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Por Agência Belém | 04 - Atualizada em 04 às 23:51
A ação começa nesta sexta-feira, 04, e termina no dia 27 deste mês
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| Foto: arquivo Comus |
A ação começa nesta sexta-feira, 04, e termina no dia 27 deste mês
Com a chegada do verão e das férias escolares, muitas famílias migram para os balneários para curtir a época. As casas de veraneio, que ficam fechadas quase o ano todo, são abertas e é este o momento ideal para que os agentes de combate às endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) possam entrar nesses locais e verificar se há criadouro do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue.
A ação faz parte da Operação Verão 2014 da Sesma e organizado pelo Departamento de Vigilância à Saúde (Devs). Com o mote “Não dê tempo para a dengue”, a campanha visa combater o índice de infestação do Aedes aegypti nos distritos de Mosqueiro e Outeiro. “Esses balneários apresentam maior circulação de pessoas neste período, sendo necessária a criação de estratégias de trabalho para reduzir as pendências dos imóveis não vistoriados na rotina dos agentes da Sesma por estarem fechados”, explica Orliuda Bezerra, diretora do Devs.
Durante as visitas serão feitas ações educativas, inspeções e identificações de criadouros e coletas de larvas e/ou pupas para análise em laboratório. “O trabalho será feito durante todos finais de semana de julho, pois é um momento oportuno para que as ações de prevenção e controle da doença sejam focalizadas nesses dois distritos, considerando os imóveis que estarão abertos neste período e o contingente de pessoas que serão alcançadas nestas ilhas. Nossa expectativa é a redução dos índices de infestação do mosquito da dengue”, reforça Orliuda.
A ação começa nesta sexta-feira, 04, e termina no dia 27 deste mês. Cerca de 50 servidores estão envolvidos neste trabalho. De acordo com a diretora do Devs, os domicílios visitados também passarão pela Pesquisa Vetorial Especial (PVE), para averiguação de casos suspeitos, busca de possíveis criadouros e orientação aos moradores do local. Além de caracterização entomológica, que faz um agrupamento de informações do mosquito, como sua distribuição geográfica, índices de infestação e depósitos predominantes.
Redução
Em 2014, o município de Belém registrou até a primeira quinzena de junho 102 casos confirmados de dengue, sendo cem de dengue clássica, um com complicações e um do tipo hemorrágica. De acordo com o Devs, todos os casos evoluíram à cura, sem nenhum óbito registrado.
“Nos últimos dez anos a incidência de dengue tem reduzido potencialmente no nosso município. Hoje registramos uma média de quase 90% menos casos de dengue em relação ao que era registrado em 2005. Mas ainda assim, temos que nos preocupar, porque o mosquito está aí e se reproduz com muita rapidez”, ressalta Orliuda Bezerra.
A população possui papel fundamental no combate à doença. Para tanto, a Sesma disponibiliza o Disque Dengue, através do telefone 3277-2485, serviço que recebe denúncias da população de focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da doença. Durante o contato com o atendente, o denunciante deve informar o endereço, com o perímetro correto, para que uma equipe seja encaminhada até o local. O Disque Dengue oferece ainda, orientações para pessoas com suspeita da doença.
Ações em Mosqueiro
Para comemorar o119º aniversário da Ilha de Mosqueiro, no domingo (06), o Devs realizará mais uma edição do “Devs Itinerante”, caravana que promove ações de educação e orientação em saúde em todos os distritos que compõem o município de Belém. A população poderá aprender sobre dengue, meningite, leptospirose, tabagismo, violência no trânsito, doenças sexualmente transmissíveis, Aids, hipertensão e diabetes.
Entre as atividades que serão apresentadas estão teatro de fantoches, desenhos educativos, kit entomológico, abordagem educativa com apoio de folderes, verificação de pressão arterial e glicemia, entrega de preservativos masculino e feminino, orientação sobre alimentação saudável e avaliação nutricional. O “Devs Itinerante” em Mosqueiro estará na Praça Matriz, de 8h às 13h.
Por redacao@donodanoticia.com em 04 - Atualizada em 04 às 23:43
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| Reprodução/internet |
O deputado Fernando Monteiro (PTB) disse, na última quarta-feira (2), que apresentou requerimento pedindo ao governador Zé Filho, e ao secretário de Saúde, Mirocles Veras, a adoção de ações urgentes para combater epidemia de dengue que atinge os municípios de Barras e Porto, na região Norte do Piauí. Ele disse que já ocorreram casos fatais, como o da jovem Maria Liliane, 17 anos, que morreu em consequência de dengue hemorrágica em Porto.
Fernando Monteiro afirmou que a epidemia de dengue está deixando a população dos dois municípios em pânico, “por isso temos recebido apelo de lideranças desses municípios no sentido de que fazermos gestões junto aos órgãos competentes para que adotem medidas de combate à doença”.
O parlamentar petebista revelou que dados da Coordenação de Epidemiologia da Secretaria de Saúde indicam que já ocorreram quatro mil casos de dengue este ano Piauí, superando os registrados no mesmo período do ano passado. “Em 19 municípios, a incidência de dengue está acima do esperado”, declarou Fernando Monteiro, pedindo que o Governo envie uma força tarefa para Barras e Porto visando combater a epidemia da doença.
Por Roberta Jansen / O Globo- Colaborou Leonardo Vieira - 04 - Atualizada em 04 às 23:37
Doença que vem da África tem sintomas parecidos com os da dengue, com dores mais fores pelo corpo
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| Reprodução/internet |
Doença que vem da África tem sintomas parecidos com os da dengue, com dores mais fores pelo corpo
A doença é parecida com a dengue, mas muito mais dolorosa. Trata-se da febre Chikungunya, originária da África, responsável por severas dores nas articulações que podem perdurar até por anos após a fase aguda da infecção. Dezessete casos já foram registrados no Brasil - aparentemente todos de pessoas que contraíram a enfermidade no exterior -, e especialistas acreditam que a deflagração de uma nova epidemia é inevitável. O vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos responsáveis pela propagação da dengue.
A febre foi detectada pela primeira vez em 1952, na fronteira da Tanzânia com Moçambique. A doença se espalhou por várias regiões da África e da Ásia, e, atualmente, há surtos cíclicos em aproximadamente 40 países, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Em dezembro passado, no entanto, a infecção foi registrada pela primeira vez nas Américas e vem se disseminando com muita rapidez: já foi reportada em 30 nações da região. No empobrecido e castigado Haiti, onde o Brasil mantém um contingente de militares, a epidemia está completamente fora de controle.
- O risco (de epidemia no Brasil) é iminente - garante o infectologista Stefan Cunha Ujvari, autor do livro "Pandemias" (Ed. Contexto). - A qualquer momento vai começar uma epidemia, não há mais como evitar: a doença é transmitida pelo aedes e segue a mesma rota da dengue. Basta um mosquito picar um doente aqui que vai passar adiante.
Dos 17 casos registrados no Brasil, 15 envolvem militares e missionários brasileiros que regressaram de missão no Haiti. Os outros dois são de brasileiros que estiveram na República Dominicana a turismo. "Outros dois casos estão em investigação, também de pessoas vindas desses mesmos países. Todos os pacientes apresentaram um quadro leve, estável e de evolução clínica favorável", informou o Ministério da Saúde ontem, em comunicado.
- Não está claro se essas pessoas infectadas também trouxeram para o país mosquitos com o vírus - alertou Robert Muggah, diretor de pesquisa da ONG Instituto Igarapé, que realizou um levantamento sobre a doença no Haiti, entre 19 e 31 de maio deste ano.
260 mil pessoas afetadas no Caribe
Segundo o especialista, diversos outros militares que integram as tropas de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, teriam contraído a doença por lá, sem, no entanto, voltar doentes ao país. Entretanto, eles podem ter trazido mosquitos infectados. Além disso, estamos em plena Copa do Mundo, recebendo milhares de turistas de diversas partes do mundo - todos potenciais portadores do vírus. Teoricamente, basta que um mosquito pique uma pessoa na fase febril da doença e transmita o vírus a outra para que a doença comece a se disseminar.
Por isso, Muggah acredita que é alta a possibilidade de o Brasil enfrentar uma epidemia da febre.
- Há um sério risco de a febre Chikungunya se tornar epidêmica no Brasil - afirmou o especialista. - Os primeiros casos (das Américas) foram reportados no Caribe em dezembro de 2013, e já são 260 mil pessoas atingidas diretamente. Há um tráfego constante de pessoas indo do Brasil ao Haiti por conta das tropas de paz, sem falar em trabalhadores de agências humanitárias, missionários e diplomatas.
A outra razão, na análise de Muggah, é ambiental: o Brasil tem condições climáticas ideais para a disseminação da febre, e os dois mosquitos transmissores são comuns aqui. Vale lembrar que o país teve mais de 1,4 milhão de casos de dengue no ano passado (cerca de dois terços de todas as ocorrências do Hemisfério Ocidental).
- Embora o Brasil tenha uma infraestrutura de saúde pública muito mais sofisticada do que a do Haiti, se medidas preventivas não forem rapidamente adotadas, a epidemia pode se disseminar rapidamente - disse Muggah. - O potencial para uma epidemia catastrófica é muito alto.
O Brasil já tinha registrado três casos importados da doença em 2010, e eles não deflagraram uma epidemia, lembra o Ministério da Saúde, acrescentando que, desde então, passou a acompanhar e monitorar continuamente a situação do vírus causador da febre Chikungunya.
"No final de 2013, o ministério elaborou um plano nacional de contingência da doença, que tem como metas a intensificação das atividades de vigilância; a preparação de resposta da rede de saúde; o treinamento de profissionais; a divulgação de medidas às secretarias e a preparação de laboratórios de referência para diagnósticos da doença", informou a nota.
A letalidade do Chikungunya não é muito alta (uma morte a cada mil casos, em média, segundo os Centros de Controle de Doenças dos EUA), mas a doença é extremamente debilitante. A palavra chikungunya vem de um dialeto da Tanzânia e significa "doença do andar curvado". O nome, segundo explica Ujvari, reflete os sintomas, semelhantes ao da dengue, mas em intensidade bem maior: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. As articulações são muito afetadas. O vírus avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local. O paciente tem dificuldade de movimentos e locomoção.
- O grande diferencial da doença (em relação à dengue) é a dor excruciante nas juntas, que pode persistir por meses e mesmo anos depois do estágio febril - explica Muggah. - O nome é uma referência ao fato de as pessoas se contorcerem de dor.
Perigo de dores recorrentes
Se não for corretamente tratada, pode levar a problemas permanentes de mobilidade ou de sintomas recorrentes de artrite, especialmente em pacientes mais idosos e pessoas com outros problemas de saúde. As crianças pequenas também são mais vulneráveis. Febres altas, convulsões e desidratação podem levar a complicações graves e até à morte.
Não há, no entanto, um tratamento específico para a febre. O que os médicos fazem é tentar aliviar os sintomas dos pacientes. As medidas de prevenção são as mesmas usadas no combate à dengue: inseticidas e repelentes, além da eliminação dos locais de reprodução do mosquito, como áreas de água parada.
Um estudo feito no Haiti com 3 mil famílias (aproximadamente 14 mil pessoas), além de centenas de estrangeiros, revelou que a doença "conhecida como a nova dengue está em estágio avançado de disseminação no país caribenho e fora de controle".
Por WSCOM online às 11:16 | 04 - Atualizada em 04 às 23:27
A prefeitura de São Paulo divulgou um novo relatório sobre os casos de dengue registrados na cidade no ano e informou que houve um aumento de 9,5% no número de infectados em relação ao registrado na semana passada. Desde o início do ano, 13.679 pessoas tiveram o diagnóstico confirmado na capital paulista e, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais da metade dos casos foram registrados entre março e maio. Em média, são constatados três casos por hora na cidade desde o início do ano.
Na semana passada, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou mais duas mortes na cidade por dengue, totalizando dez óbitos no ano (um em fevereiro e nove em abril).
A taxa de incidência na cidade é de 121,6 casos para cada 100 mil habitantes, considerada média de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar do crescimento de casos confirmados nas últimas semanas, segundo a prefeitura, o número de notificações começou a desacelera e “já é possível concluir que o pior período da dengue neste ano já esteja superado”.
Para controlar o avanço da doença, a prefeitura vai realizar ações nas zonas norte e sul no próximo domingo. Na terça-feira, a região oeste deve receber a visita de agentes.
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| Reprodução/internet |
Capital paulista 13,6 mil casos constatados e 10 mortes confirmadas neste ano
Na semana passada, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou mais duas mortes na cidade por dengue, totalizando dez óbitos no ano (um em fevereiro e nove em abril).
A taxa de incidência na cidade é de 121,6 casos para cada 100 mil habitantes, considerada média de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar do crescimento de casos confirmados nas últimas semanas, segundo a prefeitura, o número de notificações começou a desacelera e “já é possível concluir que o pior período da dengue neste ano já esteja superado”.
Para controlar o avanço da doença, a prefeitura vai realizar ações nas zonas norte e sul no próximo domingo. Na terça-feira, a região oeste deve receber a visita de agentes.
Veja balanço dos casos registrados nos últimos anos:
| 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | |
| Até 26ª semana | 5.785 | 4.085 | 1.062 | 2.491 | 13.672 |
| Total do ano | 5.866 | 4.191 | 1.1150 | 2.617 | ------- |
Por Agência Brasil - 04 de Julho de 2014 - 16h41 - Atualizada em 04 às 23:18
Os casos de dengue confirmados na capital paulista subiram para 13.679 neste ano, uma alta de 9,5% em relação à semana passada, quando a cidade tinha 12.531 registros, informou a secretaria municipal de Saúde. Não houve novos registros de mortes, assim, o total de óbitos pela doença no município continua em dez pessoas.
O levantamento mostra que a maioria dos casos (69,8%) ocorreu entre março e maio. A taxa de incidência acumulada da cidade – 121,6 casos para cada 100 mil habitantes – é considerada média pelo Ministério da Saúde.
Segundo a secretaria, o número de notificações começou a desacelerar. “É possível concluir que o pior período da dengue neste ano está superado”, informa a nota. Por isso, a pasta não vai mais dividir os estágios de transmissão de dengue por distritos.
Nas zonas norte e sul da cidade, as ações de combate a dengue seguem até domingo (6) em onze subprefeituras, com a ajuda de mais de 500 agentes, que farão bloqueios de criadouros, nebulizações e distribuição de 30 toucas para caixas d’água. As ações na zona oeste vão até terça-feira (8) nas regiões da Lapa e de Pinheiros, onde atuarão 60 agentes.
Por Ascom prefeitura | 02 - Atualizada em 02 às 15:59
Ao contrário dos mais de 12 mil casos de dengue registrados em Sete Lagoas no último ano, 2014 contabilizou até o início de julho 33 ocorrências. Apesar de o fraco período chuvoso contribuir para a não incidência da doença, os mutirões de limpeza realizados pela prefeitura ajudaram a controlar a proliferação do mosquito transmissor da doença.
Nesta semana os mutirões acontecem nos bairros Itapuã I e II. O gabinete do vice prefeito, Dr. Ronaldo João, é o responsável pelas ações de controle junto com as secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Educação, Codesel, Vina e associação comunitária.
Os mutirões, segundo a prefeitura, têm alcançado os objetivos uma vez que o último boletim epidemiológico divulgado mostrou 0% de infestação do mosquito nos bairros trabalhados. “Temos apenas 33 casos confirmados de dengue em 2014. Isto significa que a parceria vem apresentando bons resultados”, avaliou Dr. Ronaldo João que parabenizou todos os envolvidos no processo.
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| Dr. Ronaldo João com equipe do mutirão / Foto: Divulgação |
Ao contrário dos mais de 12 mil casos de dengue registrados em Sete Lagoas no último ano, 2014 contabilizou até o início de julho 33 ocorrências. Apesar de o fraco período chuvoso contribuir para a não incidência da doença, os mutirões de limpeza realizados pela prefeitura ajudaram a controlar a proliferação do mosquito transmissor da doença.
Nesta semana os mutirões acontecem nos bairros Itapuã I e II. O gabinete do vice prefeito, Dr. Ronaldo João, é o responsável pelas ações de controle junto com as secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Educação, Codesel, Vina e associação comunitária.
Os mutirões, segundo a prefeitura, têm alcançado os objetivos uma vez que o último boletim epidemiológico divulgado mostrou 0% de infestação do mosquito nos bairros trabalhados. “Temos apenas 33 casos confirmados de dengue em 2014. Isto significa que a parceria vem apresentando bons resultados”, avaliou Dr. Ronaldo João que parabenizou todos os envolvidos no processo.
Por ORM News | 02 - Atualizada em 02 às 15:52
Para evitar complicações graves da doença, os médicos recomendam que a descoberta seja feita no início da infecção
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| Reprodução |
Para evitar complicações graves da doença, os médicos recomendam que a descoberta seja feita no início da infecção
Os sintomas da dengue são parecidos com o de várias outras infecções: febre alta, dores musculares, dor de cabeça, cefaleia, náuseas, vômitos e diarreia. Portanto, em caso de suspeita, é necessário procurar um médico e solicitar um exame laboratorial para confirmar a enfermidade.
Conforme o levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Pará registrou até o mês de maio 1.490 casos confirmados de dengue, sendo que 1.485 foram do tipo mais comum. Belém foi a segunda cidade com maior número de casos suspeitos ou notificados. Apesar de não haver nenhum registro de óbito este ano no Estado, as medidas preventivas e a avaliação rápida ainda são fundamentais para o controle e o tratamento da doença.
Para ajudar nesse diagnóstico precoce, o Laboratório Sabin, oferece um exame que pode ser feito a partir dos primeiros dias dos sintomas e é liberado em duas horas.
Segundo a gestora técnica do Laboratório Sabin, Priscila Braga, gradativamente, os médicos têm substituído o teste tradicional pelo chamado Dengue Early NS1. “O novo exame detecta uma proteína que está presente em grande quantidade no sangue, durante a fase inicial da infecção, mesmo que o paciente ainda não tenha manifestado os sintomas do processo infeccioso. O resultado sai no mesmo dia e, em emergências, em apenas duas horas”, explica. Ainda de acordo com ela, a procura por esse tipo de teste vem aumentando cada vez mais. Foram realizados no Laboratório mais de 13 mil exames do tipo Early NS1 no período entre os meses de dezembro 2013 e junho de 2014, superando os 9 mil testes convencionais feitos na mesma temporada.
O tradicional exame sorológico só detecta os anticorpos contra o vírus, produzidos pelo organismo, após o 5º ao 7º dia do aparecimento dos primeiros sintomas.
“O diagnóstico precoce é importante para que o médico possa iniciar o tratamento adequado do paciente. Dessa forma, é possível reduzir as complicações na evolução da doença e, até mesmo, a mortalidade nestes casos”, afirma.
Por G1 Mogi das Cruzes e Suzano às 07:37 | 02 - Atualizada em 02 às 15:47
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| Prefeitura de Mogi das Cruzes intensifica combate aos criadouros do mosquito da dengue (Foto: Jeferson Leite/PMMC) |
Em Mogi das Cruzes, o número é seis vezes maior do que no ano passado.
Maioria das cidades registra aumento dos casos, exceto Salesópolis.
A Vigilância Epidemiológica de Mogi das Cruzes está preocupada com o número de casos de dengue registrados no município neste ano. Desde o começo do ano até o dia 12 de junho, foram confirmados 72 casos, número seis vezes maior do que os registros do ano de 2013 inteiro.
Além da preocupação pelo aumento expressivo da doença, o alerta estende-se aos números de criadouros de mosquitos Aedes aegypti infectados com o vírus da dengue, pois 39 pacientes contraíram a doença dentro do município e 29 casos são importados. Outros quatro possuem origem desconhecida.
A coordenadora do Núcleo de Controle e Prevenção à Dengue, Débora Murakami Campos, afirma que embora os números estejam bem acima da média esperada e causem preocupação, é possível conter os focos. “Assim que a gente toma conhecimento de um caso suspeito, fazemos o controle do criadouro. Visitamos o local e o seu redor, com o objetivo de eliminar esses criadouros. Caso confirme, nós fazemos a nebulização, que é um tratamento químico para eliminar a fêmea do mosquito infectada”.
A borrifação de veneno apresenta bons resultados em caráter emergencial, mas não significa que os moradores devem relaxar no combate aos criadouros. Dez bairros já receberam a nebulização: Vila Oliveira, Socorro, Jardim Ivete, Vila Vitória, Mogi Moderno, Ponte Grande, Jardim Náutico, Biritiba Ussú, César de Sousa e Jardim Juliana. Brás Cubas será o próximo local a receber a nebulização.
Débora comenta ainda que a incidência da dengue é mais comum em bairros urbanos, onde concentra-se o monitoramento dos pontos estratégicos e o trabalho educativo. “Nós trabalhamos em cima de casos notificados nos postos de saúde. Por isso é muito importante que logo nos primeiros sintomas, a pessoa procure uma unidade de saúde para informar a suspeita de dengue. Assim, a nossa equipe irá mapear o local e evitar que novos casos sejam transmitidos”, explica.
Outras cidades do Alto Tietê também apresentam números elevados de dengue neste primeiro semestre de 2014.
Arujá já totaliza 97 casos confirmados até dia 12 de junho, sendo todos contraídos dentro do município, contra apenas 15 do ano de 2013. A prefeitura informa que realiza semanalmente trabalhos porta a porta nos bairros com maior notificação da doença com a Operação Bairro Limpo, recolhendo pneus, vasos, plásticos e garrafas. Os locais que recebem maior atenção são o Jardim Pinheiro e Mirante.
Ferraz de Vasconcelos registra, até o final do mês de maio, 25 casos, enquanto que no ano passado foram apenas quatro. As ações desenvolvidas possuem uma programação e incluem distribuição de panfletos explicativos e verificação possíveis focos pontuais.
Em Santa Isabel são 25 casos autóctones (contraídos dentro do município) e um importado confirmados, além de mais dois que aguardam confirmação. Em 2013, a cidade teve apenas três casos importados.
Das 182 notificações que a cidade de Suzano recebeu, 42 já foram confirmadas, entre elas, oito são autóctones. Dos 18 notificações de 2013, 16 eram importados e apenas dois eram autócnes.
Apenas em Salesópolis, a situação está mais estável. No ano de 2013 dois registros suspeitos de dengue foram contabilizados pela Vigilância Epidemiológica. Em 2014, nenhum caso foi confirmado.
Guararema informou que contabiliza 18 casos autóctones, sete importados e 12 que aguardam a confirmação. Em Itaquaquecetuba são 15 casos confirmados, sendo dois importados.
As prefeituras de Biritiba-Mirim e Poá, não responderam aos questionamentos do G1 até o fechamento desta matéria.
Por Tribuna da Bahia | 02 - Atualizada em 02 às 15:02
Mais de 14 milhões casos de dengue foram registrados em todo o Brasil, segundo levantamento do Ministério da Saúde. Ainda que tenha tido um aumento, o Estado da Bahia notificou mais de 7 mil casos em 2014, até então, correspondendo a uma redução de 89,23% em relação ao mesmo período de 2013, quando foram notificados 66.032 casos.
Segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), dentre os municípios do Estado, 293 (70,26%) notificaram a doença através dos sistemas de informação da vigilância epidemiológica, entre os quais se destacam Salvador (2.175), Itabuna (584), Feira de Santana (528), Juazeiro (237), Nordestina (197), Ilhéus (166), Pintadas (139), Teixeira de Freitas (131), Jequié (125) e Ituaçu (112) que concentram 61,76% dos casos do estado da Bahia.
De acordo com orientação do Ministério da Saúde, os casos de dengue ocorridos em 2014 deverão seguir a nova classificação de casos: dengue, dengue com sinais de alarme e dengue grave. Até o momento foram confirmados 13 casos de dengue com sinais de alarme e 10 casos de dengue grave no estado, entre estes 03 óbitos nos municípios de Coaraci (01) e Salvador (02).
“Recomendamos que, uma vez suspeitando da doença, o indivíduo evite a automedicação e busque de imediato orientações médicas”, aconselhou a Secretaria, lembrando ainda que, acaso o indivíduo tenha passado por um dos interiores do Estado citados acima, onde há um grande índice da presença do Aedes Aegypti, faz-se necessário observar algumas manifestações como febre, náuseas, vômitos, exantema, mialgias, artralgia, cefaléia, dor retroorbital, petéquias ou prova do laço positiva e leuco-penia.
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A SESAB informou ainda que, dentre as amostras de sorologia IgM processadas pela vigilância laboratorial, 640 foram reagentes, representando 40,1% de positividade. Em relação ao monitoramento dos sorotipos virais, no ano de 2013 foi detectada circulação dos sorotipos Denv-1, Denv-2 e Denv-4, com predominância de 94,6% deste último entre as amostras positivas no exame de isolamento viral.
“Em 2014, o Lacen implementou a técnica de RT-PCR na rotina de exames específicos de Dengue e detectou 105 amostras positivas para Denv-4 em 11 municípios (Cândido Sales, Conceição do Jacuípe, Cruz das Almas, Feira de Santana, Jaguaripe, Pé de Serra, Pintadas, Salvador, Serrinha Monte Santo e Valença) e Denv–1 em Cândido Sales e Jacobina”, apontou.
De acordo com os indicadores e parâmetros usados para o monitoramento da transmissão do mosquito pela SESAB, apenas o município de Muritiba encontra-se na fase de emergência, enquanto Salvador, Jacobina, Ilhéus e Lauro de Freitas encontram-se na fase de alerta e mais 18 municípios na fase inicial de vulnerabilidade para epidemias de dengue.
“Uma vez contraído a doença, o paciente deve manter repouso, tomar muito líquido como água, suco de frutas, soro caseiro, chás, água de coco e sopas e para as mães que amamentam, manter o aleitamento”, orientou a SESAB.
Por Notícias ao Minuto | 01 às 07:40 - Atualizada em 02 às 14:52
O balanço apresentado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) mostra que desde o primeiro de janeiro já 24 pessoas morreram devido a complicações geradas pelo vírus da dengue em todo o Estado.
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| Reutrs |
O balanço apresentado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) mostra que desde o primeiro de janeiro já 24 pessoas morreram devido a complicações geradas pelo vírus da dengue em todo o Estado.
Dentro de Minas Gerais, as cidades mais afetadas são Passos e Divinópolis, que registraram quatro mortes cada uma e Juiz de Fora com dois óbitos.
As restantes vítimas mortais foram contabilizadas nas cidades de Araxá, Campo Belo, Curvelo, Dores do Indaiá, Frutal, Itabira, Itaúna, Nova Serrana, Paracatu, Prata, Sabará, Santa Luzia, Santa Margarida e Três Corações, cada uma a registrar uma morte.
Ao todo Minas Gerais conta com 30.131 pessoas infetadas em todo o Estado. Apesar de parecer alto, esse número é, ainda assim, inferior ao registrado ao balanço de 2013. No ano passado, ao todo, Minas Gerais registrou 367.528 casos confirmados de doença e 117 mortos, escreve o portal Bhaz.
Por André Accarini e Henri Chevalier - CUT Nacional - Atualizada em 02 às 14:40
Para CNTSS, desafio agora é o cumprimento da Lei pelos municípios; Setor jurídico da Confederação analisa veto sobre reajuste salarial.
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) conquistaram o piso nacional para a categoria, fixado em R$ 1.014,00 desde quarta-feira 18/06. A Lei 12.994/14, que estipula o piso e a jornada de 40h semanais, foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 17 de junho.
A sanção também garante que a União complete até 95% do total do valor pago pelos Estados, Distrito Federal e Municípios aos profissionais, para que o piso seja atingido.
Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), Sandro Cezar, o piso salarial abre a perspectiva de discutir todo o Plano de Carreira da categoria. “O ponto principal da Lei é a garantia de um piso salarial que permite aos trabalhadores condições dignas de trabalho, além de diminuir a imensa disparidade salarial existente hoje. As capitais já pagam salário maior que o valor do piso, mas as capitais são só 27. E há muitos outros municípios”, afirma.
A secretária-geral adjunta da CUT Nacional, Maria Godoi Faria, destaca a importância da categoria para o Brasil. “É um grupo de pessoas extremante estratégico para uma Política Nacional de Saúde no País, principalmente focando a área de saúde básica. Agentes verificam condições de saúde da população, conversam, medem pressão, ajudam nos medicamentos, fazem exame em casa, acompanham a família. É atenção básica”. Para Maria, mais do que o médico no hospital, são os Agentes de Saúde que fazem com que o Programa Saúde da Família funcione e é imprescindível a valorização dos trabalhadores. “Porque só assim vamos fazer a inversão: ao invés de trabalhar com a doença, vamos trabalhar com a saúde”, destaca.
O piso salarial aprovado pelo Congresso Nacional é uma luta histórica da CNTSS e da CUT, que acompanham a luta dos Agentes de Saúde desde quando ainda nem eram reconhecidos como trabalhadores da área.
Vetos
A presidência vetou dispositivos considerados importantes pela categoria, como os artigos sobre data e forma de atualização do piso. “Nós tínhamos previsto na Lei um reajuste baseado na mesma metodologia de indexação que usa o salário mínimo. O dispositivo foi vetado e estamos aguardando o diálogo com o governo sobre o
que fazer sobre isso”, afirma o presidente da CNTSS.
O Projeto foi encaminhado para a assessoria jurídica da Confederação para análise mais aprofundada, mas, para Sandro Cezar, o grande desafio é a implementação efetiva do piso nos Estados e Municípios. “Assim como o piso da Educação está aprovado há anos e ainda não é realidade em todos os municípios, também será com o piso da saúde. Ainda há muita luta pela frente”, destaca o dirigente.
“O Governo Federal está fazendo sua parte. Os municípios e os
Estados precisam cumprir com sua cota de participação também.”, afirma a secretária-geral adjunta, Maria Faria. Segundo explica a dirigente, o governo federal repassa uma grande parcela de verbas de saúde para os municípios, mas muitas prefeituras usam o dinheiro para cobrir a parte do financiamento de responsabilidade das cidades.
A orientação às entidades, Sindicatos e Federações é que pressionem as prefeituras, as câmaras e exijam a implementação efetiva do piso salarial.
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Primeiro caso de febre do Nilo no Brasil pode ser confirmado amanhãPor Agência Brasil | 05/12/2014 às 18:57 - Atualizada em 07/12/2014 às 22:07 Vítima não identificada tem 52 anos e estava internad...
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Postos de saúde em Fortaleza ficam lotados com a vacinação contra o sarampoFoto: Tereza Tavares/TV Verdes Mares) Com o surto de sarampo no Ceará, onde a capital é onde se concentra o maior número de casos da do...
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Prefeitura de Rio Preto-SP, realiza ação contra dengue no municípioPor Por: Abrahão Hackme - abrahaoh@bomdiariopreto.com.br às 22:07 | 17 /06/2014 - Atualizada em 18 /06/2014 às 11:10 Abner...
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A febre chikungunya já registra 16 casos no Brasil em 2014Por Agência Folhapress | 24 /09/2014 - Atualizada em 24/ 09/2014 às 15:26 Reprodução/internet Aumentou para 16 o núm...
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Estudo alerta que dieta rica em proteína pode encurtar a vidaProteína animal pode elevar risco de morte em pessoas com menos de 65 anos (Thinkstock) Segundo pesquisa, pessoas abaixo de 65 anos qu...
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