa da doença.
Nas palavras de Lavadenz, tratou-se de uma estratégia integral que resultou na montagem de um sistema massivo de vigilância epidemiológica. Isso incluiu: a notificação imediata de casos, o tratamento oportuno, o investimento necessário em logística e equipamentos para a eliminação de criadouros de mosquitos, bem como uma enorme mobilização social para frear a contaminação. “O meio para que existam menos casos é fazer um pacto com a sociedade”, acrescenta Lavadenz.
Apesar de a dengue já não ocupar um lugar preponderante nas manchetes argentinas, ainda provoca mais que uma dor de cabeça nos países vizinhos: no ano passado, o Paraguai registrou mais de 150 mil infectados e 233 mortes e no Brasil foram notificados 1,5 milhão de infectados e 456 mortes.
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| No PS Santana, 65% dos pacientes nos últimos dez dias se queixaram dos sintomas da dengue Foto: Valdivo Pereira/Folha da Região |
Pacientes com sintomas característicos da dengue, como febre alta, dor no corpo e de cabeça e vômito, têm lotado os serviços de urgências e emergência do SUS (Sistema Único de Saúde) e rede privada. Apenas no Pronto-Socorro Municipal, no bairro Santana, 65% dos pacientes que procuraram atendimento nos últimos dez dias, se queixaram desses sintomas. A média diária de atendimento nesse período atingiu 400.
No Pronto Atendimento do bairro São João, que tem prestado serviço a 300 pessoas diariamente, foram computados 97 casos de suspeita de dengue desde o dia 31 de março até ontem. Os dados são da assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde de Araçatuba. No total, o município registra em todo o ano de 2014, 385 casos positivos da doença. No pronto-socorro da Santa Casa de Araçatuba, que recebe apenas os casos encaminhados pelos serviços de urgência e emergência, o número de atendimentos aumentou 17% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. O hospital acredita que a dengue tenha influenciado nos registros.
Enquanto que nos primeiros três meses de 2013 a demanda foi de 6.544 pacientes, incluindo atendimentos com plantonistas e médicos ortopedistas, de janeiro a março deste ano chegou a 7.638. “Estamos vivendo situação de epidemia e esses doentes têm que ser mantidos em regime de internação ou em hidratação, tomando soro, que é o tratamento fundamental para dengue. Como a minoria é internada, o restante tem atendimento no serviço de urgência, e muitos casos são encaminhados para cá”, explicou o diretor clínico do hospital, Sérgio Smolentzov. O município nega estado de epidemia da doença.
PRIVADO
No caso do Hospital da Unimed, que é privado, o setor de pronto atendimento viu crescer em 20% o número de pacientes que procuraram o serviço de urgência e emergência entre os meses de fevereiro e março - saltando de 4.186 para 5.772. Em nota, o hospital informou que, diariamente, o serviço recebe pacientes sintomáticos para dengue. No período entre 3 de março a 2 de abril deste ano, notificou à Vigilância Epidemiológica do município 132 casos suspeitos. Uma mulher de 65 anos está internada com a doença confirmada e quadro de saúde estável.
Quanto ao custeio dos exames para diagnóstico da doença, a Secretaria de Saúde informou que passará a ser responsável após o dia 11 deste mês. Enquanto isso, os exames são feitos pelo Instituto Adolfo Lutz. Após esse período, as amostras serão encaminhadas aos laboratórios conveniados ao município. Eles iniciam o trabalho no dia 14 deste mês.
Quanto ao custeio dos exames para diagnóstico da doença, a Secretaria de Saúde informou que passará a ser responsável após o dia 11 deste mês. Enquanto isso, os exames são feitos pelo Instituto Adolfo Lutz. Após esse período, as amostras serão encaminhadas aos laboratórios conveniados ao município. Eles iniciam o trabalho no dia 14 deste mês.
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| Mesmo com poucos casos de dengue neste ano, trabalho de prevenção continua sendo feito pela prefeitura; (Foto: A. Frota) |
Dourados registrou uma queda considerável nos casos de dengue em 2014. Foram somente cinco de janeiro e março, enquanto no mesmo período do ano passado o município já contabilizava 1.311 casos. A redução é resultado, principalmente, do trabalho intenso de prevenção realizado pela prefeitura através da Secretaria de Saúde.
“Este número é muito positivo e mostra o resultado de um trabalho incessante de prevenção determinado pelo prefeito Murilo Zauith e feito neste Verão, para que Dourados não vivesse uma epidemia da doença”, destacou o secretário de Saúde Sebastião Nogueira.
Durante estes três meses, os agentes visitaram 140.216 imóveis. Foram encontrados pelas equipes 2.703 focos (depósitos com larvas), sendo estes eliminados ou tratados para que o mosquito transmissor da doença, Aedes aegypti, não se desenvolvesse. Ainda foram contratados 20 agentes temporários para reforçar as equipes.
As visitas atingem, inclusive, imóveis fechados de responsabilidade de imobiliárias e quintais baldios. Além das atividades de rotina realizadas pelos agentes, foram feitos mutirões concentrados em algumas áreas da cidade, trabalho de prevenção aos sábados e participação nas Ações Compartilhadas, realizadas pelos órgãos de vigilância e atenção básica todas as quartas-feiras.
As ações da Secretaria nesta área vão continuar. Além das visitas de rotina, também haverá mutirões nas regiões em que houver concentração de casos notificados de dengue. As Ações Compartilhadas e o trabalho aos sábados continuam até o final do ano.
A equipe de borrifação das Endemias de Icapuí está realizando borrifações na comunidade do Gravier, a equipe é composta pelo agente Bartolomeu e o coordenador das endemias de Icapuí, Wylla Moreira.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

A borrifação se iniciou quinta feira (03), e irá contar com mais duas borrifações, pois foi constatado alguns casos de dengue na comunidade, lembrando que no mês de fevereiro foi realizado borrifações na mesma comunidade, o que se torna uma preocupação e alerta para a comunidade.
A prevenção é a única arma contra a doença.

Referências: dengue.org.br
Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil
No campo da saúde suplementar, a reivindicação é pela recomposição de honorários, pelo fim da intervenção das operadoras na autonomia profissional e pela readequação da rede credenciada, para que seja garantido o acesso dos pacientes à assistência contratada.
No Acre, será promovido ato público em frente ao Palácio Rio Branco. A proposta é reunir os trabalhadores da saúde e a população em geral para mostrar aos governantes a necessidade de mais investimentos no SUS.
Em Minas Gerais, os médicos da rede pública e da saúde suplementar decidiram aderir ao movimento sem a paralisação de atendimentos. Nesta manhã, haverá eles fazem ato público em frente à Assembleia Legislativa e, na sequencia, uma audiência pública com parlamentares.
No Pará, está prevista a paralisação por um dia no atendimento ambulatorial, nas áreas pública e privada, mantendo-se apenas os atendimentos de urgência e emergência. Está previsto ainda um encontro no Sindicato dos Médicos para debate sobre a saúde pública e privada no estado.
Em Pernambuco, o Conselho Regional de Medicina oferece um café da manhã à imprensa, ocasião em que a categoria deve expor os planos de saúde que não adotam a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM).
No Rio de Janeiro, a categoria faz uma suspensão relâmpago de atendimentos. Foi anunciado ainda um ato público exigindo melhores condições de trabalho no SUS. No período do protesto, previsto para ocorrer na Cinelândia, haverá paralisação dos serviços eletivos, sendo mantidos os atendimentos de urgência, emergência e oncológicos.
Em São Paulo, os médicos fazem protesto contra os planos e seguros de saúde. O atendimento deve ficar suspenso hoje. Pela primeira vez, outras duas categorias profissionais (fisioterapeutas e cirurgiões-dentistas) vão aderir ao protesto. Será realizada uma campanha de doação de sangue na capital, na sede da Associação Paulista de Medicina.
Edição: Graça Adjuto
No Dia Mundial da Saúde, lembrado hoje (7), médicos de todo o país devem ir às ruas pedindo mais recursos para o setor, o reajuste imediato da Tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) e a aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Saúde+10, que pede a vinculação de 10% da receita bruta da União à saúde (PLP 321/2013).
De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), também é reivindicada a criação de uma carreira pública e a chamada desprecarização do trabalho médico. “Os profissionais exigem a realização de concurso público com salário adequado; plano de cargos, carreira e vencimentos; maior financiamento para a saúde; melhores condições de trabalho; e atendimento adequado para a população”, informou.No campo da saúde suplementar, a reivindicação é pela recomposição de honorários, pelo fim da intervenção das operadoras na autonomia profissional e pela readequação da rede credenciada, para que seja garantido o acesso dos pacientes à assistência contratada.
No Acre, será promovido ato público em frente ao Palácio Rio Branco. A proposta é reunir os trabalhadores da saúde e a população em geral para mostrar aos governantes a necessidade de mais investimentos no SUS.
Em Minas Gerais, os médicos da rede pública e da saúde suplementar decidiram aderir ao movimento sem a paralisação de atendimentos. Nesta manhã, haverá eles fazem ato público em frente à Assembleia Legislativa e, na sequencia, uma audiência pública com parlamentares.
No Pará, está prevista a paralisação por um dia no atendimento ambulatorial, nas áreas pública e privada, mantendo-se apenas os atendimentos de urgência e emergência. Está previsto ainda um encontro no Sindicato dos Médicos para debate sobre a saúde pública e privada no estado.
Em Pernambuco, o Conselho Regional de Medicina oferece um café da manhã à imprensa, ocasião em que a categoria deve expor os planos de saúde que não adotam a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM).
No Rio de Janeiro, a categoria faz uma suspensão relâmpago de atendimentos. Foi anunciado ainda um ato público exigindo melhores condições de trabalho no SUS. No período do protesto, previsto para ocorrer na Cinelândia, haverá paralisação dos serviços eletivos, sendo mantidos os atendimentos de urgência, emergência e oncológicos.
Em São Paulo, os médicos fazem protesto contra os planos e seguros de saúde. O atendimento deve ficar suspenso hoje. Pela primeira vez, outras duas categorias profissionais (fisioterapeutas e cirurgiões-dentistas) vão aderir ao protesto. Será realizada uma campanha de doação de sangue na capital, na sede da Associação Paulista de Medicina.
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| A dengue passa a ser considerada a doença vetorial de mais rápida propagação. (Foto: Reprodução) |
Nos últimos 50 anos, a dengue se propagou de nove para 100 países e sua incidência mundial aumentou 30 vezes, convertendo-se na doença vetorial de mais rápida propagação.
Atualmente, quase metade da população mundial vive em países onde a dengue é endêmica, e mais de 390 milhões de pessoas no mundo padecem da doença a cada ano, quando há meio século só foram registrados 15 mil casos em nove países do sudeste asiático.
Perante esta realidade, a Federação Internacional da Cruz Vermelha (FICV) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) quiseram soar o alarme sobre uma doença que consideram ‘silenciada’, apesar de seu grande impacto.
‘A doença não tem a atenção dos doadores, nem das autoridades políticas, e está se expandindo rapidamente, quando é uma dolência que poderia ser prevenida’, alertou em entrevista coletiva o subsecretário-geral da FICV, Walter Cotte.
‘A taxa de mortalidade da dengue é de 2,5%. É baixa se for comparada com o ebola, que pode chegar a 90%. Mas as consequências para a economia das famílias são catastróficas’, declarou Amanda McClelland, do departamento de Saúde de Emergências da FICV.
Segundo os cálculos da FICV, o impacto econômico da dengue na América se eleva a US$ 2,1 bilhões anualmente, e no sudeste da Ásia a US$ 2,36 bilhões.
O vírus da dengue tem quatro sorotipos e a pessoa que contraiu e adoeceu com um, fica imunizada para este, mas não para os outros três.
Além disso, ficou comprovado que a segunda vez que se contrai a doença, esta é muito mais severa que a primeira, e assim sucessivamente, ‘com o que o risco de morrer se multiplica consideravelmente’, advertiu McClelland.
Em 2010, o número de casos registrados de dengue na América Latina se elevou a 40,5 milhões, a 48,4 milhões na África, e a 204,4 milhões na Ásia.
Um dos principais problemas é que não há um controle epidemiológico efetivo, motivo pelo qual ‘se estima’ que 400 milhões de pessoas se infectam anualmente, mas se desconhece se há mais casos, uma vez que, quando afeta de forma leve, pode ser confundida com uma gripe.
De fato, são necessários três dias para diagnosticar corretamente o vírus e, uma vez confirmado, não tem cura nem tratamento específico, e a vacina para preveni-lo ainda está sendo desenvolvida.
As causas desta rápida expansão são várias: a mudança climática contribuiu para que o mosquito transmissor (o Aedes aegypti), que originalmente se reproduzia em áreas tropicais, viva agora em regiões menos cálidas, onde antes não existia. Em 2010, por exemplo, foram registrados casos de dengue em lugares como França e Croácia.
Mas, principalmente, o aumento das viagens e do comércio internacional facilitou que o mosquito se movimentasse com grande rapidez.
As larvas e os mosquitos adultos se desenvolvem em águas paradas, tanto em grandes reservas como em tanques ou rios, assim como em pequenos vasos ou jarras, razão pela qual que se reproduzem por igual em zonas rurais e em áreas urbanas.
‘As larvas podem sobreviver meses antes de se transformar em mosquitos’, explicou Raman Velayudhan, coordenador de doenças vetoriais no departamento de Doenças Negligenciadas da OMS.
Atualmente estão sendo realizados dois projetos de controle do vetor: um que deixa os machos estéreis, com o objetivo de longo prazo que a espécie se extinga, e outro que pretende paralisar a transmissão do vírus no interior do mosquito.
‘Os dois programas estão ainda em testes. Mas, além disso, a grande questão é, caso controlemos o vetor, também controlaremos a doença?’, ressaltou Velayudhan.
Por Blog da Saúde, com informações da Web Rádio Saúde / Agência Saúde
Entre janeiro e fevereiro deste ano, o Ministério da Saúderegistrou 87 mil notificações de casos de dengue. O número representa uma diminuição de 80% nos casos em comparação com o mesmo período de 2013, quando foram registrados 427 mil casos. Confira como foi a queda em cada região do país.
De acordo com o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), o número de casos de dengue na região Norte teve queda, em 2014, de 69% em relação ao mesmo período do ano passado. Para se ter uma ideia, na região, houve 22 mil e 300 notificações de casos de dengue no primeiro bimestre de 2013. Já em janeiro e fevereiro deste ano, o Norte notificou 6 mil e 900 casos da doença.
Na região Sul, a queda foi de 66%. No primeiro bimestre de 2013, houve 20 mil e 300 notificações de casos de dengue na região. Já em janeiro e fevereiro deste ano, o Sul notificou 6 mil e 900 casos da doença. O Nordeste também apresentou queda expressiva. O número de casos de dengue na região caiu 73%. De 29 mil e 600 casos em janeiro e fevereiro de 2013, a região passou para sete mil e 900 casos da doença, no mesmo período em 2014.
Com 122 mil e 800 notificações de casos de dengue no primeiro bimestre de 2013, o Centro-Oeste teve queda de 77% no número de casos da doença. Em janeiro e fevereiro deste ano, a região notificou 28 mil e 200 casos. Na região Sudeste, a queda foi de 84%. Foram 36 mil e 900 casos de dengue registrados entre janeiro e fevereiro de 2014, em comparação com os 232 mil e 500 notificações da doença no mesmo período de 2013.
Apesar da redução expressiva, o Ministério da Saúde ressalta a importância de manter-se o alerta e a necessidade de dar continuidade das ações preventivas. "Os dados obtidos até aqui não significam que, portanto, podemos relaxar. Porque, se os prefeitos, os secretários municipais que estão lá na ponta, as equipes de controle de endemias, as equipes de atenção básica de saúde da família elas não tiverem a capacidade de perceber que nós estamos na metade do ciclo e que merece o reforço das ações, nós podemos inverter esses resultados que nós obtivemos até aqui. Então é extremamente importante que isso seja observado”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
Entre janeiro e fevereiro deste ano, o Ministério da Saúderegistrou 87 mil notificações de casos de dengue. O número representa uma diminuição de 80% nos casos em comparação com o mesmo período de 2013, quando foram registrados 427 mil casos. Confira como foi a queda em cada região do país.
De acordo com o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), o número de casos de dengue na região Norte teve queda, em 2014, de 69% em relação ao mesmo período do ano passado. Para se ter uma ideia, na região, houve 22 mil e 300 notificações de casos de dengue no primeiro bimestre de 2013. Já em janeiro e fevereiro deste ano, o Norte notificou 6 mil e 900 casos da doença.
Na região Sul, a queda foi de 66%. No primeiro bimestre de 2013, houve 20 mil e 300 notificações de casos de dengue na região. Já em janeiro e fevereiro deste ano, o Sul notificou 6 mil e 900 casos da doença. O Nordeste também apresentou queda expressiva. O número de casos de dengue na região caiu 73%. De 29 mil e 600 casos em janeiro e fevereiro de 2013, a região passou para sete mil e 900 casos da doença, no mesmo período em 2014.
Com 122 mil e 800 notificações de casos de dengue no primeiro bimestre de 2013, o Centro-Oeste teve queda de 77% no número de casos da doença. Em janeiro e fevereiro deste ano, a região notificou 28 mil e 200 casos. Na região Sudeste, a queda foi de 84%. Foram 36 mil e 900 casos de dengue registrados entre janeiro e fevereiro de 2014, em comparação com os 232 mil e 500 notificações da doença no mesmo período de 2013.
Apesar da redução expressiva, o Ministério da Saúde ressalta a importância de manter-se o alerta e a necessidade de dar continuidade das ações preventivas. "Os dados obtidos até aqui não significam que, portanto, podemos relaxar. Porque, se os prefeitos, os secretários municipais que estão lá na ponta, as equipes de controle de endemias, as equipes de atenção básica de saúde da família elas não tiverem a capacidade de perceber que nós estamos na metade do ciclo e que merece o reforço das ações, nós podemos inverter esses resultados que nós obtivemos até aqui. Então é extremamente importante que isso seja observado”, destaca o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
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| Foto: Reprodução |
Por Redação Tupacity.com
A policia militar teve que apoiar e dar cumprimento a uma ordem judicial para garantir a entrada de um agente de saúde em uma casa que estava fechada para nebulização.O fato aconteceu na manhã de segunda-feira (24), ás 09h30, em uma casa na rua Sussumo Shiguiura, no Jardim Itaipu, em Tupã-SP.
Segundo o servidor da saúde, a moradora assim que foi contatada pela equipe de combate á dengue, saiu da casa e trancou os portões com cadeado. A PM foi acionada e amparada pela ordem judicial do ministério público rompeu o cadeado e garantiu a entrada dos agentes na parte externa da casa, possibilitando a nebulização em todo quintal.
Por Brasil 247
Apesar de o Ministério da Saúde divulgar relatório apontando Salvador como cidade com risco de epidemia de dengue, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) diz em relatório que nos primeiros meses de 2014 o índice de casos da doença caiu em 91,89% em relação ao mesmo período de 2013.
Números foram apresentados na reunião do Comitê Estadual de Mobilização Social de Prevenção e Controle da Dengue nesta terça-feira (25). Grupo se reuniu na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), em Salvador, para compartilhar ações preventivas, prospectar novas ações e debater a situação epidemiológica da dengue.
Casos são registrados em Salvador (729), Feira de Santana (296), Itabuna (192), Pintadas (131), Teixeira de Freitas (75), Jequié (66), Porto Seguro (52), Ituaçu (48), Mirante (44) e Barreiras (42). Segundo a Sesab, apenas 28 municípios (6,7%) apresentam aumento do número de casos.
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| Pesquisadores da USP desenvolvem teste que detecta dengue em 20 min (Foto: Wilson Aiello / EPTV) |
Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, pode trazer agilidade no diagnóstico da dengue. Por meio de um exame de sangue do paciente, o sistema consegue identificar a doença no estágio inicial e informa o resultado em 20 minutos. Outro benefício é que o método amplia a chance de disponibilizar os kits de exame em postos de saúde dos municípios. O biosensor será produzido por uma empresa de biociência em São José do Rio Preto. O custo estimado deve ser de R$ 100.
Foi em um ovo de galinha que pesquisadores encontraram uma forma rápida de identificar a doença. Em laboratório eles produziram o anticorpo NS1 por meio de uma proteína eliminada pelo vírus da dengue. O plasma e o anticorpo vão para um medidor de dengue, aparelho criado pelo Instituto de Física da universidade. O equipamento possui uma pequena película feita com ouro, material que não enferruja e que é mais sensível para identificar a doença.
“A gente utiliza como receptor o anticorpo de reconhecimento da proteína produzido em galinha. Já no paciente, a substância é um marcador que entra em contato com o plasma, a parte branca do sangue com suspeita da doença”, explicou o pesquisador Nirton Vieira.
Exame
Para descobrir o vírus da doença, o exame convencional só pode ser feito depois do sétimo dia que os sintomas apareceram, por causa do período que o organismo começa a apresentar defesa. Depois de feito, o exame demora em média de três dias a uma semana para identificar o anticorpo em um estágio que, muitas vezes, já está avançado. Com o novo biosensor o diagnóstico sai mais rápido, a partir do terceiro dia de sintoma da doença.
Para descobrir o vírus da doença, o exame convencional só pode ser feito depois do sétimo dia que os sintomas apareceram, por causa do período que o organismo começa a apresentar defesa. Depois de feito, o exame demora em média de três dias a uma semana para identificar o anticorpo em um estágio que, muitas vezes, já está avançado. Com o novo biosensor o diagnóstico sai mais rápido, a partir do terceiro dia de sintoma da doença.
Depois de passar por um circuito elétrico, o exame sai em um gráfico. Quando a curva oscila para baixo significa que o paciente está com dengue. Segundo o pesquisador Francisco Guimarães, o método é eficiente principalmente para prevenir os casos mais graves da doença.
“Os médicos podem tomar atitude rápida para evitar complicações como a dengue hemorrágica e até a morte do paciente”, alertou.
O aparelho pode ficar até quatro vezes menor que o protótipo desenvolvido. Os primeiros testes em pessoas já começaram a ser feito. Para o médico sanitarista da Unesp, Rodolpho Telarolli, a diferença é grande.
“Os sangues são coletados e mandados para alguns laboratórios do Adolfo Lutz em algumas regiões do estado. Espero que o novo tipo de exame possa ser feito na rede pública, porque o custo é bem menor que os testes usuais e dá resultados mais rápidos, o que possibilita estar presente em todos os municípios”, indicou.
Vítima
Leme teve epidemia de dengue no ano passado. O auxiliar de serviços gerais Adão Aparecido Donizete foi uma das vítimas da doença. “Demorou uma semana para eu saber o que realmente tinha. Um teste mais rápido poderia ter evitado tanto sofrimento. Acredito que vai ajudar bastante para já saber qual o tratamento correto”, disse.
Região
Segundo os dados das Vigilâncias Epidemiológicas da região, a cidade com maior número de casos da doença é Casa Branca, são 788 registros. O município vive epidemia, assim como Boa Esperança do Sul, que já tem 512 casos. Araraquara possui 83 e São Carlos 20 casos.
Segundo os dados das Vigilâncias Epidemiológicas da região, a cidade com maior número de casos da doença é Casa Branca, são 788 registros. O município vive epidemia, assim como Boa Esperança do Sul, que já tem 512 casos. Araraquara possui 83 e São Carlos 20 casos.
Por UAI
Pesquisadores do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) tentam, desde 2006, encontrar a fórmula para uma vacina capaz de combater o vírus da dengue. Desde o ano passado, esse objetivo ficou mais próximo de ser alcançado. Em dezembro de 2013, foram feitos os primeiros testes em camundongos e os resultados se mostraram promissores. No final de fevereiro deste ano, os testes foram repetidos para garantir a eficácia da vacina. Se a resposta for a mesma, a próxima etapa será realizada em macacos. Daí em diante, caso a vacina seja aprovada, o Brasil será o primeiro país a apresentar uma solução preventiva contra a doença que, em 2013, registrou mais de 1,4 milhão de casos no país. A Região Sudeste foi responsável por 63,4% das notificações, o que corresponde a 936.500 pessoas infectadas.
Segundo o coordenador da pesquisa na UFMG, Flávio Guimarães da Fonseca, a descoberta pode ser uma grande conquista. “Esta é uma corrida mundial, que mobiliza pesquisadores do mundo todo há cerca de 30 anos”, explica. No ano passado, uma vacina chegou a ser testada em seres humanos, na Tailândia, mas não obteve sucesso. No Brasil, outras outras instituições realizam pesquisas, como o Instituto Butantan e o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, mas somente o trabalho realizado em Belo Horizonte tem investimento 100% público. “As chances de ser um produto mais adequado às necessidades brasileiras são maiores, além de os custos serem reduzidos”, explica o pesquisador.
A fórmula da vacina utiliza o mesmo componente viral que resultou na erradicação da varíola. “É o vírus da fórmula utilizada contra a varíola combinado com um pedaço de DNA do vírus da dengue”, explica Fonseca. “A vacina contra a varíola já foi testada antigamente, funciona e é segura”, completa. A combinação é, então, injetada na célula do camundongo, cujo sistema imune reconhece a proteína e passa a produzir células de defesa, impedindo a infecção. Como as cobaias não desenvolvem a doença, foi preciso usar uma estratégia alternativa.
“No lugar da dengue, camundongos desenvolveram uma encefalite”, explica o pesquisador. O mal, no entanto, não foi constatado nos animais vacinados. Com a fórmula injetada e o desafio lançado, teve início uma fase de observação. Após esse período, os resultados demonstraram que no grupo de camundongos contaminados e vacinados, houve 100% de taxa de sobrevivência, enquanto o grupo contaminado que não recebeu a vacina teve 15% de taxa de sobrevivência, ou seja, 85% deles morreram ou ficaram doentes.
Com os novos testes realizados no final de fevereiro, a expectativa é de que os resultados se repitam. Neste momento, os animais já foram vacinados e seguem em observação. Caso o resultado seja positivo, novas etapas deverão ser cumpridas, a começar pelos testes nos outros três sorotipos da doença. Até agora, apenas o sorotipo três da dengue foi avaliado. Faltam os sorotipos 1, 2 e 4. Um estágio, no entanto, bem mais simples. “Esta parte será mais rápida, porque temos a vantagem de poder usar a mesma estratégia”, afirma Fonseca.
Tempo de espera
Antes dos testes em humanos, a vacina ainda será testada em macacos. “Pretendemos fazer isso dentro de um a dois anos, mas existem somente dois centros de testes em primatas no Brasil, então será necessário solicitar autorização junto à Fiocruz ou ao CNPq e aguardar. São testes bastante caros”, pondera Fonseca.
Antes dos testes em humanos, a vacina ainda será testada em macacos. “Pretendemos fazer isso dentro de um a dois anos, mas existem somente dois centros de testes em primatas no Brasil, então será necessário solicitar autorização junto à Fiocruz ou ao CNPq e aguardar. São testes bastante caros”, pondera Fonseca.
Para o pesquisador, se tudo der certo, a vacina deve chegar ao mercado em 2021 ou 2022, já que os testes em seres humanos precisam passar, obrigatoriamente, por cinco anos de estudos. Enquanto isso, a melhor forma de evitar a doença continua sendo o combate aos focos do mosquito.
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