O número de casos confirmados de dengue chega a 6.106 em Americana (SP), segundo a Secretaria de Saúde da cidade. Com esse balanço, a epidemia deste ano passa a ser 633% maior que a anterior, registrada em 2011. Naquele ano, foram confirmados 833 ocorrências da doença.
O levantamento, divulgado na sexta-feira (16), confirmou mais 707 casos de dengue em relação ao balanço anterior, que contabilizava 5.399 no dia 12 de maio. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, outros 372 casos suspeitos da doença aguardam confirmação. Em março deste ano, uma morte em decorrência da doença foi confirmada.
Por Aliny Mary Dias| 17/05/2014 12:54 - Atualizada às
Movimento é fraco em postos da cidade como no Tiradentes (Foto: Marcelo Victor)
Apesar de Campo Grande não enfrentar uma epidemia de dengue como o registrado no ano passado, as notificações pela doença triplicaram na semana passada em relação a semana anterior. O aumento dos casos, no entanto, não lotam os postos de saúde de Campo Grande.
Segundo boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) referente aos casos notificados na semana passada, Campo Grande teve 210 novos casos da doença, o que equivale a uma média de 30 novos casos por dia.
No levantamento anterior, os novos casos somaram 78, número equivalente a 11 casos por dia. Ou seja, na última semana a Capital teve quase o triplo de casos. A taxa de incidência que era de 279,8 passou para 305 na semana passada.
Mesmo com o aumento bastante expressivo, nos postos de saúde, conforme relato de funcionários, a situação é considerada tranquila. No CRS (Centro Regional de Saúde) Gunter Hans, situado no bairro Nova Bahia, apenas um caso foi notificado neste sábado (17). Nos últimos dias, a procura por parte dos usuários têm sido baixa.
Outra unidade com movimentação tranquila hoje é a do bairro Tiradentes. De acordo com a chefia de enfermagem, nenhum caso da doença foi notificado hoje. Um dos motivos que influencia no movimento dos postos, conforme funcionários, é a temperatura amena. Muita gente evita ir aos locais quando a temperatura cai.
Números – Do início do ano até agora, Campo Grande registrou 2.539 mil notificações da doença. Em todos os casos, os pacientes com os sintomas têm exames que comprovam a doença solicitados. No ranking de incidência da dengue, a Capital ocupa o 10º lugar.
A cidade com maior incidência da doença é Bodoquena, que já notificou 232 casos durante o ano e tem população de 7,9 mil pessoas. Os municípios com nenhum registro da doença em 2014 são Angélica, Bataiporã, Inocência, Japorã, Juti e Nova Andradina.
PorRepórter Ademir Gregório| 14:00 - Atualizada às
Foto: Reprodução
O Secretário de saúde Gleidson Martins concedeu entrevista ao "Programa Noticias da Cidade", Fm Cidade 106,3, e falou sobre as ações que estão sendo realizadas em Ipu, no combate a dengue.
Os Agentes de Endemias estão trabalhando para diminuir os focos do mosquito. O carro fumacê está atuando na cidade de Ipu, semana passada esteve na cidade, e voltará novamente a Ipu.
As Agentes de Saúde irão trabalhar com uma ficha domiciliar semelhante as que os Agentes de Endemias usam quando fazem as visitas nas casas. Sendo encontrado casos de focos do mosquito, as pessoas serão encaminhadas ao atendimento de saúde, com prioridade no atendimento.
O Secretário também propôs que os vereadores, durante as sessões na Câmara Municipal, debatam uma forma de solucionar o problema das caixas d'água descobertas em Ipu. Segundo o secretário existem vários casos suspeitos de dengue e pede a população que realize o exame de sorologia para confirmar se é mesmo dengue.
Gleidson Martins parabenizou os enfermeiros da cidade pelo dia do Enfermeiro que é comemorado no dia 12 de maio.
Por ND ONLINE-GRUPO RIC MAIS| - Atualizada às
Vigilância em saúde encontrou novos focos nos bairros Floresta e Vila Nova
Número já é superior ao total de criadouros do aedes aegypti encontrados na cidade em 2013
Enquanto em 2013, foram registrados 95 focos do mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti, este ano, até o dia 13 de maio, já são 119 focos encontrados pela Vigilância Ambiental, da Secretaria da Saúde, em Joinville. A situação se agravou em todo o país. Desse modo, mesmo com este número elevado, o município está em 5º lugar em número de focos em Santa Catarina, enquanto ocupava o 3º lugar, no ano passado. Até agora, também foram confirmados quatro casos da doença, de pessoas contaminadas em outros estados, são classificados como casos importados.
A maioria dos focos encontrados pela Vigilância Ambiental está nos bairros Floresta e no Vila Nova, onde foi realizada ação em ferro velho com veículo vindos de São Paulo apresentando focos do mosquito da dengue. O proprietário foi multado. Como o mosquito se reproduz em água parada limpa, a carcaça dos carros é um ambiente propício à sua reprodução.
A Secretaria da Saúde continua instalando armadilhas para identificar focos e orientando os moradores. Novamente, a coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Thaisa Kulevicz, reforça a importância dos moradores fazerem a sua parte para evitar a proliferação do mosquito da dengue.
Como colaborar para evitar a proliferação do mosquito da dengue:
- Não deixe recipientes que acumulam água ao ar livre;
- Limpe o recipiente antes de guardar, inclusive vasos de plantas. Os ovos do mosquito podem permanecer em ambiente seco durante um ano e quatro meses. O ovo pode eclodir ao entrar em contato com a água mesmo depois de todo esse tempo;
- Não deixe pneus expostos à chuva;
- Não deixe garrafas expostas à chuva;
- Pratos de vasos de plantas devem ter areia para não acumular água;
- Limpe as calhas;
- Lave plantas que acumulam água uma vez por semana;
- Limpe recipientes da água dos animais uma vez por semana;
Agentes combatem os criadouros do mosquito da dengue
Clima da região favorece atividade de mosquito transmissor; Natal, Fortaleza e Salvador apresentam maior risco.
O período em que o mosquito transmissor fica mais ativo acaba em maio na maior parte do país, quando em geral chove menos. Mas como o clima é diferente no Nordeste, mais chuvoso em junho e julho, o surto pode coincidir com o Mundial. Para especialistas, as cidades com mais risco são Natal, Fortaleza e Salvador.
Em dezembro, quando o pesquisador britânico especialista em dengue Simon Hay havia alertado para o risco maior da deonça no Nordeste durante o Mundial, o Ministério da Saúde minimizou o problema.
À BBC Brasil, o órgão disse que "em junho e julho, meses em que serão realizados os jogos da Copa do Mundo 2014, as taxas de incidência da doença mostram baixa transmissão na região Nordeste, não havendo evidências de que, durante a realização dos jogos, possam ocorrer epidemias de dengue nas cidades-sede".
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 322.230 casos de dengue neste ano, até 19 de abril. O número é bem menor do que os 1,1 milhão de casos registrados no mesmo período de 2013.
No Estado de São Paulo, também houve queda na incidência da doença (117 mil casos neste ano ante 170,5 mil em 2013), mas os casos graves aumentaram 184,68% - de 359 entre 1º de janeiro e 19 de abril de 2013 para 1.022 em 2014.
Os casos da doença têm se concentrado em algumas cidades paulistas e municípios como Campinas e Jaú apresentam epidemia da doença.
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Por Via Comercial
Os serviços de capina manual e roçada mecanizada feitos por trabalhadores da empresa contratada pela Prefeitura na força-tarefa emergencial de combate à dengue já retirou 4.875 caminhões carregados de mato, lixo e entulho de dezenas de bairros de Itabira, no período de 24 de fevereiro a 30 de abril.
O aumento do número de trabalhadores envolvidos na força-tarefa, de 120 no início dos serviços, para 195 fazendo a roçada manual e mecanizada de segunda a sábado, inclusive nos feriados, garantiu mais agilidade e a conclusão dos serviços em ruas de diversos bairros.
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De acordo com a empresa contratada, a atuação de agentes de saúde da Prefeitura no apoio e informando aos moradores dos bairros, para que retirassem entulho, lixo e mato de dentro das casas foi imprescindível para maior agilidade no serviço de recolhimento.
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Esta semana os trabalhos da força-tarefa continuam sendo feitos numa área na região central, próxima à Escola Coronel José Batista e em ruas, praças e quadras nos bairros Bethânia, Amazonas, Cônego Guilhermino e Valença (próximo à moto-pista). A atuação nos bairros acontece conforme cronograma definido pela Prefeitura.
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12-05-2014 Por Governo do Paraná A Secretaria Estadual de Saúde iniciou um amplo estudo para avaliar a circulação do mosquito da dengue em Curitiba e Região Metropolitana. Serão instaladas 900 armadilhas para a captura e análise dos mosquitos, o que contribuirá para a identificação das espécies predominantes na região. O estudo deve ser concluído no fim de maio e o relatório final será apresentado em junho.
A medida, que começou na última semana, foi tomada depois que Curitiba confirmou o primeiro caso autóctone de dengue, ocorrido em fevereiro deste ano. Além da capital, o estudo está mapeando a situação do Aedes aegypti em mais nove municípios: São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Araucária, Campo Largo, Campo Magro, Almirante Tamandaré, Colombo, Pinhais e Piraquara.
De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, a iniciativa serve para direcionar as ações de combate à dengue a fim de evitar a proliferação do mosquito na região. “Curitiba e região metropolitana historicamente registravam apenas casos importados de dengue. Com a confirmação deste primeiro caso autóctone estamos redobrando a atenção e as ações de controle”, destacou.
ÁREAS DE RISCO – O estudo vai identificar os locais de risco para a introdução e desenvolvimento do mosquito, como áreas de rodoviária, aeroporto, linhas férreas, postos de combustível, restaurantes e lanchonetes de beira de estrada, além de outros pontos com grande circulação de visitantes. “Estamos traçando um panorama geral de todas as vias de acesso à Curitiba. Desta forma, podemos verificar qual o real risco da região em relação à dengue”, explicou o superintendente.
Moradores de áreas próximas a áreas de risco devem ter cuidado redobrado com suas casas e quintais. “Os ovos do mosquito podem sobreviver por mais de um ano a espera de um clima propício para o desenvolvimento, por isso é importante que todos os criadouros sejam eliminados”, ressaltou a coordenadora do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte.
O trabalho está sendo desenvolvido pela equipe de entomologia da 19ª Regional de Saúde de Jacarezinho, com a colaboração e apoio logístico dos municípios. Em dezembro de 2013, essa mesma ação foi realizada em Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba e atestou que a espécie predominante na região é o Aedes albopictus, que não transmite a dengue.
ARMADILHA – O coordenador do projeto, Rubens Massafera, afirma que as armadilhas (ovitrampa) são dispositivos seguros que capturam os ovos dos mosquitos. “A armadilha é um pequeno vaso, com uma palheta de eucatex envolta a uma solução de água com feno. Esta solução amplia em 80% o poder de atração do criadouro, o que potencializa a ação da armadilha”, relata Massafera.
A partir da captura dos ovos, as amostras são encaminhadas ao laboratório de referência para a identificação da espécie. Caso o mosquito encontrado seja o Aedes aegypti, medidas de controle são imediatamente recomendadas às equipes municipais.
A vacina oferece proteção contra três tipos do vírus influenza: o B, o H1N1 e o H3N2. (Thinkstock)
Por Veja Notícias
Meta é imunizar 80% do grupo prioritário. Até agora, pouco mais da metade tomou a vacina
O Ministério da Saúde anunciou que a campanha de vacinação contra a gripe será prorrogada até atingir a meta de imunizar 80% do grupo prioritário para imunização. Até a quinta-feira, 21,3 milhões de pessoas tomaram a vacina, número que representa apenas 53,6% do objetivo estabelecido, de 49,6 milhões de pessoas. A princípio, a campanha acabaria nesta sexta-feira.
Fazem parte do grupo prioritário crianças de seis meses a menores de cinco anos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde e do sistema prisional, povos indígenas, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto e doentes crônicos (como obesos, diabéticos e pessoas com insuficiência cardíaca).
Disponível desde 22 de abril nos postos de vacinação, a vacina oferece proteção contra três tipos do vírus influenza: o B, o H1N1 e o H3N2. "As pessoas devem procurar por um posto de saúde o quanto antes e não deixar para se vacinar nos últimos dias. A vacina demora cerca de quinze dias para fazer efeito e no período de frio aumentam as chances de contágio da doença", disse o ministro da Saúde, Arthur Chioro.
O Ministério da Saúde garante que a vacina é segura e incapaz de desencadear uma gripe. Segundo a pasta, foram distribuídas 53,5 milhões de doses em todo o país.
Quem deve ser imunizado?
O grupo prioritário da campanha de vacinação de 2014 – ou seja, aqueles que poderão ser imunizados pela rede pública — é formado por crianças de seis meses a cinco anos de idade, pessoas com mais de 60 anos, indígenas, profissionais de saúde, população carcerária, gestantes, mulheres até 45 dias depois do parto e doentes crônicos. Pessoas que não estão nesse grupo podem ser vacinadas pela rede privada. A vacina é contraindicada para crianças com menos de seis meses e pessoas que já apresentaram reação alérgica grave à vacina.
A vacina pode provocar gripe?
Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe é segura e não existe possibilidade de ela desencadear a doença. Mas há casos, por exemplo, em que o vírus da gripe é contraído antes da vacina, mas se manifesta apenas após a imunização.
Quem já foi imunizado contra a gripe precisa se vacinar de novo?
Como a vacina contra a gripe é diferente a cada ano, pessoas do grupo prioritário devem ser imunizadas anualmente para se proteger contra a doença.
A vacina protege contra todos os tipos de vírus da gripe?
Não. A cada ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) define qual será a formulação da vacina contra a gripe a partir dos tipos do vírus influenza que mais circularam no segundo semestre do ano anterior. Em 2014, a vacina vai oferecer proteção contra o vírus influenza B, o H1N1 e o H3N2.
Por que é importante ser vacinado nesta época do ano?
De acordo com o Ministério da Saúde, o inverno é a estação mais propícia para a gripe. Como a criação dos anticorpos contra a doença ocorre de duas a três semanas após a aplicação da vacina, o ideal é que as pessoas sejam imunizadas a tempo de criar anticorpos.
Por Veja Notícias
Como a dengue é transmitida?
O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. O inseto, se infectado, introduz o vírus no sangue humano. O Aedes aegypti contaminado é capaz de passar a doença para tantas pessoas quanto ele picar.
Em qual parte do dia o mosquito pica mais?
Segundo Ésper Kallás, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, o mosquito transmissor da dengue tem o hábito de picar com mais frequência no início da manhã e no final da tarde, mas isso não quer dizer que uma pessoa não possa ser picada em outros períodos do dia.
É possível ser picado mesmo com roupa?
"O mosquito que transmite a dengue consegue picar uma pessoa mesmo se ela está vestida – a não ser que a roupa seja muito grossa, como uma blusa de lã", explica a infectologista Thaís Guimarães, da Sociedade Brasileira de Infectologia.
Todos que são picados desenvolvem a doença?
Não, nem todas as pessoas picadas pelo mosquito Aedes aegypti desenvolvem os sintomas da dengue. Se o mosquito não estiver contaminado, consequentemente o indivíduo também não receberá o vírus e não terá a doença. Além disso, algumas pessoas infectadas não apresentam sintoma algum da dengue — segundo o infectologista Ésper Kallás, a medicina ainda não sabe por que isso ocorre.
Quais são os sintomas característicos da dengue?
Os sintomas mais comuns da dengue clássica incluem febre alta, dores no corpo, de cabeça, atrás dos olhos e nas articulações, além do aparecimento de manchas pelo corpo. Diferentemente do resfriado comum, a dengue não afeta o aparelho respiratório do paciente – ou seja, não provoca tosse ou coriza.
Quanto tempo leva para os sintomas da dengue aparecerem?
O período entre a picada do mosquito transmissor do vírus da dengue e o surgimento dos sintomas da doença varia entre três e treze dias, em média.
Por quantos dias os sintomas da dengue persistem?
Em geral, os sintomas duram até uma semana — exceto na forma hemorrágica da doença. Nesse caso, o tempo em que a doença persiste varia de acordo com o prognóstico de cada paciente.
Ter dengue uma vez deixa a pessoa imune a uma segunda picada?
Não. Cada pessoa pode apresentar dengue até quatro vezes, que é o número de tipos do vírus que causam a doença. Quando infectadas por um deles, as pessoas se tornam imunes a essa variedade do vírus, mas não às outras.
Por que ter dengue pela segunda vez é mais perigoso?
Ter dengue pela segunda (terceira ou quarta) vez é mais perigoso à saúde porque o risco de a doença evoluir para a forma hemorrágica se torna muito maior. Segundo a infectologista Thaís Guimarães, quando uma pessoa é contaminada novamente pelo vírus da dengue, a reação de seu sistema imunológico é muito mais agressiva e capaz de desencadear esse processo hemorrágico. "Pessoas com dengue pela primeira vez podem ter dengue hemorrágica, mas isso é muito raro", diz a médica.
Qual é a diferença entre a dengue comum e a hemorrágica?
A dengue é uma doença única. Sua forma hemorrágica ocorre quando o problema evolui de sintomas leves ou moderados, como febre e dores de cabeça, para sangramentos, que podem acontecer desde na gengiva até nos órgãos gastrointestinais. Segundo o infectologista Ésper Kallás, cerca de 1% dos casos de dengue são do tipo hemorrágico. Os sinais que podem indicar que uma pessoa está com dengue hemorrágica incluem sangramentos (na gengiva, genitais e nariz, por exemplo), vômito, dor muito forte de barriga, diarreia persistente, manchas pelo corpo e tontura.
Como a dengue é tratada?
Não há um tratamento específico contra a dengue. O que existe são formas de combater os sintomas da doença – ou seja, medicamentos que atenuam as dores, as febres ou terapia intensiva para combater a hemorragia. Formas mais leves da enfermidade geralmente são tratadas com hidratação e repouso, e sintomas mais relevantes, com analgésicos e antitérmicos. A internação hospitalar é necessária em casos mais graves, com hemorragia.
Como prevenir a dengue?
Para evitar a dengue, é preciso combater o mosquito que transmite o vírus da doença. Isso inclui eliminar focos de água parada e acúmulo de lixo. O uso de repelentes e produtos químicos que evitam o inseto também ajuda.
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Por Bol Notícias O número oficial de pessoas contaminadas pela dengue subiu nesta quinta-feira, 8, para 3.223 casos positivos, em Jaú, no interior paulista. No entanto, mais de 10 mil pessoas podem ter contraído a doença e não ter procurado os serviços de saúde. A epidemia causou a morte de sete pessoas entre março e abril, uma delas por dengue hemorrágica. Vinte duas foram internadas com a forma mais grave da doença, aos menos três continuam hospitalizadas.
"A subnotificação da doença é preocupante porque pode causar sérios prejuízos aos pacientes", diz a enfermeira Leila Garcia Rossi, do Serviço de Vigilância Epidemiológica da cidade. Segundo ela, além das pessoas que não procuraram atendimento, a subnotificação é feita também pelos próprios consultórios e clínicas médicas.
"Embora seja uma doença de notificação compulsória, podemos contar nos dedos os médicos e laboratórios particulares que fazem a notificação dos casos", diz. Ela estima que pelo menos 10 mil pessoas podem ter adquirido a doença na cidade, de 140 mil habitantes. Médicos ouvidos pela reportagem estimam que a subnotificação é ainda maior: de aproximadamente 20 mil pessoas. Só na Santa Casa de Jaú, 85 profissionais, entre eles 25 médicos e 30 enfermeiros, contraíram a doença.
"Acho que não chega a tanto (20 mil), mas 10 mil é um número razoável. O problema é que por ser uma doença de contaminação viral, as pessoas acham que podem se cuidar sozinhas e não procuram os médicos. Mas os prejuízos podem ser grandes, pois com remédio errado a doença pode se agravar", afirma Leila.
No entanto, Leila diz que a contaminação está diminuindo. "Pelos nossos números, a epidemia está perdendo a força. Em março de 100 a 200 suspeitos eram notificados por dia. Hoje estamos em 20 por dia", diz. O último boletim da doença, divulgado nesta quinta-feira, 8, informa que o município tem 3.223 casos positivos e 1.871 negativos. Os casos são confirmados com base nos sintomas clínicos dos pacientes.
Prevenção.
A Prefeitura de Jaú, por meio da Secretaria de Saúde e do Departamento de Zoonose, informou que está atuando em vários bairros da cidade com os trabalhos de bloqueio de controle de criadouros e também de nebulização. Segundo a Secretaria de Saúde, ainda há 174 pessoas que aguardam resultado do exame para dengue. Outras 190 receberam resultado negativo.(Chico Siqueira, especial para a AE)
Foto: Portal Guaíra
Por Portal Guaíra
A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) divulgou um boletim atualizado com os casos de dengue no Paraná. Segundo o balanço, fechado no fim da tarde de terça-feira (6), 8.528 casos foram confirmados em 164 municípios. Conforme a Sesa, a situação é mais grave nas regiões oeste, noroeste e norte do estado, onde estão os 16 municípios que enfrentam epidemia. Maringá, no noroeste, é a cidade paranaense com o maior número de doentes: 2.184. De janeiro a maio de 2014, 24 cidades já receberam o fumacê, os veículos adaptados para a aplicação do inseticida contra o mosquito transmissor. “Cerca de 90% dos focos do mosquito são encontrados nos quintais de casa. Por isso, devemos ter atenção redobrada nas residências”, explicou o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz. Ainda de acordo com o boletim da Sesa, cidades pequenas também enfrentam situações de risco. Nova Londrina, no norte, tem 1.342 casos confirmados; Marilena, também no norte, está com 785; e Guaíra, no oeste, tem 497 casos da doença.
GUAÍRA
O alto número de doentes tem preocupado os 30 mil habitantes de Guaíra, na beira do Rio Paraná, na fronteira com o Paraguai. “A cada dia, você encontra mais pessoas doentes”, teme o corretor de seguros Roberto Barbosa, morador da cidade. Na opinião de profissionais da área da saúde, o boletim da Secretaria Estadual de Saúde deve servir de alerta. “Esses casos todos mostram que dengue não é um problema típico de verão. Isso significa que a gente não pode descuidar de jeito nenhum“, alerta o enfermeiro Daniel Loss. Os agentes de saúde da cidade intensificaram as vistorias nas casas e terrenos baldios. “É um problema de todos e nós pedimos a compreensão de todos para que auxiliem nesse trabalho de limpeza e cuidado,” disse o secretário de Saúde de Guaíra, Leandro Danelon. A assistente administrativa Izabel Gomes já teve dengue e encarou as fortes dores na cabeça e no corpo, além da febre alta. Depois do sofrimento, ela reforça o alerta. “A população tem que ajudar. Não quero que ninguém pegue.”
Campinas, que hospedará portugueses, passa por epidemia de dengue / Pedro Nunes/AFP
Por Da Ansa esportes@band.com.br
Campinas está enfrentando a maior epidemia da doença em sua história
As 15 seleções que irão se hospedar no estado de São Paulo estão se preocupando com mais um problema: a dengue. Campinas, que receberá as seleções de Portugal e da Nigéria, está enfrentando a maior epidemia da doença em sua história, com mais de 17 mil casos.
Segundo dados divulgados no início deste mês pela Secretaria Estadual da Saúde, São Paulo teve aumento de 82,3% nos casos de dengue no mês de março em relação ao mesmo mês de 2013.
As outras cidades do estado que receberão delegações durante a Copa do Mundo são Sorocaba (Argélia), Guarulhos (Irã), Águas de Lindoia (Costa do Marfim), Porto Feliz (Honduras), Ribeirão Preto (França), Cotia (Colômbia), Itu (Japão e Rússia), São Paulo (Estados Unidos), Mogi das Cruzes (Bélgica), Santos (Costa Rica e México) e Guarujá (Bósnia).
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Brasília - A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 7, um projeto de lei que garante aos agentes comunitários de saúde e de endemias um piso salarial de R$ 1.014. A matéria se arrastava desde 2006 na Câmara e teve sua votação bloqueada pelo governo por diversas vezes no ano passado por ser considerada uma "pauta bomba", que implicaria em aumento de despesas para a União. Agora, a matéria segue para o Senado.
A pressão da bancada da saúde e dos agentes comunitários, no entanto, não permitiu que o projeto fosse adiado mais uma vez e o próprio líder do governo em exercício, deputado Henrique Fontana (PT-RS), acabou liberando a bancada na votação desta tarde. Pelo texto aprovado, os agentes comunitários de saúde e de endemias terão o piso reajustado de acordo com a variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo ano anterior, o mesmo gatilho vigente para o salário mínimo. A redação também estabelece que a União poderá complementar os encargos trabalhistas - a cargo dos municípios -, caso haja disponibilidade financeira para tanto.
De acordo com parlamentares que acompanharam as negociações, o governo chegou a sinalizar que enviaria uma contraproposta de última hora, o que não aconteceu. Já o valor estipulado pelo piso é semelhante ao transferido hoje pela União aos agentes, mas, de acordo com parlamentares, muitas vezes os municípios repassavam à categoria um salário mínimo e usavam a diferença para cobrir encargos trabalhistas, o que não poderá mais acontecer. Na prática, isso significa que o impacto fiscal imediato da matéria deve recair sobre as administrações municipais.
No ano passado, quando a presidente Dilma Rousseff chegou a pedir aos líderes do Congresso Nacional que não votassem propostas que implicassem no aumento de gastos, o piso nacional ficou em banho-maria. O medo do Executivo à época era que, com a aprovação, outras demandas salariais de categorias com impacto muito maior também avançassem, entre eles a Proposta de Emenda à Constituição que visa criar um piso para policiais militares e bombeiros.
Foto: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS
Por Jornal dos Agentes de Saúde Ninguém sabe ao certo qual o valor que será votado, conforme setor de jornalismo da Câmara
A proposta que define o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias (PL 7495/06) é o destaque das votações na Câmara nesta terça-feira (6). O presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, havia prometido a análise da matéria para os dias 13 e 14 de maio, mas decidiu reservar esses dias para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do orçamento impositivo, antecipando o debate sobre o Piso Salarial Nacional dos Agentes de Saúde.
Segundo o setor de jornalismo da Câmara do Deputados, o valor do piso ainda está indefinido. Atualmente, o governo federal já repassa um total de R$ 1.014 por agente, mas parte desse valor é usado pelos municípios para pagar encargos previdenciários e trabalhistas, o que é classificado pela MNAS - Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde (ACS/ACE) como desvio de finalidade, portanto, uma má conduta administrativa que deveria ser passiva a sanções.
O último valor defendido pela categoria era de é de R$ 950, que seriam reajustados anualmente nos mesmos moldes do salário mínimo, até que atingisse dois salários, numa trajetória de 5 anos. Entretanto, o governo federal não quer arcar sozinho com o aumento do custo total, seja considerado que a Lei Federal 11.350/06 responsabiliza as três esfera de governo pelo custeio da categoria.
A coordenação nacional da MNAS diz que, "se o valor for abaixo dos R$ 1.014, será uma grande humilhação para toda a categoria. e inconcebível que, depois de quase uma década de luta o valor assegurado fique abaixo do repasse do Ministério da Saúde. Sem levar em conta que, a nível municipal, a categoria tem conseguido garanti o repasse integral, como foi o caso do que ocorreu com Cruz do Espírito Santo (PB), na semana passada," comentou Samuel Camêlo, coordenador Nacional da MNAS.
A matéria será analisada após uma comissão geral apreciá-la, o que ocorrerá das 14 às 16 horas de terça-feira, com a finalidade de discutir assuntos relativos à categoria.
Foto: Divulgação
Por Diário do Nordeste
Em boletim epidemiológico divulgado no dia 02 de maio, a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), confirmou a primeira morte por dengue em 2014 no Ceará. O óbito foi registrado no dia 22 de abril, no município de Maracanaú, e é o único confirmado dentre 14 notificações de mortes por suspeitas da doença.
De acordo com o boletim, o Ceará apresenta atualmente 2.116 casos de dengue confirmados em 69 municípios, 232 a mais em relação ao que constava no informativo anterior, divulgado no último dia 25.
Tomando em consideração os casos de dengue com sinais de alarme, o número saltou de 17 confirmações em quatro municípios para 29, em nove cidades.
Em relação aos casos de dengue grave, o número aumentou de um para três, um deles representado pelo caso de óbito em Maracanaú. As outras duas confirmações foram feitas nos municípios de Pereiro eJuazeiro do Norte. Ambos os pacientes, entretanto, já foram curados.
O boletim atesta ainda que 35 municípios cearenses sofrem com infestação pelo Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. 69 municípios são apontados com casos de transmissão da dengue. A doença apresenta incidência de 105,22 casos para cada 100 mil habitantes do Estado do Ceará.
Os municípios com maior incidência de Dengue no Estado do Ceará foram Fortaleza, com 461 casos registrados, e Tauá, com 421 casos contabilizados.
Queda
Embora a primeira morte por dengue seja motivo de alerta contra a disseminação da doença no Estado, o número de óbitos caiu em 95% em relação a igual período entre janeiro e abril de 2013, quando o total de 21 mortes havia sido confirmadas. No Brasil, o número de mortes caiu 87% nos três primeiros meses deste ano, em comparação ao mesmo período de 2013. Entre janeiro e março de 2014, foram 47 óbitos no país, enquanto em 2013, 368 mortes foram notificadas nesses meses.
A Secretaria da Saúde do Ceará informa, por meio da assessoria de comunicação, que para o controle da dengue, prefeitos e secretários municipais de saúde devem garantir a continuidade das ações do controle focal do mosquito pelos agentes de endemias, realizar multirões de limpeza urbana e convocar a população a colaborar.
Desde janeiro de 2014, por sugestão da Organização Mundial de Saúde (OMS), a dengue recebeu novas classificações, que especificam de forma mais adequada cada possível manifestação da doença.
A doença agora é classificada em dengue, dengue com sinais de alarme e dengue grave. Uma pessoa com duas ou mais manifestações como dor de cabeça, febre, náusea, vômitos, manchas avermelhadas na pele ou prova do laço positivas, é considerada como caso suspeito de dengue.
A dengue com sinais de alarme diz respeito ao paciente em que, no período de efervescência da febre, apresentar um ou mais dos seguintes sintomas: dor abdominal contínua, vômitos persistentes, acumulação de líquidos, sangramento de mucosas, dentre outros.
Já os casos de dengue grave são caracterizados por choque, sangramento grave ou comprometimento grave de órgãos como coração ou do sistema nervoso central.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe na rede pública de saúde continua até o dia 9 de maio. Cerca de 49,6 milhões de pessoas, do público prioritário, podem se vacinar contra a doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Neste ano, também serão protegidas crianças com até cinco anos incompletos.
Durante a campanha, que acontece até o dia 9 de maio, serão vacinadascrianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 80% de cada grupo prioritário, com exceção dos doentes crônicos.
Para realizar a mobilização, o Ministério da Saúde disponibilizou às secretarias estaduais de saúde 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe recomendados pela Organização Mundial da Saúde(OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A campanha conta com a participação de cerca de 240 mil pessoas e utilização de mais de 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
Segurança – A vacina é ofertada a grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias, conforme recomendação da OMS. Ela é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na maioria das vezes, em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.
A campanha de vacinação é realizada no período que antecede o inverno porque a criação de anticorpos ocorre entre duas e três semanas após a aplicação da dose. O período de maior circulação da gripe é de final de maio a agosto. As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados, sem a necessidade de prescrição médica.
Medidas de Prevenção – A vacinação contra gripe é uma importante ação de prevenção da gripe, mas não dispensa medidas básicas de proteção. São cuidados simples, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
A transmissão da gripe acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz).
Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe - especialmente as integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações - devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.