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Por Assessoria de Comunicação da Sesa-CE
Nesta segunda, 24 de fevereiro, 146 profissionais da saúde, na maioria médicos e enfermeiros, dos municípios de Fortaleza, Sobral, Caucaia e Itaitinga participarão de um treinamento sobre o manuseio do novo equipamento que detecta resultados de diagnósticos de tuberculose em apenas 2 horas e utiliza só uma amostra de escarro. Os participantes serão orientados sobre a utilização adequada, inadequada e limitações do teste, interpretação dos resultados, algoritmos diagnósticos e coleta adequada de escarro. O treinamento, que acontece no auditório da Secretaria da Saúde do Estado das 8 às 17 horas, é realizado pelo Ministério da Saúde. A Sesa fica na Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema.
O Teste Molecular Rápido (PCR em tempo real) tem elevada sensibilidade e especificidade para detecção tanto do bacilo quanto da resistência à rifampicina(>90%).Ministrarão o treinamento a enfermeira Daniele Dell' Orti e a médica Fernanda Dockhorn Costa. Os locais de atendimento que irão receber inicialmente o equipamento são:Centro de Patologia Clínica do Hospital São José, Laboratório Central de Fortaleza, Laboratório de Referencia do Sistema Prisional (Hospital Otávio Lobo), Laboratório de Referência em Tuberculose de Sobral, Laboratório Municipal de Caucaia.
O objetivo da capacitação é formar profissionais de saúde para multiplicarem as informaçõesno retorno aos municípios e no trabalho nas unidades de saúde. Cada unidade de saúde dos municípios que irá receber o teste rápido terá pelo menos um profissional de saúde capacitado como multiplicador.
Nesta segunda, 24 de fevereiro, 146 profissionais da saúde, na maioria médicos e enfermeiros, dos municípios de Fortaleza, Sobral, Caucaia e Itaitinga participarão de um treinamento sobre o manuseio do novo equipamento que detecta resultados de diagnósticos de tuberculose em apenas 2 horas e utiliza só uma amostra de escarro. Os participantes serão orientados sobre a utilização adequada, inadequada e limitações do teste, interpretação dos resultados, algoritmos diagnósticos e coleta adequada de escarro. O treinamento, que acontece no auditório da Secretaria da Saúde do Estado das 8 às 17 horas, é realizado pelo Ministério da Saúde. A Sesa fica na Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema.
O Teste Molecular Rápido (PCR em tempo real) tem elevada sensibilidade e especificidade para detecção tanto do bacilo quanto da resistência à rifampicina(>90%).Ministrarão o treinamento a enfermeira Daniele Dell' Orti e a médica Fernanda Dockhorn Costa. Os locais de atendimento que irão receber inicialmente o equipamento são:Centro de Patologia Clínica do Hospital São José, Laboratório Central de Fortaleza, Laboratório de Referencia do Sistema Prisional (Hospital Otávio Lobo), Laboratório de Referência em Tuberculose de Sobral, Laboratório Municipal de Caucaia.
O objetivo da capacitação é formar profissionais de saúde para multiplicarem as informaçõesno retorno aos municípios e no trabalho nas unidades de saúde. Cada unidade de saúde dos municípios que irá receber o teste rápido terá pelo menos um profissional de saúde capacitado como multiplicador.
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| Foto: Divulgação |
Entre o dia 1º de janeiro até ontem, Fortaleza teve 60 pessoas com diagnóstico de dengue. O número é baixo, se comparado aos três anos anteriores, quando houve uma epidemia da doença. Em 2012 (auge da epidemia), 651 casos foram confirmados somente no primeiro mês do ano. Os números foram divulgados ontem em boletim epidemiológico da Sesa.
Até ontem, a área da Secretaria Regional III era o local com o maior número de casos na Capital: 17, no total. Em seguida, aparecem as Regionais IV e V, com 10 casos confirmados em cada.
Durante o ano de 2013, foram notificados 54.945 casos de dengue em todos os 184 municípios do Estado. Desses, 25.058 casos foram confirmados em 163 municípios que apresentaram a transmissão.
O gerente da Célula de Vigilância Epidemiológica da SMS, Antônio Lima, diz que a considerável diminuição dos casos em Fortaleza é explicada pelo tipo de dengue que circula na Capital há cerca de quatro anos. “O sorotipo IV já está na cidade há um certo tempo, então ele encontra uma população imunizada”, aponta.
Se o índice de casos continuarem relativamente baixos, o cenário para 2014 pode ser o mais positivo desde o ano de 2010. Lima explica que outros fatores também ajudam na diminuição de pessoas doentes. “Além de outras ações, fazemos controle domiciliar, com visitas dos agentes de endemia. Isso ajuda muito”.
Até ontem, a área da Secretaria Regional III era o local com o maior número de casos na Capital: 17, no total. Em seguida, aparecem as Regionais IV e V, com 10 casos confirmados em cada.
Durante o ano de 2013, foram notificados 54.945 casos de dengue em todos os 184 municípios do Estado. Desses, 25.058 casos foram confirmados em 163 municípios que apresentaram a transmissão.
O gerente da Célula de Vigilância Epidemiológica da SMS, Antônio Lima, diz que a considerável diminuição dos casos em Fortaleza é explicada pelo tipo de dengue que circula na Capital há cerca de quatro anos. “O sorotipo IV já está na cidade há um certo tempo, então ele encontra uma população imunizada”, aponta.
Se o índice de casos continuarem relativamente baixos, o cenário para 2014 pode ser o mais positivo desde o ano de 2010. Lima explica que outros fatores também ajudam na diminuição de pessoas doentes. “Além de outras ações, fazemos controle domiciliar, com visitas dos agentes de endemia. Isso ajuda muito”.
Por Camila Holanda camilaholanda@opovo.com.br do O Povo Online
Até ontem, 81 casos haviam sido diagnosticados no Ceará, sendo 66 na Capital. Apesar do surto, está ocorrendo uma desaceleração da transmissão do vírus, devido às ações de imunização
Em 15 dias, 19 casos de sarampo foram diagnosticados no Ceará, em meio ao surto que se estende há quase dois meses. Ao todo, o cenário da doença no Estado tem 81 casos, desde que a primeira confirmação ocorreu, no último 25 de dezembro.De lá para cá, houve um rápido crescimento na proliferação do vírus, que chegou a ter 51 casos novos no período de uma semana.
As informações foram divulgadas ontem pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), em boletim epidemiológico. Segundo balanço do órgão, até ontem, Fortaleza era a cidade com o maior número de casos (66). Outros seis municípios também têm pessoas com o diagnóstico da doença: Caucaia (1), Itaitinga (1), Jaguaribe (1), Maranguape (2), Trairi (3) e Uruburetama (7).
Entretanto, ainda que o Ceará viva dias de surto do sarampo, um desaceleramento do contágio está ocorrendo nas últimas duas semanas. Coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Vanessa Soldatelli atribui o processo às ações de vacinação e bloqueio que são realizadas desde que os primeiros casos de sarampo começaram a reaparecer em Fortaleza - após 15 anos sem registros da doença no Estado. “O maior número de casos foi na quarta semana epidemiológica. Foi muito trabalho, mas está valendo a pena, pelos bons resultados”, explica.
Em Fortaleza, segundo Soldatelli, 100% das crianças de até um ano já foram imunizadas durante a campanha de vacinação. Outro dado é que 86% das crianças de seis meses a menores de quatro anos receberam doses da tríplice viral, independentemente da situação vacinal. Essa é a faixa etária mais vulnerável e, portanto, é foco da campanha. O Ministério da Saúde estipulou 95% como a porcentagem ideal de imunização nessas idades.
Interior
O atual surto de sarampo surgiu em Fortaleza, mas acabou se espalhando para outras cidades do Ceará. Até ontem, 86,96% da cobertura da população-alvo havia sido alcançada, com a vacinação de 257.167 crianças nos 19 municípios que participam da campanha. A coordenadora estadual de Imunização, Ana Vilma Leite, explica que o Interior também está assistindo à diminuição dos casos. “A gente vai desacelerar cada vez mais, trabalhando prevenção e controle do sarampo”, aponta.
Serviço
Postos abertos
Hoje (22/2)
Floresta (rua Tenente José Barreira, 561, Álvaro Weyne)
Paulo Marcelo (rua 25 de março, 607, Centro)
Meireles(rua Antônio Justa, 3113)
Sesa (rua Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema )
Sobreira de Amorim (rua Desembargador Luiz Paulinho, 109, Henrique Jorge)
Cesar Cals (rua Coronel Matos Dourado, s/n, Pici)
Parangaba (rua Germano Franklin, 495, Parangaba)
Fernando Diógenes (rua Teodoro de Castro, Granja Portugal)
Messejana (rua Coronel Guilherme Alencar, Messejana)
Da Redação do Blog da Floresta
Com 68 casos confirmados de dengue no Município de Itacoatiara a Secretaria Municipal de Saúde deu o alarme para o combate ao mosquito transmissor da doença. Bairros da Colônia, Pedreira, Santo Antônio, Centro, Jauary são os bairros que apresentaram índices de infestação Predial alarmantes nos casos de dengue. Os bairros Eduardo Braga 1 e 2, Mamoud Amed, Jardim Michele e Jardim Florestal foram os que apresentaram menos incidência da doença. O interessante é que os bairros periféricos demonstraram mais preocupação com a situação, pois os quintais limpos e os vasilhames secos constatados na visita dos agentes de endemias demonstraram que mesmo sem campanha os moradores estão mais conscientes da importância do combate diário a esse tipo de mosquito. Nos bairros de maior incidência considerados subúrbio do centro da cidade os moradores estão em falta com a limpeza periódica e com desleixo aos vasilhames que podem acumular água para proliferação do mosquito da dengue.
A primeira ação empreendida pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) foi a dedetização de UBV (ultra Baixo Volume) de fumacê nas ruas dos bairros de índice acima de 1% de infestação predial. Essa ação será realizada em todos os bairros e o segundo momento é a visita de casa em casa dos agentes de endemias para averiguar os quintais e os resíduos de lixo onde tenham depósitos de nível de solo (barril, tambor, tanque, poço), móveis (vasos, pratos, frascos com plantas, bebedouros de animais e outros), fixos (calhas, laje, ralos, tanque em obras, borracharia), naturais (buracos em árvores, Bromélias e outros), resíduos sólidos (plásticos, garrafas, latas, sucatas de ferro velho), pneus e outros materiais rodantes. Os locais de baldios, meio-fio, calçadas e acostamentos, além de logradouros púbicos estão sendo limpos com apoio da Secretaria de infraestrutura que pretende deixar esses locais limpos e sem depósitos que possam contribuir para a proliferação do mosquito.
Outras ações como conscientização e educação nas escolas através de palestras, entrevistas nos meios de comunicação e folders para relembrar que este combate é permanente, principalmente em período do inverno como acontece agora em plena estação chuvosa, é preciso redobrar a atenção e ações por parte dos moradores para que esta doença não se torne epidemia e seja erradicada no município.
Texto e Fotos: Sérgio Azevedo
Por Saúde em Pauta
Preparando a casa contra a dengue antes de viajar
Confira dicas para viajar nas férias e deixar seu lar e familiares protegidosOs casos de dengue costumam aumentar nos meses de calor. Por isso é importante evitar a proliferação do mosquito e verificar a casa antes de viajar nas férias, já que estimativas mostram que 90% dos criadouros de dengue estão localizados dentro de casa. Por isso o patologista clínico do Bronstein Medicina Diagnóstica Izidro Bendet dá dicas para proteger a casa antes de pôr o pé na estrada.
1. Cuidado com recipientes que possam acumular água
De acordo com Izidro, é importante vedar bem todos os recipientes que possam acumular água, principalmente porque o verão é caracterizado por grandes temporais. “A atenção deve ser redobrada com as caixas-d’água; elas devem estar completamente vedadas e as calhas devem ser limpas”, lembra o médico.
2. Copos são bons para beber água e ótimos para a proliferação do mosquito
Tonéis, baldes, galões, garrafas PET e de cerveja devem ser fechados ou deixados de cabeça para baixo. “O mosquito pode deixar ovos até em copos plásticos, garrafas de cerveja e copos de água destampados. Eles são objetos em potencial para o surgimento de criadouros do mosquito”, reforça o patologista, que lembra que as bandejas de ar-condicionado e de geladeira devem ser deixadas sem água e limpas antes da viagem, assim como o vaso sanitário deve ficar fechado.
3. Não se esqueça da piscina!
O especialista alerta que, quem tem piscina, deve cobri-la com lona bem esticada. Vasos de plantas devem ser preenchidos com areia até a borda e deixados sem excesso de água. Pneus também devem ser cobertos.
4. Tudo deve ser vedado
Izidro Bendet afirma que ralos externos, canaletas para a drenagem da água da chuva e fossos de elevador devem ser tampados, se possível com tela, já que também podem ser potenciais criadouros do mosquito.
5. Cuidados para quem vai para regiões com altos índices da doença
Para quem vai passar as férias em regiões com altos índices de dengue, o médico lembra que um viajante bem orientado pode evitar muita dor de cabeça. “Use roupas claras e compridas, que cobrem a maior parte do corpo, bem como repelentes que contenham DEET em concentração adequada para a idade.” O médico enfatiza que a identificação precoce dos sinais e sintomas iniciais da doença, como febre alta, dor severa e vermelhidão pelo corpo, vômito e dor de cabeça, é de extrema importância para evitar a evolução da doença. “É fundamental ressaltar que apenas uma consulta com um especialista poderá estabelecer, com precisão, todos os cuidados necessários para cada destino e cada viajante”, finaliza Izidro.
6. Preste atenção nos sintomas da dengue
“Geralmente, os sintomas da dengue iniciam de uma hora para outra e dura entre cinco e sete dias. A pessoa infectada que desenvolve a forma clássica da doença tem febre alta (39° a 40°C), dor de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjoo, vômito, manchas vermelhas na pele e dor abdominal, principalmente em crianças”, complementa o médico. Após esse período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição. Já os sintomas da dengue hemorrágica se assemelham à dengue clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos. A manifestação da doença nessa forma pode causar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas. “A dengue hemorrágica é a forma mais grave da doença, que, se não for tratada com rapidez, pode levar à morte. “É importante ficar atento aos sintomas e, antes de viajar, pesquisar postos médicos e os hospitais próximos ao local de destino para recorrer em caso de emergência”, alerta o patologista.
7. O tratamento é simples
A reidratação oral é uma medida importante e deve ser realizada durante todo o período de duração da dengue e, principalmente, da febre. O tratamento da dengue é de alívio dos sintomas, reposição de líquidos perdidos e manutenção da atividade sanguínea. A pessoa deve ficar em repouso, beber muito líquido (inclusive soro caseiro) e só usar medicamentos prescritos pelo médico para aliviar as dores e a febre. “Ao ser observado o primeiro sintoma, deve-se buscar orientação médica no posto de saúde mais próximo. As pessoas que já contraíram a forma clássica da dengue devem procurar, imediatamente, atendimento médico em caso de reaparecimento dos sintomas agravados com os sinais de alerta, pois correm o risco de estar com dengue hemorrágica, que é o tipo mais grave. Todo o tratamento de dengue só deve ser feito sob orientação médica”, finaliza o dr. Izidro.
| Foto: Divulgação |
Mesmo com o grande volume de chuvas registrado em Sorriso desde o início do ano, os números de casos de dengue tiveram uma redução de 98,39% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), até o dia 14 de fevereiro foram registradas 20 notificações, sendo 13 no mês de janeiro e sete em fevereiro. Destas 20 notificações, seis foram positivas para dengue. Os casos registrados concentram-se nos bairros Jardim Primavera, Jardim Itália, Morada do Sol, Jardim Alvorada, Bela Vista e Nobre.
"Com a chuva constante, há sempre a renovação da água nos depósitos, evitando que ela fique parada e haja uma maior proliferação de larvas", explicou a coordenadora do Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento, Alzira Yanagi, lembrando que este fato não é motivo para descuidar da limpeza dos quintais.
"Está sendo realizado um intenso trabalho de campo, com orientação à população, eliminação de larvas e tratamento dos depósitos", reforçou a coordenadora do departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria, Silvia Fleming.
Silvia também detalha que, quando há uma notificação de suspeita de dengue, as equipes realizam o bloqueio, que se resume na verificação de larvas (eliminando-as ou tratando os possíveis depósitos) no local e em um raio de 300 metros, e termina com a aplicação do inseticida para matar o mosquito adulto.
Ela explica ainda que a participação da comunidade é indispensável para a redução dos casos de dengue, mantendo-se atenta à limpeza dos quintais e eliminação de possíveis criadores, dando especial atenção às calhas, pois são os locais preferidos pelo Aedes Aegypti para se reproduzir. A população pode e deve entrar em contato com a Secretaria de Saúde e Saneamento pelo 0800 647 4707 ou pelo 3545 8015 para denunciar possíveis focos.
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| Foto: Divulgação |
Por Folha do Povo News
Com o intuito de alertar e conscientizar a população e comerciantes do centro da cidade quanto ao combate e prevenção da dengue, a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria de Saúde Pública (Sesau) em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), entidades sociais e Agetran, realiza neste sábado (22.02) o 1º Rolezinho Contra a Dengue. Antes dessa ação, acontece nesta sexta-feira (21.02), pela manhã, a caminhada contra a dengue na UBS Albino Coimbra e UBS Coronel Antonino.
A iniciativa que recebe a parceria do Conselho Comunitário de Segurança da Área Central, Conselho do Comércio Central, Rotary, Jacaré Moto Clube e Sesau, terá início a partir das 8h30min em frente a Associação Comercial de Campo Grande. A caminhada percorrerá as principais ruas do centro da cidade. Sairá da rua de Novembro, passará pela ruas 14 de Julho, Barão do Rio Branco, seguirá pela avenida Cológeras, retornará pela avenida Afonso Pena encerrando na rua Barão do Rio Branco, em frente ao Bar do Zé.
A ideia do 1º Rolezinho Contra a Dengue surgiu após reunião de empresários da ACICG com o secretário Municipal de Saúde, Ivandro Correa Fonseca, quando foi apresentado o último Lira (Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypt), divulgado no início de janeiro. O Lira indicou que 12,2% dos focos da dengue foram encontrados no comércio da capital.
Durante o Rolezinho, os agentes de saúde e profissionais do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) estarão entregando panfletos e tirando dúvidas dos comerciantes e da população. Além disso, o Triciclo Brucutu participará da ação que contará com a presença do secretário de saúde, Ivandro Fonseca, empresários e demais autoridades.
SERVIÇO – 1º Rolezinho Contra a Dengue, será realizado neste sábado (22.01) às 8h30min. A concentração será em frente à Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, localizada na rua 15 de Novembro, nº 390, Centro.
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| Foto: Reprodução |
Apos os agentes de saúde e de combate ás Endemias receber um B.O do prefeito de Alcobaça Bernado Olívio, eles vão a Câmara de de vereadores protestar
Por Primeiro Jornal e extraído do Portal SBN de Noticias
Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias lotaram o plenário da Câmara de Vereadores de Alcobaça, durante sessão legislativa. Eles são contra o Decreto N.º 280/2014 que cria o Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica – PMAQ/AB) do município.
O decreto do prefeito Bernardo Olívio prevê a utilização dos recursos, destinados pelo Ministério da Saúde, aos trabalhadores, equipes e gestão, que prestam serviço na Estratégia Saúde da Família do município.
Apenas os profissionais que aderiram ao programa no mês de junho de 2013 teriam direito ao benefício. A proposta de Bernardo Olívio é destinar 70% dos recursos para as estruturas das unidades de saúde e 30% para as equipes. Este é o ponto principal da polêmica.
Com faixas e cartazes, os servidores reivindicavam percentuais iguais (50%) para as duas partes. Os agentes também reivindicam mais fiscalização nos recursos da saúde por parte dos vereadores.
Por Assessoria de Imprensa
Prefeitura Municipal do Crato
Prefeitura Municipal do Crato
A Secretaria de Saúde do Crato, por meio da Coordenação de Endemias, desenvolve um trabalho continuo de combate à dengue e a proliferação de muriçocas no município.
Com atividades planejadas de prevenção e combate, os profissionais do setor de Endemias vão fortalecendo a vigilância contra a dengue e o aumento do índice de muriçocas na cidade, por conta das chuvas.
O trabalho é desenvolvido diariamente com desobstrução dos canais e córregos, buscando evitar o acúmulo de lixo e desenvolvimento de possíveis criadouros, levantamento de índices, tratamento, entrega de sacos de lixos para que a população remova seus resíduos, telamentos em caixas d’água que ainda se encontram descobertas e carro fumacê à noite. Ações sempre acompanhadas de um trabalho educativo de conscientização.
O coordenador das Endemias, Antonio Esmeraldo, informa que segue o calendário de um trabalho que tem início em janeiro e vai até dezembro. “As atividades são realizadas de forma continuada com conscientização, prevenção e acompanhamento”, explica.
Durante essa semana, a equipe está realizando um trabalho intensivo nos localidades: Vila Alta, Muriti, Barro Branco, Grangeiro, Belmonte, Centro, Vila Novo Horizonte e Vila São Bento.
Esmeraldo lembra que todas as localidades do município do Crato serão visitadas pelo trabalho de controle da proliferação do Aedes Aegypti e das muriçocas. “No período chuvoso o trabalho é ainda mais intensificado. A comunidade deve estar informada das ações implantadas pelo município, fortalecendo o controle do inseto, numa parceria entre o município e a população”, completa.
Com atividades planejadas de prevenção e combate, os profissionais do setor de Endemias vão fortalecendo a vigilância contra a dengue e o aumento do índice de muriçocas na cidade, por conta das chuvas.
O trabalho é desenvolvido diariamente com desobstrução dos canais e córregos, buscando evitar o acúmulo de lixo e desenvolvimento de possíveis criadouros, levantamento de índices, tratamento, entrega de sacos de lixos para que a população remova seus resíduos, telamentos em caixas d’água que ainda se encontram descobertas e carro fumacê à noite. Ações sempre acompanhadas de um trabalho educativo de conscientização.
O coordenador das Endemias, Antonio Esmeraldo, informa que segue o calendário de um trabalho que tem início em janeiro e vai até dezembro. “As atividades são realizadas de forma continuada com conscientização, prevenção e acompanhamento”, explica.
Durante essa semana, a equipe está realizando um trabalho intensivo nos localidades: Vila Alta, Muriti, Barro Branco, Grangeiro, Belmonte, Centro, Vila Novo Horizonte e Vila São Bento.
Esmeraldo lembra que todas as localidades do município do Crato serão visitadas pelo trabalho de controle da proliferação do Aedes Aegypti e das muriçocas. “No período chuvoso o trabalho é ainda mais intensificado. A comunidade deve estar informada das ações implantadas pelo município, fortalecendo o controle do inseto, numa parceria entre o município e a população”, completa.
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| Foto: Divulgação |
Com 233 doentes, Boa Esperança do Sul vive epidemia e pretende multar moradores relapsos
Por Tribuna Impressa – Araraquara
Equipe da Sucen atua no município realizando a nebulização das residências; mutirões também são organizados
Boa Esperança do Sul é a primeira da microrregião de Araraquara a registrar caso de dengue hemorrágica. O município vive epidemia da doença e já conta com 233 casos confirmados.
Uma moradora da região dos bairros Dante e Palmeiras é a primeira vítima da forma mais grave da doença. Ela foi encaminhada para o Hospital Estadual de Américo Brasiliense, onde ficou internada e passa bem. A Prefeitura não revela o nome da paciente.
Desde o início do ano, o Município tem somado esforços para reduzir o avanço da epidemia. Foram contratados mais 15 agentes de endemias, além da intensificação do trabalho casa a casa.
A Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) também está no município desde a última semana, realizando o trabalho de nebulização. Outra medida adotada é a realização de mutirões para a retirada de entulho e eliminar os possíveis criadouros.
Grave
A dengue hemorrágica pode até matar e, com raríssimas exceções, ocorre apenas nos casos reincidentes da doença. As manifestações iniciais da forma mais agressiva da doença são as mesmas da clássica, com febre e dores pelo corpo.
A dengue hemorrágica pode até matar e, com raríssimas exceções, ocorre apenas nos casos reincidentes da doença. As manifestações iniciais da forma mais agressiva da doença são as mesmas da clássica, com febre e dores pelo corpo.
Qualquer pessoa que apresente dores no corpo e febre deve procurar atendimento médico.
Multa
A Prefeitura de Boa Esperança do Sul enviou à Câmara projeto que prevê autuar e multar os moradores que descuidarem das casa ou não autorizarem a entrada dos agentes. Estudos mostram que pelo menos 70% das larvas do Aedes aegypti estão dentro dos imóveis.
A Prefeitura de Boa Esperança do Sul enviou à Câmara projeto que prevê autuar e multar os moradores que descuidarem das casa ou não autorizarem a entrada dos agentes. Estudos mostram que pelo menos 70% das larvas do Aedes aegypti estão dentro dos imóveis.
A principal dificuldade enfrentada pelos agentes de saúde do município é o elevado número de moradores que impedem a vistoria dos imóveis para eliminação de criadouros. Outro ponto importante é o alto nível de larvas encontradas nas residências visitadas.
O projeto entrou na pauta da sessão de ontem, com pedido de dispensa de parecer e urgência por parte da mesa diretora da Casa.
Por Assessoria de Comunicação da SesaSelma Oliveira / Marcus Sá - 85 3101.5220 / 3101.5221
selma.oliveira@saude.ce.gov.br
A Operação Carnaval que a Secretaria da Saúde do Estado que iniciou nesta segunda-feira (17) vai diminuir o risco e proteger a população de doenças transmitidas por vetores, como dengue, leishmaniose, raiva e leptospirose em 25 municípios. O Núcleo de Controle de Vetores da Sesa mobilizará 33 servidores para realizar, com o apoio das Coordenadorias Regionais de Saúde e dos municípios, ações de controle do Aeds aegypti, controle de roedores e apreensão de cães. Os municípios que receberão as ações são os que têm maiores concentrações de foliões durante o carnaval.
A pulverização espacial UBV (fumacê) acontecerá em dois períodos, antes e depois do carnaval. Em Fortaleza, o fumacê cobrirá 1.240 quarteirões dos bairros Cais do Porto, Jacarecanga, Mucuripe, Praia de Iracema, Praia do Futuro I e II, Meireles, Varjota e Vicente Pinzon, de 24 de fevereiro a 3 de março e, depois, de 10 a 15 de março. Também receberão o fumacê os municípios de Pindoretama, Aquiraz, Cascavel, Beberibe, Aracati, Itaiçaba, Icapuí, Fortim, Jijoca de Jericoacoara, Acaraú, Itarema, Trairi, Paraipaba, Paracuru, São Gonçalo do Amarante, Caucaia, Itapipoca, Camocim, Chaval e Granja, sempre nos locais de maior fluxo de foliões.
A operação vai realizar, ainda, a captura de cães e a desratização em mercados públicos, feiras livres e áreas comuns com maior concentração de bares e restaurantes. O objetivo e diminuir o risco de agressões e transmissão de doenças por cães, da contaminação de alimentos, risco de transmissão de zoonoses por roedores e prejuízos econômicos causados por ratos nas cidades de Icapuí, Fortim, Aracati, Beberibe, Cascavel, Aquiraz, Eusébio, Paracuru, Camocim, São Gonçalo do Amarante, Caucaia, Itapipoca, Jijoca de Jericoacoara, Trairi, Acaraú e Paraipaba. Para a eliminação de roedores, serão utilizados 500 kg de raticidas.
Para a realização das ações, as equipes da Secretaria da Saúde do Estado visitarão os municípios das regiões de saúde de Acaraú, Tianguá e Camocim entre os dias 17 e 21 de fevereiro. Os municípios das regiões de saúde de Fortaleza, Cascavel, Caucaia, Itapipoca e Aracati receberão as ações entre os dias 24 e 28 de fevereiro.
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| Foto: CONACS |
A CONACS começou seu ano reunindo seus diretores e lideranças sindicais, filiada a entidade. A reunião realizada no final do mês de janeiro, serviu para fazer uma avaliação dos trabalhos do ano de 2013, considerar os pontos positivos e negativos das mobilizações, bem como, do processo de negociação do Piso Salarial Nacional.
DOS QUESTIONAMENTOS
No primeiro dia de reuniões a Presidente da CONACS oportunizou a todos exporem suas própria avaliações sobre as mobilizações e as negociações com o Governo. Ressaltou-se entre os pontos positivos a organização da CONACS e a constância das mobilizações, fazendo com que a categoria se mantivesse mobilizada durante todo o ano. Por outro lado, entre os pontos negativos, foram pontados a falta de maiores esclarecimentos sobre o final das negociações com o Governo e os Líderes da Câmara de Deputados e especialmente a falta de compromisso das entidades filiadas (Federações e Sindicatos) com suas contribuições financeiras junto a CONACS.
Quanto aos pontos negativos, a Assessora Jurídica da CONACS esclareceu que após a intervenção direta e pessoal da presidente Dilma nas negociações da aprovação do PL 7495/06, os aliados da categoria na Câmara recuaram nos compromissos firmados conosco e há 2 semanas do final dos trabalhos, tínhamos grandes dificuldades em realizar uma nova mobilização, seja pela falta de dinheiro, ou seja pela falta de possibilidade regimental em pautar o PL 7495/06, já que o Governo usou a manobra de trancar a pauta por tempo indeterminado.
Para concluir sua fala Dra. Elane Alves avaliou que: “Analisando a situação de forma realista, entendemos que, o melhor a ser feito naquelas condições seria deixar aberto o canal de negociações com a Câmara de Deputados para o ano de 2014. E para isso, procuramos o Presidente da Câmara que nos propôs retomar as negociações com o Governo a partir de 2014, e no mês de março ‘deu’ novamente sua palavra em pautar o PL 7495/06. Ora, sabemos que com todas as idas e vindas das negociações no ano passado, uma das certezas que temos que reconhecer é que, o Deputado Henrique Alves (PMDB/RN), cumpriu seus compromissos com a categoria, ou seja, pautou e colocou em votação dia 23/10 o PL 7495/06, e daí por diante, o que se viu foi o Governo mover céu e terra para impedir a inclusão novamente na Pauta do PL 7495/06! E, portanto, sinceramente, prefiro manter minhas esperanças na força de mobilização da categoria do que, simplesmente achar culpados, desistir ou pior, agir por impulso e acabar com qualquer possibilidade de negociação e aprovação do piso salarial, pois esse ano, se, por um lado temos o tempo contra nós, por outro lado, contra o Governo tem a pressão política que a categoria pode fazer dentro do processo eleitoral!”
DO INÍCIO DAS ATIVIDADES EM BRASÍLIA
Com o apoio dos diretores e lideranças sindicais filiadas a CONACS, ficou deliberado que, no mês de março a CONACS começará seus trabalhos em Brasília, realizando a sua ASSEMBLÉIA ANUAL em Luziânia, nos dias 17 a 20 de março. A expectativa da organização que na abertura desse evento possamos contar com representações da categoria de todo o País, e a presença de vários parlamentares do Congresso, inclusive foram convidados vários Líderes Partidários, e se espera a presença do próprio presidente da Câmara, Deputado Henrique Alves.
Ainda faz parte da programação da Assembleia Anual à realização do 3º Fórum Nacional da CONACS, que dessa vez traz a novidade da realização do Curso de Capacitação em Plano de Carreira, Cargos e Salários, com duração de 48h, e propõe além de capacitar os participantes sobre o tema, irá fornecer amplo material didático e de pesquisa, que inclui apostilas e um pen drive com um sistema personalizado para calculo de progressões de carreira e impacto financeiro na implantação do PCCS. Esse curso será ministrado pela Assessoria Jurídica da CONACS, Dra. Elane Alves que a 9 anos milita exclusivamente nessa área de atuação, junto a Municípios e entidades sindicais de servidores públicos em geral e da categoria de ACS e ACE.
Para encerrar a primeira semana de trabalhos em Brasília, a Frente Parlamentar em defesa dos direitos dos ACS e ACE em parceria com a CONACS irá realizar no Auditório Nereu Ramos no dia 20/03, a partir das 9:00h o “Ato Público pela Valorização dos ACS e ACE”. O evento contará com a presença de vários parlamentares e líderes partidários e a expectativa que sejam apresentadas as agendas de votação do PL 7495/06.
Para encerrar a primeira semana de trabalhos em Brasília, a Frente Parlamentar em defesa dos direitos dos ACS e ACE em parceria com a CONACS irá realizar no Auditório Nereu Ramos no dia 20/03, a partir das 9:00h o “Ato Público pela Valorização dos ACS e ACE”. O evento contará com a presença de vários parlamentares e líderes partidários e a expectativa que sejam apresentadas as agendas de votação do PL 7495/06.
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| Foto: Divulgação |
O Ministério da Saúde colocou em consulta pública a proposta de um novo protocolo de tratamento de crianças e adolescentes com HIV. O documento pretende reduzir de seis para quatro semanas o tratamento com AZT (coquetel antiaids) para recém-nascidos de mulheres soropositivas que se trataram durante o gravidez.
As crianças cujas mães não foram acompanhadas durante a gravidez, além de tomar o AZT, deverão tomar três doses de Nevirapina. O protocolo também sugere que crianças de um a cinco anos, com carga viral de HIV superior a 100 mil, considerada alta, iniciem o tratamento. O protocolo ficará em consulta pública até 9 de março. A faixa etária considerada para o protocolo é de recém-nascidos até os 17 anos.
As crianças cujas mães não foram acompanhadas durante a gravidez, além de tomar o AZT, deverão tomar três doses de Nevirapina. O protocolo também sugere que crianças de um a cinco anos, com carga viral de HIV superior a 100 mil, considerada alta, iniciem o tratamento. O protocolo ficará em consulta pública até 9 de março. A faixa etária considerada para o protocolo é de recém-nascidos até os 17 anos.
Para o infectologista presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Érico Arruda, a mudança é positiva, já que reduz o tempo de tratamento mantendo a eficácia, mas ele ressalta que grande parte das grávidas não tem acesso ao exame que detecta o vírus HIV no pré-natal, algo essencial para o tratamento precoce. Para o especialista, é possível reduzir a quase zero o número de crianças infectadas detectando o vírus da mãe no início da gestação.
“Testar todas as mulheres grávidas, ter um programa de pré natal que consiga atender toda a demanda de mulheres gravidas, é o que propõe uma série de medidas nacionais, mas falta a prática” avaliou Arruda.
Curitiba foi exemplo neste combate em 2013, ano em que a capital paranaense não teve novos registros de menores de 13 anos com o vírus. O coordenador do programa Mãe Curitibana, Wagner Dias, explicou que quando a gestante inicia o pré-natal em uma unidade básica de saúde de Curitiba, são feitos os testes para HIV e sífilis. O teste é feito duas vezes durante a gestação e ainda é feito um teste rápido no momento em que a gestante dá entrada na maternidade. Quando detectado o vírus, a gestante recebe acompanhamento de um infectologista e inicia o tratamento com retrovirais na 15ª semana de gravidez.
No ano passado, 96 gestantes soropositivas foram acompanhadas em Curitiba e nenhuma transmitiu o vírus para o bebê. A transmissão geralmente acontece durante a gestação, no parto ou na amamentação.
Arruda recomenda que mães soropositivas não amamentem seus filhos. Ele conta que para a mãe não passar o vírus para a criança é importante que comece a tomar os antirretrovirais preventivos entre o segundo e o terceiro trimestre de gestação.
Para estas mães, também é importante que o parto seja cesáreo e que a criança seja limpa imediatamente depois, para que possa ter o mínimo de contato possível com as secreções da mãe.
Farmanguinhos desenvolve antirretroviral para crianças
Como parceiro estratégico do Ministério da Saúde no enfrentamento da Aids, Farmanguinhos produz uma série de antirretrovirais. Para os pacientes pediátricos, o Instituto desenvolve uma nova formulação de antirretroviral que associa três princípios ativos: Lamivudina 30mg + Zidovudina 60mg + Nevirapina 50mg. Vários são os benefícios da formulação em dose fixa combinada. Com o objetivo de facilitar a adesão das crianças, a administração é simples: o comprimido deverá ser dissolvido em uma pequena quantidade de água para ser ingerido. A iniciativa vem ao encontro da política da Organização Mundial da Saúde (OMS) de estimular o estudo de formulações mais adequadas aos pacientes pediátricos. O medicamento está em fase de testes.
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| Foto: Divulgação |
Preocupado com uma possível epidemia de dengue em Passos, mesmo após diversas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, o prefeito Ataíde Vilela decretou no final da tarde desta terça-feira estado de emergência no município. A partir desta situação, a Prefeitura terá melhores condições de ampliar as medidas para eliminar os focos do inseto, dentre as quais contratar mais agentes de endemias, e promover tratamento mais rápido para os pacientes.
Escrito por Prefeitura Municipal de Passos ao VN Noticias
“Não estamos medindo esforços para combater a dengue na cidade. Já conseguimos identificar os imóveis que podem estar contribuindo com a proliferação do mosquito e, agora, com o decreto de estado de emergência vamos poder tomar mais medidas ainda, principalmente conseguir recursos do governo estadual e do governo federal para intensificar as ações”, disse o prefeito, que esteve reunido com sua equipe da saúde, secretários e outros servidores municipais durante a tarde para discutir as ações.
“Outra preocupação nossa é com o tratamento das pessoas com dengue. Com esse decreto, vamos poder alocar recursos para a compra de medicamentos para tratar os pacientes e livrá-los dos incômodos da dengue com maior rapidez”, acrescentou o prefeito.
De acordo com o decreto assinado por Ataíde Vilela e pelo secretário de Saúde, Gilberto Lopes Cançado, o Betaca, todos os órgãos da administração municipal devem priorizar em caráter de urgência os procedimentos necessários para o combate ao mosquito transmissor da dengue.
Conforme o artigo 3º do decreto, poderão ser contratados em caráter de urgência, tantos profissionais quanto necessários, como médicos e enfermeiros, para o controle da situação emergencial. Com a medida, a Secretaria Municipal de Saúde fica autorizada a organizar a rotina de atendimentos para dar máxima efetividade no tratamento dos pacientes diagnosticados com a doença.
Neste ano, Passos registrou mais de 500 casos suspeitos de dengue, dos quais 77 foram confirmados. Com as medidas de emergência, a Prefeitura espera evitar que esse número aumente.
Nesta terça-feira, a Secretaria de Saúde, com apoio da Secretaria de Obras, Habitação e Serviços Urbanos, fez um grande mutirão nos bairros mais afetados por focos do mosquito e com maiores notificações de suspeitas da doença. Todos os agentes de combate a endemias foram acionados para participar do mutirão nos bairros Casarão, Colégio de Passos, Vila Rica, Bela Vista São Benedito e imediações da Praça Santa Bárbara e da Escola Abrão Lincoln e Luzia de Abreu.
Para ajudar a identificar os focos da dengue, por meio de filmagem em vídeo e fotos, o prefeito Ataíde Vilela conseguiu um helicóptero que sobrevoou a cidade nos últimos dias, quando foram detectados os locais de maior risco. “Com essas imagens vamos fazer intervenções mais pontuais contra o mosquito”, disse. Outra ação será a aplicação do fumacê nos bairros atingidos pela doença. O inseticida já foi solicitado pela Secretaria de Saúde à Gerência Regional de Saúde.
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| Foto: Divulgação |
O Estado registrou mais de 44,7 mil casos da doença no ano passado
Por G1 MT
No ano passado, foram registrados 44.748 casos de dengue em Mato Grosso, sendo a maior parte em Sinop, com 8.691. Em Cuiaba, foram notificados 3.750 casos e, em Várzea Grande, na região metropolitana, 805. Em Rondonópolis, a 218 km da capital, 3.271 pessoas contraíram a doença, segundo os registros oficiais.
"O plano inclui preparações de rotina e orientação aos profissionais que trabalham na área, mas também define as ações que serão tomadas caso um município não consiga mais responder sozinho a demanda. No total, deverão ser investidos mais ou menos R$ 6 milhões, incluindo a reforma e ampliação da Central de Controle Vetorial em Cuiabá", disse o superintendente de Vigilância em Saúde de Mato Grosso, Juliano Silva Melo.
Uma das medidas é garantir que haja atendimento aos pacientes infectados nas Unidades Básicas de Saúde para desafogar os hospitais. Também está prevista a criação de peças publicitárias com orientações para a população que frequenta essas unidades, e a capacitação dos profissionais da saúde. "Deverão ser investidos ainda cerca de R$ 1 milhão para melhorar as ações de isolamento do vírus", acrescentou Melo.
A preocupação é maior, segundo o superintendente, com os municípios mais populosos, como a capital. Porém, ele diz acreditar que 2014 deverá registrar diminuição no número de infectados pela dengue. "É uma queda natural, porque tivemos muitos casos nos últimos anos. A população acabou imunizada pelo próprio vírus. A tendência é diminuir", disse o superintendente.
No entanto, 22 municípios ainda estão em alerta, por terem muitos criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Cáceres, Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Juína, Água Boa, Juara e Barra do Garças são alguns dos que estão nessa lista.
As orientações do plano incluem também classificar os riscos nos serviços de saúde, aprimorar serviços da vigilância epidemiológica, garantir a notificação e a investigação dos casos e monitoramento dos sorotipos virais, e definir estratégias para redução da força de transmissão da doença, por meio do controle do vetor e de seus criadouros.
Por Assessoria de Comunicação da Sesa
Selma Oliveira / Marcus Sá / ( selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5220 / 3101.5221)
Selma Oliveira / Marcus Sá / ( selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5220 / 3101.5221)
A Secretaria da Saúde do Estado vai capacitar 702 agentes comunitários de saúde de sete municípios da 11ª região de saúde na abordagem do idoso nas unidades básicas de saúde e no domicílio, e ainda sobre a utilização da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, com orientações sobre o preenchimento e uso. O Seminário de Atenção a Saúde do Idoso para Agentes Comunitários de Saúde acontecerá de 18 a 21 de fevereiro em Sobral, dia 18 em Meruoca, dia 19 em Massapê e dia 20 em Forquilha. Os agentes contemplados com o curso são dos municípios de Sobral (400 vagas), Meruoca (30 vagas), Alcântaras (27 vagas), Massapê (73 vagas), Santana do Acaraú (69 vagas), Forquilha (52 vagas) e Groaíras (51 vagas). As inscrições serão feitas no local, antes do inicio do evento.
A Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa foi criada em 2007. Com o documento em mãos, o paciente pode registrar informações importantes sobre a sua saúde, como controle de peso e glicemia. É uma ferramenta para identificação de situações de riscos potenciais para a saúde da pessoa idosa e funciona como uma espécie de prontuário individual, sendo nela registradas informações importantes como identificação pessoal, vacinas, marcação de consultas, medicamentos que estão sendo usados, bem como ocorrências de doenças, número de quedas, entre outros. A caderneta dá ao gestor e ao profissional de saúde a possibilidade de planejar e organizar ações de prevenção, promoção e recuperação do paciente.
O Ceará segue a tendência nacional de envelhecimento populacional. Nos últimos 10 anos a população de idosos aumentou 61%. Dados do censo de 2010 mostram que há no Estado 1 milhão e 89 mil pessoas com mais de 60 anos de idade vivendo no Ceará, que representam 12,6% de toda a população do Estado. Na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011, o Ceará aparece como o quinto Estado brasileiro com a população mais envelhecida. No Brasil, segundo dados do IBGE referentes a 2011, existem aproximadamente 23,5 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, o que equivale a 12% da população, mais que o dobro do registrado em 1991, quando a faixa etária contabilizava 10,7 milhões de pessoas.

A Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa foi criada em 2007. Com o documento em mãos, o paciente pode registrar informações importantes sobre a sua saúde, como controle de peso e glicemia. É uma ferramenta para identificação de situações de riscos potenciais para a saúde da pessoa idosa e funciona como uma espécie de prontuário individual, sendo nela registradas informações importantes como identificação pessoal, vacinas, marcação de consultas, medicamentos que estão sendo usados, bem como ocorrências de doenças, número de quedas, entre outros. A caderneta dá ao gestor e ao profissional de saúde a possibilidade de planejar e organizar ações de prevenção, promoção e recuperação do paciente.
O Ceará segue a tendência nacional de envelhecimento populacional. Nos últimos 10 anos a população de idosos aumentou 61%. Dados do censo de 2010 mostram que há no Estado 1 milhão e 89 mil pessoas com mais de 60 anos de idade vivendo no Ceará, que representam 12,6% de toda a população do Estado. Na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2011, o Ceará aparece como o quinto Estado brasileiro com a população mais envelhecida. No Brasil, segundo dados do IBGE referentes a 2011, existem aproximadamente 23,5 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, o que equivale a 12% da população, mais que o dobro do registrado em 1991, quando a faixa etária contabilizava 10,7 milhões de pessoas.
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| Foto: Divulgação |
Desde 2013 o Governo Municipal vem trabalhando incansavelmente para que Lavras esteja fora do circuito de epidemias de Dengue.
Várias ações estratégicas foram desenvolvidas e continuarão por todo o ano de 2014, sendo executadas para combater o Aedes aegyptis. Uma delas foi a inédita limpeza dos ribeirões que cortam a cidade.
O mato alto e o lixo acumulado nas margens funcionam como verdadeiras incubadoras para o mosquito. Hoje com grande parte dos ribeirões limpos e toda ação de prevenção realizada pelo Departamento de Vigilância e Promoção da Saúde, Lavras está, até o momento, livre da Dengue.
O Governo Municipal tem aprimorado estratégias de ações de combate ao mosquito através de fiscalizações em casas, terrenos baldios e estabelecimentos comerciais da cidade pelos dos agentes de combate a endemias. Inclusive esse ano os agentes finalmente receberam novos uniformes e equipamentos para que possam exercer melhor suas funções.
Aliadas as ações de monitoramento nos bairros e estabelecimentos comerciais, limpezas de ribeirões e outras ações, o Governo Municipal tem contado como grande parceiro a população através da mobilização social que é um trabalho desenvolvido em parcerias com várias secretarias da administração, entidades publicas e privadas que tem como objetivo fazer com que o lavrense se conscientize que ele também é responsável pela qualidade de vida da população que o cerca.
Hoje Lavras está sem Dengue, enquanto cidades vizinhas como Nepomuceno e Campo Belo e Cana Verde estão registrando centenas de casos da doença. Inclusive o lavrense que for para alguma dessas cidades deve ter o cuidado de usar repelentes, o que é uma forma eficaz de se livrar dos mosquitos.
Mesmo com todas as ações de prevenção por parte do município, a colaboração da população ainda é fator primordial. Seja você um agente fiscalizador, colabore não jogando lixo em terrenos baldios. Não deixe água acumulada em recipientes de flores e avise via 156 sobre áreas que necessitem de fiscalização do município.
Com uma atuação conjunta entre o Governo Municipal e os cidadãos, Lavras continuará a ser um exemplo de combate à Dengue para o Brasil.
Por Rio Contra Dengue
Os riscos de uma gestante adquirir dengue não são superiores aos de qualquer outra pessoa e o tratamento é, inicialmente, o mesmo. Mas elas precisam de atenção especial
Os riscos de uma gestante adquirir dengue não são superiores aos de qualquer outra pessoa e o tratamento é, inicialmente, o mesmo. Mas elas precisam de atenção especial
Como é nos meses mais quentes que se concentram a maior parte dos casos de dengue, é natural que se fique mais atento aos sintomas da doença durante o verão. Em caso de febre com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas na pele, moleza e dor no corpo, dores nos ossos e articulações, é preciso procurar um serviço de Saúde. Isso vale para todas as pessoas, mas é ainda mais importante no caso das gestantes.
De acordo com dados do ano passado da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), nas 14 primeiras semanas de 2013 foram registrados mais que o dobro de casos de dengue em grávidas do mesmo período do ano passado. Foram 358 grávidas infectadas pelo vírus da doença no Rio de Janeiro este ano, contra 164 no mesmo período de 2012.
Isso não significa que os riscos de uma gestante adquirir dengue sejam superiores aos de qualquer outra pessoa, não são. Mas indica que elas precisam e devem ter atenção e cuidados redobrados. Embora o tratamento para gestante seja, inicialmente, o mesmo – repouso, hidratação oral ou intravenosa para febre e dor – e a internação seja indicada apenas em casos mais graves, há algumas recomendações especiais.
A preocupação redobrada se deve, entre outras coisas, ao fato de as mulheres que estão esperando bebê terem características únicas que dificultam a avaliação clínica. Sinais clássicos da doença, como febre, dores musculares, cefaleia e manchas pelo corpo nem sempre são claros. O problema ocorre quando as alterações específicas da gravidez impedem o reconhecimento precoce do vírus.
Complicações, como a Síndrome de HELLP (Hemolysis elevated liver enzymes low plaquets), que é decorrente de doença hipertensiva e pode apresentar sintomas iguais à dengue, também pode confundir o manejo clínico. Além disso, a hidratação, considerada o melhor procedimento para enfrentar o vírus, pode gerar dúvidas quando administrada para gestantes.
Isso se deve às mudanças que ocorrem no corpo feminino. Como as grávidas retêm mais líquidos que o habitual, os sinais de desidratação podem ser encobertos. Por outro lado, há também o risco de hiper-hidratação. Ou seja, os limites para a falta ou o excesso de líquido são tênues. Há ainda os riscos para o bebê.
Alguns relatos indicam que se a mulher estiver infectada com o vírus da dengue perto do período do nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada ou adquirir a doença no momento do parto. Também pode ocorrer ameaça de abortamento nos três primeiros meses de gestação e, nas formas mais graves da doença, a partir do sétimo mês, ameaça de desenvolver fatores de risco para a prematuridade.
Não há, no entanto, risco para os bebês que estejam sendo amamentados por mães com dengue. O vírus não é transmitido pelo leite materno.
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| Foto: Divulgação |
Por Rio Contra Dengue
Os dados mais recentes do LIRAa (Levantamento do Índice Rápido para o Aedes aegypti), compilados pela Secretaria de Estado de Saúde, apontam que o estado do Rio de Janeiro está em estágio de alerta para transmissão do vírus da dengue. A pesquisa foi realizada por 65 cidades, entre os dias 5 e 11 de janeiro. Apenas Macaé, na Região Norte Fluminense, apresenta um índice de infestação domiciliar considerado de alto risco, de 4% (40 imóveis com foco do mosquito a cada mil).
Ao todo, 40 municípios estão em estágio de alerta (com índices entre 1% e 3,9%). Entre os analisados, Iguaba Grande (3,4%), Paraty (3,3%) e Miracema (3,3%) detêm os maiores índices. A capital do Rio também está em alerta, com 1,2%. Vinte e quatro cidades têm taxas satisfatórias, com infestação pelo Aedes aegypti abaixo de 1%. Barris, caixas d’água e outros depósitos de armazenamento estão entre os principais criadouros do mosquito nos imóveis pesquisados.
Com relação ao mesmo período do ano anterior, 2014 registrou uma diminuição dos municípios com índice de alto risco e alerta. Em janeiro de 2013, dois municípios estavam em alto risco e 46 em estágio de alerta.
Prontuário Eletrônico – A Secretaria Estadual de Saúde implementou um Prontuário Eletrônico para auxiliar os profissionais de saúde do estado no atendimento a pessoas com dengue. Após inserir os dados do paciente no sistema, o programa avalia os sintomas e indica qual o melhor tratamento a ser seguido, e até aponta a necessidade de internação.
Campanha 10 Minutos Contra a Dengue - A campanha da Secretaria de Estado de Saúde é o tom de alerta para evitar um alarme neste verão, sendo uma importante ferramenta de conscientização para a necessidade de todos se engajarem no combate ao foco do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. O objetivo é estimular a população a investir 10 minutos por semana para eliminar possíveis criadouros em suas casas, já que o ambiente doméstico concentra 80% dos focos.
Monitora Dengue – Em uma ação inédita no país, projeto da Secretaria de Estado de Saúde vai distribuir até dez mil smartphones aos municípios para transmissão dos dados sobre as ações de controle do Aedes aegypti. O objetivo é garantir que os municípios consigam acompanhar diariamente o trabalho dos agentes de endemia na busca por focos do mosquito transmissor da doença. A tecnologia vai agilizar a elaboração dos relatórios com os dados coletados e permitir que o tempo de resposta para implementação de ações de combate à dengue e atendimento aos pacientes seja feito mais rápido nos pontos onde houver maior necessidade.
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Expectativa é iniciar testes com humanos em aproximadamente três anos
Por Zero Hora
Uma vacina contra o vírus HIV desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostrou resultados positivos quando testada em macacos. Na pesquisa, quatro macacos resus do Instituto Butantã receberam doses de uma vacina desenvolvida com 18 fragmentos do HIV, vírus causador da aids. Os fragmentos foram identificados e isolados a partir da análise do DNA de pacientes soropositivos, mas que ainda não haviam manifestado a doença.
Segundo Edecio Cunha Neto, professor de imunologia clínica da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador do Instituto do Coração (Incor), a resposta do sistema imunológico dos animais foi melhor do que os cientistas esperavam.
— Em 2006, a vacina já havia sido testada em camundongos, que costumam responder melhor do que macacos à imunização. Para nossa surpresa, a resposta imune dos macacos foi de 4 a 10 vezes maior do que a dos camundongos — diz Cunha Neto, um dos coordenadores do estudo da USP.
A resposta indica que as células de defesa dos macacos, que têm um sistema imune parecido com o dos homens, reconheceram o vírus HIV e manifestaram uma resposta para combatê-lo, o que seria o primeiro passo em busca de uma vacina para humanos. O reconhecimento do vírus pelo sistema imunológico sempre foi um dos grandes desafios dos pesquisadores, uma vez que a doença ataca exatamente o sistema de defesa.
Próximos passos
Após esse primeiro teste em macacos, iniciado em novembro do ano passado e considerado piloto pelos cientistas, outros 28 animais do Instituto Butantã receberão a vacina. Desta vez, os pesquisadores dividirão os primatas em quatro grupos e aplicarão diferentes combinações da vacina para avaliar qual versão provocará as melhores respostas imunes.
A ideia é que, se os bons resultados se repetirem no novo grupo de macacos, os pesquisadores possam, em aproximadamente três anos, iniciar os testes da vacina em humanos.
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O atendimento a pessoas com hipertensão nos municípios onde trabalham profissionais do Mais Médicos cresceu 27% em novembro de 2013, quando comparado a junho do mesmo ano, antes da chegada dos profissionais. É o que revela um levantamento do Ministério da Saúde sobre os cinco primeiros meses do programa. Nesse mesmo período, também houve aumento de 14,4% na assistência a pessoas com diabetes, de 13,2% no número de pacientes em acompanhamento e de 10,3% no agendamento de consultas.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirma que o impacto do Mais Médicos na saúde do Brasil será ainda maior. "Essas primeiras avaliações que já são identificáveis num curtíssimo espaço de tempo vão impactar no número de internações que são evitáveis pela Atenção Básica à saúde. Nós teremos de fato não só a garantia do acesso, mas uma transformação significativa nas condições de saúde e de vida da população brasileira, em particular, de brasileiros e brasileiras que, muitas vezes, nunca tiveram, ou na maior parte, nunca tiveram a oportunidade de contar com uma equipe de saúde completa", explica o ministro. Ao todo, 23 milhões de brasileiros já estão sendo atendidos por mais de seis mil e seiscentos profissionais do Mais Médicos em todo o Brasil.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirma que o impacto do Mais Médicos na saúde do Brasil será ainda maior. "Essas primeiras avaliações que já são identificáveis num curtíssimo espaço de tempo vão impactar no número de internações que são evitáveis pela Atenção Básica à saúde. Nós teremos de fato não só a garantia do acesso, mas uma transformação significativa nas condições de saúde e de vida da população brasileira, em particular, de brasileiros e brasileiras que, muitas vezes, nunca tiveram, ou na maior parte, nunca tiveram a oportunidade de contar com uma equipe de saúde completa", explica o ministro. Ao todo, 23 milhões de brasileiros já estão sendo atendidos por mais de seis mil e seiscentos profissionais do Mais Médicos em todo o Brasil.
Aparecida de Goiânia (GO) é um dos municípios beneficiados pelo programa Mais Médicos que já sentem o impacto do aumento do número de médicos nas unidades básicas de saúde. No total, o Ministério da Saúde já enviou para a cidade 42 profissionais. A coordenadora da Estratégia Saúde da Família de Aparecida de Goiânia, Érika Rocha, conta que o município tinha apenas 50% dos médicos necessários para as UBSs. "Isso fazia com que a maioria da população no município de Aparecida procurasse os serviços de pronto atendimento, urgência e emergência. Após o início do programa, todo esse déficit foi zerado e a gente percebe já um aumento muito grande da quantidade de consultas agendadas na Atenção básica e um melhor acompanhamento de pessoas portadoras de doenças crônicas ou tidas como grupo prioritário pelo Ministério da Saúde como hipertensos, diabéticos, gestantes e crianças", afirma a coordenadora.
A população do município de Aparecida de Goiânia é extremamente carente e 90% dependem do SUS. A cidade tem cerca de 500 mil habitantes e muitos casos de hipertensão, hanseníase, diabetes e tuberculose. "Para chegar lá era mais de meia hora porque pode dizer que meia hora é só o tempo que a gente fica no ponto esperando o ônibus. Agora aqui para mim, melhorou muito porque é pertinho, pertinho de casa. Me atende direitinho. Assim que eu chego sou atendida, não tenho nada que reclamar sobre médico", conta a dona de casa Ana Maria Santos, que é hipertensa e, muitas vezes, procurava atendimento no pronto-socorro da cidade.
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