Latest Post
Por Redação do Sesap | 19 - Atualizada em 19/ às 15:12
![]() |
| Representantes de Portugal conhecem experiências da saúde no RN |
Secretário adjunto da pasta, Marcelo Bessa, apresentou as ações da secretaria no combate a dengue e os avanços tecnológicos na pesquisa biomédica realizados no RN.
O secretário adjunto da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Marcelo Bessa, recebeu na manhã desta terça-feira (19) o secretário regional dos Assuntos Sociais da Região Autônoma da Madeira, em Portugal, Francisco Jardim Ramos e representantes do país, onde apresentou as ações da secretaria no combate a dengue e os avanços tecnológicos na pesquisa biomédica realizados no Rio Grande do Norte.
O secretário Marcelo Bessa, acompanhado de técnicos da Sesap, fez uma explanação de como está estruturado o Plano Estadual de Saúde e o trabalho que tem sido desenvolvido junto aos municípios para interromper a cadeia de transmissão da dengue e a eliminação dos criadouros do mosquito nas oito Regiões de Saúde do estado.
“Desde 2013 que o RN vem apresentando uma redução significativa no número de casos notificados da doença. Em 2014 foram notificados 9.425 casos de dengue, enquanto no mesmo período de 2013 foram notificados 19.242 casos, uma redução de 51,02%. Esse encontro vai permitir um intercâmbio de experiências no combate a essa doença que já começa a afetar a Região Autônoma da Madeira”, explica Marcelo Bessa.
Os representantes portugueses também solicitaram a Sesap uma articulação para conhecerem o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), com sede em Macaíba. O instituto que tem a frente o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis chamou a atenção do mundo com a exibição do exoesqueleto do projeto “Andar de Novo”, durante a abertura dos jogos da Copa do Mundo 2014, no dia 12 de junho na Arena Corinthians em São Paulo. A Região Autônoma da Madeira demonstrou interesse em fazer parcerias acadêmicas com o IINN-ELS.
Além do secretário regional dos Assuntos Sociais da Região Autônoma da Madeira, participaram da reunião, Francis Lamy do Consulado Honorário Português em Natal, o empresário e representante da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil, Luís Jorge e técnicos da Sesap.
Por Cibele Maciel /Portal de Noticias AQUIES | 15 - Atualizada em 125 às 17:36
![]() |
| Reprodução/internet |
Em Alegre, o trabalho é coordenado pelo Centro de Imunização e Vigilância Epidemiológica. Segundo Maria do Carmo Costa, a Carminha, responsável pelos trabalhos no município, a população tem colaborado e a conscientização vem crescendo a cada campanha. No ano passado, o município notificou 525 casos, sendo 464 positivos até 27 de dezembro de 2013. “Desde 2012 não temos nenhum caso de evolução da dengue na cidade”, explica.
Segundo dados do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) do governo federal, os casos nas cidades capixabas aumentou em 2013. Foram 66.874 casos de dengue notificados no Estado. Destes, 1.686 são casos graves e 23 óbitos registrados por causa da doença. O número praticamente triplicou em relação a 2010, quando foram registrados 22.835 casos, 1.468 casos graves e 13 óbitos.
É importante que a população fique atenta aos criadouros do mosquito. O LIRAa apontou o perfil destes criadouros. No ano passado, 37,5% dos focos estavam em formas de armazenamento de água, 36,4% em espaços em que o lixo não estava sendo manejado adequadamente e 27,9% em depósitos domiciliares.
Um dado preocupante é que na região Sudeste, 47,9% dos focos estão dentro das residências. Em Alegre os vasos de plantas lideram a lista seguido pelos terrenos baldios. “Os proprietários de terras desocupadas são responsáveis pelo local. Nossa equipe está vigilante e monitora para que eles sejam devidamente limpos”, destaca Maria do Carmo.
Uma vacina que pode prevenir a dengue está em fase de pesquisa no Brasil desde 2006. O Instituto Butantan desenvolve a fórmula que é 100% nacional e faz os testes em grupo de voluntários brasileiros. Ela é tetravalente, ou seja, imuniza contra os quatro sorotipos do vírus, e usa o próprio vírus da dengue atenuado (por engenharia genética) para produzir anticorpos na população.
A vacina foi desenvolvida há mais de uma década pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH) e chegou ao Brasil por meio de transferência tecnológica. Se os resultados do teste em humanos forem positivos, a previsão é que a vacina seja aprovada pela Anvisa e possa fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2018.
Prevenção é a única arma contra a doença
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
Por Reinaldo José Lopes/Folhapress | 15 às 01:50 - Atualizada em 15 às 17:21
![]() |
| Reprodução/internet |
Pesquisadores ligados ao governo dos EUA tiveram sucesso nos testes iniciais de uma vacina contra o vírus chikungunya, causador da doença de mesmo nome, que é comum na África e na Ásia tropical.
Como o vírus é transmitido por mosquitos do gênero Aedes, do mesmo modo que a dengue, o temor é que ele se torne cada vez mais comum no Brasil e no resto da América Latina.
Em 2010, foram detectados três casos do vírus no Brasil. Todos eles foram contraídos por pessoas que viajaram a áreas endêmicas. Neste ano, já houve cerca de 20 casos.
O teste clínico de fase 1, que serve basicamente para medir a segurança de uma intervenção clínica, foi coordenado por Julie Ledgerwood, dos NIHs (Institutos Nacionais de Saúde americanos).
O teste clínico de fase 1, que serve basicamente para medir a segurança de uma intervenção clínica, foi coordenado por Julie Ledgerwood, dos NIHs (Institutos Nacionais de Saúde americanos).
Um grupo de 25 voluntários saudáveis, de ambos os sexos, recebeu três injeções da vacina, espaçadas por várias semanas, e todos conseguiram desenvolver um bom nível de anticorpos contra o vírus. Os resultados estão descritos em artigo na revista médica "Lancet".
Grosso modo, dá para descrever a chamada febre chikungunya como uma "prima" da dengue. Além de ter os mesmos mosquitos como vetores, ela também causa temperaturas elevadas, dores de cabeça, nos músculos e nas articulações.
Esse último ponto, aliás, é o mais importante: embora raramente mate os infectados, a doença pode levar a uma espécie de artrite de origem viral, com dores nas articulações que duram meses.
Ainda não há remédios ou vacinas que atuem especificamente contra ela - a única vacina testada até hoje acabou não chegando ao mercado, em parte por falta de financiamento para continuar a pesquisa e comprovar sua eficácia.
VÍRUS DISPENSADOS
Ledgerwood e seus colegas estão tentando preencher essa lacuna com uma abordagem diferente e, em tese, mais segura.
Enquanto a vacina que teve seu desenvolvimento interrompido era feita com vírus vivos, embora "enfraquecidos" em laboratório, a equipe da pesquisadora resolveu dispensar o uso dos vírus propriamente ditos.
No lugar deles, eles optaram por produzir as chamadas partículas semelhantes a vírus. É como se fosse a "casca oca" viral, fabricada a partir de material genético do chikunguya que foi inserido em células humanas em laboratório.
Como essas partículas incluem as proteínas externas do vírus, que são reconhecidas pelas células do sistema de defesa do organismo, elas seriam suficientes para iniciar a produção de anticorpos contra a doença - o que, de fato, aconteceu. Mesmo seis meses depois da última injeção, os voluntários continuavam com um nível de anticorpos tão alto quanto o de pessoas que tinham acabado de se recuperar da doença.
"Seria uma vacina relativamente barata de produzir em grandes quantidades, já que não precisaríamos de medidas de contenção, considerando que não usamos vírus vivos", destacou a pesquisadora em comunicado oficial.
O objetivo agora é testar a fórmula em mais pessoas, de preferência em regiões nas quais haja risco de infecção pela doença.
"Outro fator importante dos resultados é que os anticorpos produzidos pela vacina parecem ser eficazes contra todas as principais variantes do vírus", declarou Ann Powers, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, que comentou o estudo a pedido da "Lancet".
Por Notícias do Dia Online | 12 - Atualizada em 12 às 22:43
![]() |
| Reprodução/internet |
O combate ao mosquito da dengue segue intenso na região da Grande Florianópolis. Os números de focos do mosquito cresceram significativamente se comparados aos do ano passado. De acordo com a DIVE (Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado), o número de focos da dengue já cresceu 30% na Capital neste ano, e em São José o número já quintuplicou. No ano passado a DIVE registrou 42 focos do mosquito da dengue na Capital, e neste a Diretoria já encontrou pelo menos 55 focos. O número cresceu mais abruptamente em São José – em 2013 foram registrados 14 focos ao todo, e desde o início do ano até o mês de agosto a DIVE já registrou 78 pontos do mosquito na cidade.
De acordo com a gerente de Vigilância da Zoonozes em Entomologia da DIVE, Suzana Wecker, o número de focos do mosquito cresce no verão, e por tal fator as ações preventivas de combate devem aumentar ainda mais em outras estações. “A Grande Florianópolis é uma região estratégica, pelo grande trânsito de pessoas e cargas. É esperado que na região metropolitana o risco tenha aumentado perante a grande entrada de vetores”, confirmou a gerente.
Daniel Queiroz/ND
Sistema que encontra as larvas é feito com pneu cheio de água
O coordenador de endemias da Vigilância Epidemiológica Municipal de São José, Ademir Rosa, confirma que o monitoramento realizado no município é o mesmo que o executado em 2013. “Colocamos uma armadilha a cada 100 imóveis, e visitamos essas armadilhas de sete em sete dias. Se detectado a larva do mosquito após análise laboratorial, circunscrevemos uma área de 300 metros em torno do imóvel e visitamos todos os imóveis ao redor bimestralmente”, confirmou. As armadilhas para o mosquito são produzidas de maneira simples: com um pedaço de pneu de bicicleta e água parada, conforme recomenda o Ministério da Saúde.
Ademir afirma que o aumento no número de focos do Aedes Aegypti em São José foi ocasionado por um aumento geral em todo o Estado. “Esse número não vem a crescer somente em São José, mas sim em toda Santa Catarina. É provável o aumento na cidade devido o grande acréscimo no volume de focos também em outras regiões”, disse. Na Grande Florianópolis, além da Capital e São José, o município de Tijucas também constatou um aumento no número de focos do mosquito da dengue –de 16 casos registrados ao todo em 2013 passaram para 25 casos, desde janeiro até o início de agosto deste ano.
Fabio de Melo, diretor do Centro de Controle de Zoonozes da Capital, também busca justificar o aumento de cerca de 30% do número de focos do mosquito na cidade. “Ocorreu devido às altas temperaturas atípicas registradas neste ano, e também por causa do próprio fluxo de pessoas na cidade, que aumenta a cada ano”, concluiu.
Focos aumentam em todo o Estado
Conforme os dados da DIVE divulgados na semana anterior, o número de focos do Aedes Aegypti cresceu em diversas regiões de Santa Catarina. Houve aumento em todos os dez municípios que registraram mais focos em 2013. No ano passado foram constatados 2.384 focos em todo o Estado, e neste ano, até este o início deste mês de agosto, já foram registrados 4.203.
Quanto ao número de casos de pacientes que contraíram a dengue em Santa Catarina, houve uma queda até este mês de agosto. No ano passado foram registrados 255 casos confirmados, porém apenas 18 deles são casos autóctones, ou seja, pacientes que contraíram o vírus dentro do Estado e não em outras regiões do país. Já em 2014, foram registrados 55 casos por enquanto, sendo apenas um deles autóctone. “A maioria dos casos não são autóctones, são importados. Isso quer dizer que a transmissão ocorreu fora do Estado e a detecção foi feita aqui”, explicou a gerente da DIVE, Suzana Wecker.
O primeiro caso autóctone de 2014 foi registrado há cerca de duas semanas em Itajaí, e o paciente já está curado e passa bem. “É importante relembrar a importância de evitar condições propícias para o mosquito se proliferar, pois a prevenção é a melhor forma de se combater a doença”, concluiu a especialista Suzana Wecker.
Municípios com o maior número de focos de Aedes Aegypti em Santa Catarina:
Chapecó – 2175 (2014, até agosto) – 1089 (2013) São Miguel do Oeste – 445 (2014, até agosto) – 379 (2013) Balneário Camboriú – 213 (2014, até agosto) – 30 (2013) Xanxerê – 176 (2014, até agosto) – 36 (2013) Itapema – 169 (2014, até agosto) – 53 (2013) Xaxim – 160 (2014, até agosto) – 129 (2013) Joinville – 160(2014, até agosto) – 95 (2013) Itajaí – 110 (2014, até agosto) – 3 (2013) Pinhalzinho – 84 (2014, até agosto) – 64 (2013) São José – 78 (2014, até agosto) – 14 (2013)
Municípios da Grande Florianópolis com mais focos de Aedes Aegypti:
São José – 78 (2014, até agosto) – 14 (2013) Florianópolis – 55 (2014, até agosto) – 42 (2013) Tijucas – 25 (2014, até agosto) – 16 (2013) Biguaçu – 11(2014, até agosto) – 30 (2013) Palhoça – 9 (2014, até agosto) – 21 (2013)
Total de focos no Estado: 4.203 (2014, até agosto) / 2. 384 (2013)
Casos de pacientes com dengue:
2013 – 255 casos, 18 deles autóctones
2014, até agosto – 55 casos, 1 dele autóctone
Por Dr. Drauzio Varela | - Atualizada em 12 às 22:26
![]() |
| Reprodução/internet |
A febre chikungunya é uma doença viral parecida com a dengue, transmitida por um mosquito comum em algumas regiões da África. Nos últimos anos, inúmeros casos da doença foram registrados em países da Ásia e da Europa. Recentemente, o vírus CHIKV foi identificado em ilhas do Caribe e na Guiana Francesa, país latino-americano que faz fronteira com o estado do Amapá.
O certo é que o chikungunya está migrando e chegou às Américas. No Brasil, a preocupação é que o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, têm todas as condições de espalhar esse novo vírus pelo País. Seu ciclo de transmissão é mais rápido do que o da dengue. Em no máximo sete dias a contar do momento em que foi infectado, o mosquito começa a transmitir o CHIKV para uma população que não possui anticorpos contra ele. Por isso, o objetivo é estar atento para bloquear a transmissão tão logo apareçam os primeiros casos.
O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do Aedes aegypti, um mosquito diurno que se multiplica em depósitos de água parada acumulada nos quintais e dentro das casas.
Existem 4 tipos diferentes desse vírus: os sorotipos 1, 2, 3 e 4. Todos podem causar as diferentes formas da doença.
Observação importante: Depois de muitos anos sem registro de nenhum caso de contaminação, o sorotipo 4 voltou a circular em alguns estados do Brasil. Especialmente as crianças e os jovens não desenvolveram imunidade contra ele. Por isso e para evitar a dispersão desse vírus, o Ministério da Saúde determinou que todos os casos suspeitos de dengue 4 sejam considerados de comunicação compulsória às autoridades sanitárias no prazo de 24 horas.
Sintomas da Febre Chikungunya
Embora os vírus da febre chikungunya e os da dengue tenham características distintas, os sintomas das duas doenças são semelhantes.
Na fase aguda da chikungunya, a febre é alta, aparece de repente e vem acompanhada de dor de cabeça, mialgia (dor muscular), exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). Esse é o sintoma mais característico da enfermidade: dor forte nas articulações, tão forte que chega a impedir os movimentos e pode perdurar por meses depois que a febre vai embora.
Ao contrário do que acontece com a dengue (que provoca dor no corpo todo), não existe uma forma hemorrágica da doença e é raro surgirem complicações graves, embora a artrite possa continuar ativa por muito tempo.
Sintomas da Dengue
A grande maioria das infecções é assintomática. Quando surgem, os sintomas costumam evoluir em obediência a três formas clínicas: dengue clássica, forma benigna, similar à gripe; dengue hemorrágica, mais grave, caracterizada por alterações da coagulação sanguínea; e a chamada síndrome do choque associado à dengue, forma raríssima, mas que pode levar à morte, se não houver atendimento especializado.
a) Dengue clássica
Nos adultos, a primeira manifestação é a febre alta (39º a 40º), de início repentino, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo (exantema) e coceira. Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sintomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de prostração e fraqueza durante algumas semanas.
Nas crianças, o sintoma inicial também é a febre alta acompanhada apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarreia. O exantema pode estar presente ou não.
b) Dengue hemorrágica
As manifestações iniciais da dengue hemorrágica são as mesmas da forma clássica. Entretanto, depois do terceiro dia, quando a febre começa a ceder, aparecem sinais de hemorragia, como sangramento nasal, gengival, vaginal, rompimento dos vasos superficiais da pele (petéquias e hematomas), além de outros. Em casos mais raros, podem ocorrer sangramentos no aparelho digestivo e nas vias urinárias.
c) Síndrome do choque associado à dengue
O potencial de risco é evidenciado por uma das seguintes complicações: alterações neurológicas (delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia), sintomas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva, derrame pleural. As manifestações neurológicas, geralmente, surgem no final do período febril ou na convalescença.
Diagnóstico da Febre Chikungunya
O diagnóstico depende de uma avaliação clínica cuidadosa e do resultado de alguns exames laboratoriais. As amostras de sangue para análise devem ser enviadas para os laboratórios de referência nacional.
Casos suspeitos de infecção pelo CHIKV devem ser notificados em até 24 horas para os órgãos oficiais dos serviços de saúde.
Diagnóstico da Dengue
O diagnóstico de certeza da dengue é laboratorial. Pode ser obtido por isolamento direto do vírus no sangue nos 3 a 5 dias iniciais da doença ou por exames de sangue para detectar anticorpos contra o vírus (testes sorológicos).
A prova do laço está indicada nos casos com suspeita de dengue, porque avalia a fragilidade capilar e pode refletir a queda do número de plaquetas.
Tratamento da Febre Chikungunya
Na fase aguda, o tratamento contra a febre chikungunya é sintomático. Analgésicos e antitérmicos são indicados para aliviar os sintomas. Manter o doente bem hidratado é medida essencial para a recuperação.
Quando a febre desaparece, mas a dor nas articulações persiste, podem ser introduzidos medicamentos anti-inflamatórios e fisioterapia.
Vacina da Dengue
Uma vacina contra os quatro tipos da dengue, desenvolvida a partir de uma cepa do vírus vivo, geneticamente modificado, está sendo testada em humanos. Até o momento os voluntários não apresentaram reações adversas.
Tratamento da Dengue
Não existe tratamento específico contra o vírus da dengue. Tomar muito líquido para evitar desidratação e utilizar medicamentos para baixar a febre e analgésicos são as medidas de rotina para aliviar os sintomas.
Pacientes com dengue, ou com suspeita da doença, precisam de assistência médica. Sob nenhum pretexto, devem recorrer à automedicação, pois jamais podem usar antitérmicos que contenham ácido acetilsalecílico (AAS, Aspirina, Melhoral, etc.), nem anti-inflamatórios (Voltaren, diclofenaco de sódio, Scaflan), que interferem no processo de coagulação do sangue.
Prevenção da Febre Chikungunya
Não existe vacina contra febre chikungunya. Na verdade, a prevenção consiste em adotar medidas simples no próprio domicílio e arredores que ajudem a combater a proliferação do mosquito transmissor da doença
Recomendações para a Dengue
* Dengue é uma doença que pode evoluir rapidamente da forma clássica para quadros de maior gravidade;
* A pessoa só desenvolve imunidade para o tipo de vírus que contraiu e pode infectar-se com outro sorotipo, o que aumenta o risco de doença hemorrágica;
* A identificação precoce dos casos de dengue é de importância fundamental para o controle das epidemias;
* Combater os focos do mosquito transmissor é a única maneira de prevenir a transmissão da doença.
Observações importantes sobre a Febre Chikungunya
No Brasil, até o momento, só foram registrados três casos importados da febre chikungunya. Os pacientes foram infectados no exterior, num dos 40 países por onde o vírus circula faz tempo. Os episódios foram controlados, sem que houvesse nenhum sinal de transmissão do CHIKV em território nacional.
No entanto, o risco de transmissão local existe. A proximidade da Copa do Mundo e de outros eventos no País favorece a vinda de turistas provenientes de áreas infectadas pelo CHIKV. Mesmo assim, não há motivo para alarme. Segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde, nossos serviços de saúde e de vigilância sanitária estão atentos. Os casos confirmados no Brasil foram notificados para a Organização Mundial da Saúde (OMS). Na mesma linha de conduta, médicos, laboratórios e as secretarias municipais e estaduais de saúde estão recebendo orientação sob a melhor forma de agir diante da nova doença.
Por Portal Brasil, editado pela UNA-SUS | 11 às 12:05 - Atualizada em 11 às 18:20
![]() |
| Von Zuben, professor da Unesp de Rio Claro |
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP) conseguiram um avanço importante ao encontrar uma substância 100% natural que mata o mosquito da dengue em estágio de larva e na fase adulta, além de funcionar como repelente.
A descoberta foi feita pelo pesquisador Vinícius Luiz da Silva, em uma parceria entre os laboratórios dos professores Jonas Contiero (Departamento de Bioquímica e Microbiologia) e Claudio José Von Zuben (Departamento de Zoologia), do Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro. O professor Von Zuben estuda há sete anos aspectos da biologia do mosquito para embasar a implantação de estratégias de controle.
O resultado foi obtido através do uso da substância ramnolipídio, um metabólito microbiano oriundo da bactériaPseudomonas aeruginosa LBI, associada a solos contaminados por petróleo. A bactéria foi encontrada em um terreno onde antes funcionava um posto de combustível pela equipe do professor doutor Jonas Contiero, do Laboratório de Microbiologia Industrial da Unesp, que há 17 anos realiza pesquisas nessa área.
A substância foi testada contra o mosquito da dengue no Laboratório de Entomologia, sob responsabilidade do professor Von Zuben, e obteve-se resultado positivo. O ramnolipídio conseguiu eliminar as larvas do Aedes aegypti e também o mosquito adulto. As larvas ficam submersas na água e precisam subir à superfície para respirar. O que mantém as larvas na superfície é a tensão da água. A substância quebra essa tensão impedindo a respiração das larvas, que morrem. Com relação ao mosquito adulto, a aplicação do produto quebra a cutícula do inseto, ou seja, a parede externa de proteção do corpo, levando-o à morte.
O sucesso nesses dois testes levou os pesquisadores a testar a eficácia do ramnolipídio como repelente. Os testes foram feitos com ratos brancos de laboratório, que foram anestesiados. O animal que teve a substância borrifada no corpo conseguiu repelir o mosquito, enquanto aquele que estava sem o produto foi picado pelo mosquito. Ou seja, a substância comprovou eficácia como bio-detergente, inseticida e repelente.
O professor Von Zuben explica que o produto poderá, no futuro, ser produzido em larga escala para ser utilizado no controle do mosquito da dengue. Porém, para isso, é preciso baratear os custos de produção, que ainda são muito altos. No momento, 10 miligramas da substância custam cerca de R$ 1.500,00. “O grande desafio é continuar os estudos e tentar otimizar a produção, tornando-a mais rápida e mais barata para a exploração comercial”, declara o pesquisador.
Enquanto o novo inseticida não chega ao mercado, a única forma eficiente de controle é a eliminação dos criadouros do mosquito. Ainda mais porque o inseto tem se adaptado ao clima e ao meio e conseguido se reproduzir mesmo em condições adversas, como a falta de chuva e oscilação de temperatura.
Para capacitar profissionais de saúde que atuam no Sistema Único de Saúde, a UNA-SUS oferece o curso Atualização do Manejo Clínico da Dengue. Para se inscrever, acesse ao link: http://www.unasus.gov.br/Dengue.
Por Lenix Barbosa | 05 - Atualizada em 05 às 13:46
![]() |
| Reprodução/internet |
Pela primeira vez uma vacina contra o vírus chega à última fase de testes para ser lançada no mercado. Mas especialistas afirmam que substância pode causar problema maior em vez de combater a doença.
"Nós estamos no caminho de tornar a dengue uma doença possível de prevenir por vacina ", afirma John Shiver, vice-presidente para pesquisa e desenvolvimento da Sanofi Pasteur. A companhia farmacêutica francesa comemora os resultados da fase 3 de testes na Ásia, que foram publicados na revista especializada The Lancet em meados deste mês.
A substância chamada CYD-TDV mostrou ter uma eficácia de 56,5% contra a dengue em crianças e adolescentes de entre 2 a 14 anos. "É muito menos do que nós esperávamos", avalia, porém, Annelies Wilder Smith, pesquisadora da Universidade Tecnológica Nanyang em Cingapura.
A especialista participou da fase anterior do desenvolvimento da vacina, mas não da terceira. "Nós esperávamos mais de 90% de eficácia", afirma a especialista, que destaca, porém o simples fato de a pesquisa ter chegado à fase 3 de testes.
Essa fase é a final e mais cara no desenvolvimento de uma vacina e ocorre antes de a companhia poder tentar registrá-la e levá-la ao mercado. Somente pesquisas bem avançadas chegam a esse ponto, e foi a primeira vez que uma vacina contra dengue foi tão longe.
"Nós esperamos por um longo tempo o resultado desse estudo", conta Jonas Schmidt Chanasit, diretor do departamento de diagnose de vírus do Instituto Bernhard Nocht, de Hamburgo. Ele diz que a boa notícia é que a vacina é segura e não produz efeitos colaterais.
A eficácia de 56% significa que o número de infecções poderia ser reduzido pela metade. O teste mostrou, além disso, que a vacina diminuiu o número de casos graves de dengue em 88,5%.
Proteção parcial
Estima-se que, por ano, 500 mil pessoas sofrem de casos graves da doença – a dengue hemorrágica pode levar à morte.
"O protótipo de vacina tem potencial de ter um impacto significativo na saúde pública, tendo em vista a alta carga da doença em países endêmicos", opina Maria Rosario Capeding, do Instituto de Pesquisa de Medicina Tropical das Filipinas e diretora do estudo. "A redução de 50% dos casos de dengue no mundo já é, por si só, um avanço."
Mas, para Chanasit, o tratamento não pode ser considerado um sucesso completo, pois a proteção não é a mesma para os quatro subtipos da doença e isso pode ser perigoso.
Os quatro subtipos do vírus da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) coexistem em países com áreas endêmicas. Ao longo da vida, pessoas podem ser infectadas com os quatros serotipos. Se alguém desenvolve imunidade contra um, não há necessariamente proteção contra os outros três.
A vacina da Sanofi Pasteur protege com uma eficácia de 75% contra os serotipos DEN-3 e DEN-4. Já para o DEN-1 a proteção é de 50%, e para o DEN-2, de apenas 35%. Um resultado decepcionante, avalia Smith, pois em muitas regiões, como o Brasil, o tipo mais frequente do vírus da dengue é o 2.
Novos testes
"O protótipo de vacina tem potencial de ter um impacto significativo na saúde pública, tendo em vista a alta carga da doença em países endêmicos", opina Maria Rosario Capeding, do Instituto de Pesquisa de Medicina Tropical das Filipinas e diretora do estudo. "A redução de 50% dos casos de dengue no mundo já é, por si só, um avanço."
Mas, para Chanasit, o tratamento não pode ser considerado um sucesso completo, pois a proteção não é a mesma para os quatro subtipos da doença e isso pode ser perigoso.
Os quatro subtipos do vírus da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4) coexistem em países com áreas endêmicas. Ao longo da vida, pessoas podem ser infectadas com os quatros serotipos. Se alguém desenvolve imunidade contra um, não há necessariamente proteção contra os outros três.
A vacina da Sanofi Pasteur protege com uma eficácia de 75% contra os serotipos DEN-3 e DEN-4. Já para o DEN-1 a proteção é de 50%, e para o DEN-2, de apenas 35%. Um resultado decepcionante, avalia Smith, pois em muitas regiões, como o Brasil, o tipo mais frequente do vírus da dengue é o 2.
Novos testes
Segundo Chanasit, há possibilidade de que a vacina piore a situação da doença em países endêmicos. Por um lado a vacinação poderia controlar alguns subtipos da dengue, mas por outro poderia fortalecer outros.
"Isso poderia criar um problema enorme", afirma o especialista. Ele explica que, se alguém com imunidade alta contra alguns subtipos é infectado por outro, o curso da doença é mais severo do que em pessoas sem qualquer imunidade. Isso, segundo ele, se deve a um fenômeno chamado de amplificação dependente de anticorpos.
"Muitos cientistas e médicos aprenderam que a amplificação dependente de anticorpos acontece quando há uma resposta de anticorpos desequilibrada. Mas isso é um conceito teórico que não foi comprovado ainda", pondera, por sua vez, Smith.
A pesquisadora de Cingapura diz que os dados do teste clínico revelaram o oposto. "Mesmo que ela proteja somente contra os tipos 1, 3 e 4, é provável que continue protegendo com doenças mais graves de todos os serotipos", argumenta.
Na região da Ásia, onde o teste foi feito, o tipo 2 não era prevalente. E, por isso, Chanasit diz ser necessário esperar os dados de outros testes clínicos com a mesma a substância. Um estudo está sendo feito agora na América Latina e no Caribe. Os resultados devem ser apresentados até o fim de 2014.
"Isso poderia criar um problema enorme", afirma o especialista. Ele explica que, se alguém com imunidade alta contra alguns subtipos é infectado por outro, o curso da doença é mais severo do que em pessoas sem qualquer imunidade. Isso, segundo ele, se deve a um fenômeno chamado de amplificação dependente de anticorpos.
"Muitos cientistas e médicos aprenderam que a amplificação dependente de anticorpos acontece quando há uma resposta de anticorpos desequilibrada. Mas isso é um conceito teórico que não foi comprovado ainda", pondera, por sua vez, Smith.
A pesquisadora de Cingapura diz que os dados do teste clínico revelaram o oposto. "Mesmo que ela proteja somente contra os tipos 1, 3 e 4, é provável que continue protegendo com doenças mais graves de todos os serotipos", argumenta.
Na região da Ásia, onde o teste foi feito, o tipo 2 não era prevalente. E, por isso, Chanasit diz ser necessário esperar os dados de outros testes clínicos com a mesma a substância. Um estudo está sendo feito agora na América Latina e no Caribe. Os resultados devem ser apresentados até o fim de 2014.
Por Agência Brasil | 05 às 05:18 - Atualizada em 05 às 13:38
![]() |
| Reprodução/internet |
De janeiro a julho deste ano, o número de casos de dengue no estado do Rio de Janeiro diminuiu 97% na comparação com igual período de 2013. Até o dia 12 de julho, foram 6.035 casos suspeitos da doença e cinco mortes. No ano anterior foram 212.231 casos e 39 mortes.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, várias iniciativas - implantadas desde 2008, quando o estado registrou a maior epidemia de dengue - levaram a essa queda. Também contribuíram para a redução o período de seca prolongado e a imunização da população ao tipo de vírus circulante. Em 2013 foram identificados os vírus 1, 3 e 4 e em 2014 circularam os tipo 1 e 4.
Um dos projetos implantados permite o georreferenciamento, em tempo real, dos locais visitados pelos agentes municipais de saúde, que preenchem os dados sobre os focos do mosquito em um smartphone. Outra iniciativa é o prontuário eletrônico, que auxilia os profissionais das unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) no atendimento aos casos suspeitos de dengue, com a inserção dos dados no sistema, que indica o melhor tratamento de acordo com os sintomas.
Além disso, foi assinado convênio, no ano passado, com o Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e o governo da Alemanha, por meio do Bernhard Nocht Institute, para pesquisar o mosquito Aedes aegypti e impedir sua proliferação. O trabalho consiste na captura dos insetos para análise e catalogação em laboratório, com separação por gênero e caracterização viral. A ideia é criar modelos matemáticos para antecipar os riscos e auxiliar os gestores e profissionais de saúde na tomada de decisão para prevenir surtos.
O instituto alemão investirá 350 mil euros na pesquisa, que também vai auxiliar no rastreamento antecipado da entrada do vírus chikungunya no estado. O vírus também é transmitido pelo Aedes aegypti, e os sintomas da doença são parecidos com os da dengue, mas causa também dores nos músculos e articulações, que podem durar meses. Desde janeiro, foram notificados 20 casos de febre chikungunya no Brasil, sendo dois no Rio de Janeiro, em pessoas que viajaram para fora do país.
Por G1 Pará | 05 às 10:15 - Atualizada em 05 às 13:29
![]() |
| Município que teve mais casos foi Parauapebas, com 486 casos. (Foto: Reprodução/TV Diário) |
O número de casos confirmados de dengue caiu 72% no Pará, de acordo com estatísticas de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), foram notificados 6.907 casos suspeitos da doença, dos quais 2.164 confirmados. Os dados foram divulgados no informe epidemiológico da última segunda-feira (4).
Os seis municípios com maior número de casos confirmados são Parauapebas (486), Senador José Porfírio (223), Pacajá (167), Belém (164), Oriximiná (157) e São Félix do Xingu (150).
O boletim mostra ainda redução nos casos de dengue desde 2011, dados apontam 15.537 casos confirmados naquele, 13.519 em 2012, 7.807 em 2013 e apenas 2.164 em 2014. A Coordenação Estadual orienta que as Secretarias Municipais der Saúde informem imediatamente em 24 horas a ocorrência de casos graves e óbitos suspeitos de dengue. Nenhum óbito suspeito foi notificado até o momento.
Nova classificação
A secretaria informa que já está adotando a nova classificação da doença orientada pelo Ministério da Saúde, que se divide da seguinte maneira: "dengue" e "dengue com sinais de alarme" e "dengue grave", em substituição à classificação anterior (dengue clássico, dengue com complicações e dengue hemorrágico).
A secretaria informa que já está adotando a nova classificação da doença orientada pelo Ministério da Saúde, que se divide da seguinte maneira: "dengue" e "dengue com sinais de alarme" e "dengue grave", em substituição à classificação anterior (dengue clássico, dengue com complicações e dengue hemorrágico).
Mais informações sobre dengue: Ananindeua (91) 3073-2220; Marabá (94) 3324-4904; Marituba (91) 3256-8395; Santarém (94) 3524-3555, e Tucuruí (94) 3778-8378. Em Belém, além dos telefones (91) 3344-2475, 3344-2459 e 3277-2485, estão disponíveis os telefones dos Distritos Administrativos da Prefeitura: Daben (3297-3275), Daent (3276-6371), Dagua (3274-1691), Daico (3297-7059), Damos (3771-3344), Daout (3267-2859), Dasac (3244-0271) e Dabel (3277-2485)
Assinar:
Postagens (Atom)
Sejam bem-vindos! Hoje é
Popular Posts
-
Conheça as diferenças: Muriçoca tira o sono e o mosquito da dengue pode matarPor Assessoria de Comunicação da Sesa Selma Oliveira / Marcus Sá ( selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5220 / 3101.5221 / 8733.82...
-
A Fundação Demócrito Rocha, juntamente com a universidade aberta do nordeste está disponibilizando curso de extensão universitária em Promoção da Equidade no SUSExtraído do site da Fundação Demócrito Rocha e editado pelo Blog Endemias de Icapuí | Atualizada em 03 /06/2014 às 17 :13 A Fund...
-
Primeiro caso de febre do Nilo no Brasil pode ser confirmado amanhãPor Agência Brasil | 05/12/2014 às 18:57 - Atualizada em 07/12/2014 às 22:07 Vítima não identificada tem 52 anos e estava internad...
-
Postos de saúde em Fortaleza ficam lotados com a vacinação contra o sarampoFoto: Tereza Tavares/TV Verdes Mares) Com o surto de sarampo no Ceará, onde a capital é onde se concentra o maior número de casos da do...
-
Prefeitura de Rio Preto-SP, realiza ação contra dengue no municípioPor Por: Abrahão Hackme - abrahaoh@bomdiariopreto.com.br às 22:07 | 17 /06/2014 - Atualizada em 18 /06/2014 às 11:10 Abner...
-
Dengue: uma ameaça cada vez mais preocupanteSurtos da dengue ocorrem antes do início da estação das chuvas. (Foto: Arquivo/Dom Total) Por María Victoria Ojea Um zumbido é o prime...
-
NOTA Á IMPRENSA SOBRE GASTOS FEDERAIS COM EDUCAÇÃO E SAÚDE EM CIDADES DA COPA DO MUNDOEm relação às notícias divulgadas nesta quinta-feira (9/1) sobre o estudo da organização Agência Pública, que comparou os recursos federai...
-
Ceará já tem mais de 4 mil casos de dengue em 2014Por G1/CE | 07 /06/2014 às 10:14 - Atualizada em 08 /06/2014 às 12:55 Até sexta-feira (6), Secretaria da Saúde confirmou 4....
-
A febre chikungunya já registra 16 casos no Brasil em 2014Por Agência Folhapress | 24 /09/2014 - Atualizada em 24/ 09/2014 às 15:26 Reprodução/internet Aumentou para 16 o núm...
-
Estudo alerta que dieta rica em proteína pode encurtar a vidaProteína animal pode elevar risco de morte em pessoas com menos de 65 anos (Thinkstock) Segundo pesquisa, pessoas abaixo de 65 anos qu...
Visualizações
Arquivo do Blog
Seguidores
Endemias de Icapuí de www.endemiasdeicapui.com está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
CR Frutas
Revendedora Natura


















