Latest Post
Por Filipe Prado / Campo Grande News | 20 às 14:22 - Atualizada em 20 às 22:44
A incidência da dengue no inverno preocupa a SES (Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul). O mosquito Aedes Aegypti, que normalmente atacava no verão, adequou aos fatores climáticos do Estado e continua se reproduzindo em temperaturas mais baixas.
![]() |
| O mosquito começou a se adaptar ao frio, o que assusta os especialistas (Foto: Marcos Ermínio) |
A incidência da dengue no inverno preocupa a SES (Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul). O mosquito Aedes Aegypti, que normalmente atacava no verão, adequou aos fatores climáticos do Estado e continua se reproduzindo em temperaturas mais baixas.
Conforme o coordenador estadual de Controle de Vetores, Gilmar Ribeiro, houve incidência da doença no inverno do ano passado. “Nós temos percebido que, independentemente do frio, a dengue é presente. Já não existe mais dengue sazonal”, analisou, sobre a epidemia só ocorrer no verão, marcado por calor e chuva.
Ele explicou que com o tempo “o próprio vetor tem se habituado ao clima e aos fatores do Estado”. Ele explica que o mosquito é doméstico e fica dentro das residências, onde se protege do frio.
“Também vemos que não temos mais uma época de inverno tão fria. Já tivemos períodos de calor dentro da estação”, completou. “Está mais difícil eliminá-lo, por conta destes novos fatores”, admitiu Ribeiro.
De acordo com o LIRAa de abril, as cidades de Sidrolândia, Corumbá, Paranaíba, Três Lagoas, Dourados e Campo Grande estão com os maiores índices de infestação do Estado, entrando em médio risco. Eles alcançaram 3,3%, 2,8%, 3,5%, 1,6% e 2,8%, respectivamente, no levantamento.
Mas mesmo com o inverno próximo, os números podem não cair. “A tendência é diminuir, mas como tem mudado os fatores, não sabemos como será”, afirmou o coordenador. Tanto que na Capital, apesar das temperaturas mais amenas nos últimos dias, o número de casos notificados por dia triplicou, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, passando de 10 para 30 diariamente.
Focos – Conforme Ribeiro, a preocupação maior é com a quantidade de focos do Aedes Aegypti. Hoje a maioria é concentrada nos domicílios. “O Estado, de maneira geral, tem percebido a quantidade de focos domésticos. As pessoas pensam que são em terrenos, mas a maioria é no próprio quintal”, garantiu.
No levantamento da Capital, a Diretora de vigilância em saúde da Sesau (Secretaria de SaúdePública), Marcia Dalfabro, afirmou que os campo-grandenses não estão cuidando dos focos. “A maioria foi encontrada dentro das casas”, relatou.
“É a cultura do Estado. A população não esta sensibilizada”, finalizou Ribeiro.
Do início do ano até agora, Campo Grande registrou 2,5 mil notificações da doença. Em todos os casos, os pacientes com os sintomas têm exames que comprovam a doença solicitados. No ranking de incidência da dengue, a Capital ocupa o 10º lugar.
A cidade com maior incidência da doença é Bodoquena, que já notificou 232 casos durante o ano e tem população de 7,9 mil pessoas. Os municípios com nenhum registro da doença em 2014 são Angélica, Bataiporã, Inocência, Japorã, Juti e Nova Andradina.
Por Redação / ralves@band.com.br | 20 às 17:02 - Atualizada em 20 às 22:14
Capital do Amazonas tem risco médio de dengue, mas 26 bairros estão em situação de alerta ou tem alto risco
| Reprodução/internet |
Capital do Amazonas tem risco médio de dengue, mas 26 bairros estão em situação de alerta ou tem alto risco
A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) terminou o segundo Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). O resultado mostra que Manaus está com médio risco para dengue, com índice de 3,3.
Segundo a secretaria, os casos de dengue nos primeiros quatro meses caíram 81%, em comparação com o mesmo período de 2013. De janeiro a abril de 2014, foram notificados em Manaus 2.276 casos suspeitos de dengue.
O secretário municipal de saúde, Homero de Miranda Leão, destaca a importância do levantamento.
“Com esse levantamento, conseguimos verificar quais locais da cidade apresentam maior índice de infestação e, a partir desses dados, elaboramos as ações de prevenção que já estão sendo adotadas no combate à dengue para os próximos meses, definindo as áreas prioritárias, de acordo com a realidade de cada zona geográfica em Manaus”.
Os bairros com situação de alerta são: Tarumã, São Jorge, Glória, Santo Antônio, São Raimundo, Flores, Adrianópolis, Nossa Senhora Aparecida, Centro, São Francisco, Crespo e Raiz.
Os bairros com médio risco: são Mauazinho, Colônia Antonio Aleixo, Puraquequara, Armando Mendes, Cidade de Deus, Colônia Terra Nova, Monte das Oliveiras, Lago Azul, Ponta Negra, Santo Agostinho, Lírio do Vale, Bairro da Paz, Alvorada, Dom Pedro, Nova Esperança, Compensa, Vila da Prata, Santo Antônio, Chapada, São Geraldo, Presidente Vargas, Parque Dez, Aleixo, Praça 14, Cachoeirinha, Petrópolis, Japiim, Distrito Industrial 1, Betânia, São Lázaro, Morro da Liberdade, Educandos, Santa Luzia, Colônia Oliveira Machado e Vila Buriti.
Os bairros de alto risco são: Coroado, São José, Zumbi, Gilberto Mestrinho, Tancredo Neves, Jorge Teixeira, Novo Aleixo, Cidade Nova, Manoa, Colônia Santo Antônio, Novo Israel, Nova Cidade, Santa Etelvina e Redenção.
Segundo a diretora de vigilância ambiental, Angélica Tavares, com o levantamento do LIRAa nas mãos, a SEMSA irá priorizar as ações de combate à dengue e direcionar o trabalho dos agentes de endemias nas áreas mais críticas de infestação.
“Porém, o mais importante é a população fazer a sua parte, inspecionando o ambiente do seu domicílio rotineiramente, a fim de quebrar o ciclo do mosquito, ou seja, a cada sete dias no máximo, como preconiza a Campanha Dez Minutos contra a Dengue, onde os moradores têm que fazer um chek list em sua casa, verificando se há criadouro”.
![]() |
| Foto: Divulgação |
A prefeitura de Itaporanga, cidade de 15 mil habitantes no sudoeste paulista, decretou estado de emergência nesta terça-feira, 20, em razão de um surto de dengue que atinge o município. Até a tarde, tinham sido confirmados 56 casos e mais de cem pessoas apresentavam sintomas da doença. Os casos suspeitos eram encaminhados às unidades de saúde e ao hospital local para a coleta de material para exame. Pelo menos dez pacientes com sintomas mais graves tiveram de ser internados. A prefeitura fez um apelo às pessoas com sintomas para não saírem de casa, a fim de não espalharem a doença.
De acordo com o serviço de vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, os primeiros casos foram registrados no início de março e a doença se propagou. O surto já é o maior registrado na cidade e famílias inteiras foram diagnosticadas com a doença. A maioria dos casos é autóctone, ou seja, o paciente contraiu o vírus da dengue na própria cidade. Equipes da vigilância percorrem as ruas fazendo a nebulização com inseticida na tentativa de controlar o mosquito transmissor. Caminhões da prefeitura recolheram entulho para reduzir os criadouros.
José Maria Tomazela
Publicado em às 14:17
O site da Prefeitura Municipal de Icapuí esta disponibilizando os contra-cheques dos servidores online, a nova ferramenta foi implantado esse mês pela prefeitura.
Os servidores que quiserem verificar seus contra-cheques, terá que cadastrar uma senha, na qual sera enviado pelo e-mail do usuário (servidor), lembrando que a senha cadastrada ela e provisoria, com a senha o servidor entrara no site da prefeitura e poderá visualizar seus contra-cheques, mesmo em meses anteriores.Lembrando que essa nova ferramenta seja apenas mais uma forma de se obter os contra-cheques,que os servidores não seja impedido de obtê-lo através da forma impressa.
Clique no link abaixo e veja seu contra-cheque
Contra Cheques
O site da Prefeitura Municipal de Icapuí esta disponibilizando os contra-cheques dos servidores online, a nova ferramenta foi implantado esse mês pela prefeitura.
Os servidores que quiserem verificar seus contra-cheques, terá que cadastrar uma senha, na qual sera enviado pelo e-mail do usuário (servidor), lembrando que a senha cadastrada ela e provisoria, com a senha o servidor entrara no site da prefeitura e poderá visualizar seus contra-cheques, mesmo em meses anteriores.Lembrando que essa nova ferramenta seja apenas mais uma forma de se obter os contra-cheques,que os servidores não seja impedido de obtê-lo através da forma impressa.
Clique no link abaixo e veja seu contra-cheque
Contra Cheques
Por Blog Bio ACS, Fonte: Sindacs-AL | às 21:04 - Atualizada em às 22:30
![]() |
| Foto: Divulgação |
O Senado irá votar, na próxima quarta-feira 21/05, o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado 270/2006, que fixa em R$ 1.014,00 o piso salarial nacional para os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, com jornada de 40 horas semanais. A confirmação da matéria na pauta foi dada pelo presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).
O SINDACS-AL enviará uma delegação de Agentes Comunitários e de Endemias para acompanhar a votação do Projeto de Lei.
Os agentes interessados devem entrar em contato com o Presidente do SINDACS-AL pelo telefone: 9921-3158.
Por Breno Boechat para o Extra Globo | às 20:28 - Atualizada em às 20:40
Uma pesquisa realizada pelo instituto GlobalData apontou que, em 2023, o Brasil vai ser o país com o maior número de casos de dengue de todo o mundo. A previsão foi feita a partir de um estudo dos números da doença no período entre 2009 e 2013 nos “major markets” da dengue - países em que a virose atinge índices mais alarmantes. Além do Brasil, foram analisados os números da doença em Cingapura, México, Tailândia e Índia.
Segundo o levantamento, em todos esses países, o número de casos confirmados de dengue vai subir nos próximos dez anos. Atualmente, a média é de 304 mil casos por ano e, segundo as previsões, deve subir para 339 mil casos em 2023, o que aponta um crescimento anual de 1,13% no número de infectados. Ainda de acordo com a pesquisa, o Brasil deve ter mais da metade do número de infectados entre os países do grupo, com 207 mil pessoas infectadas, em 2023.
Para os epidemiologistas do instituto GlobalData, os principais motivos para esse aumento no número de casos de dengue nos próximos anos são o surgimento de um novo sorotipo — o tipo 5 — e o reaparecimento de algum sorotipo que ficou “adormecido” por muito tempo — pessoas que não tiveram contato com algum dos outros quatro sorotipos podem ser infectadas.
O instituto reforça que o estudo foi feito com base nos dados emitidos pelos próprios governos dos cinco países e que, por isso, é importante observar que a eficiência do estudo depende da capacidade que cada país tem de monitorar a dengue em seu território. Foram levados em consideração fatores de risco da doença, períodos de surto, os sorotipos em circulação em cada país, as variações dos sorotipos de acordo com as regiões e a idade e o sexo dos infectados.
![]() |
| Foto: Divulgação |
Há mais de um ano, desde janeiro de 2013, Uberlândia enfrenta uma epidemia de dengue. Somente em 2014 já foram notificados mais de 4.302 casos da doença. Somente entre 5 e 12 de maio o número de notificações cresceu mais de 10% na cidade, partindo dos 3,9 mil casos registrados até o final de abril.
Conforme o coordenador do programa de controle da dengue, Paulo Cesar Ferreira, ainda que a situação seja preocupante, não está fora de controle. “Esse cenário é reflexo das últimas chuvas, mas esse número tende a cair com a chegada do frio e o fim do período chuvoso.”
O plano nacional de controle à dengue aponta 271.500 imóveis em Uberlândia. De acordo com a Prefeitura, mais de 103 mil já foram visitados por agentes esse ano.
Segundo o Superintendente Regional de Saúde Daltro Catani Filho, os trabalhos de combate aos criadouros do mosquito transmissor foram intensificados. As equipes de combate percorrem a cidade e pulverizam com inseticida até um raio de 150 metros das moradias onde há casos notificados da doença.
Em Uberlândia, quatro mortes foram investigadas, mas descartadas as suspeitas de dengue. Já nos 18 municípios sob a responsabilidade da Superintendência Regional de Saúde, houve uma morte por dengue, na cidade Prata. Na região são mais 1,5 mil casos confirmados da doença.
Por Kyberli Gois para o nominuto.com| - Atualizada em às 20:16
| Foto: Divulgação |
uso de hipoclorito de sódio a 2,5% (derivado do cloro, conhecido popularmente como água sanitária) é 100% eficaz na eliminação de larvas do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue.
Além de verificar caixas d’água, garrafas, pneus e todo local que venha a se transformar num eventual depósito de água, os pesquisadores alertam para os cuidados que a população deve ter com plantas e flores. Bromélias, por exemplo, tendem a acumular água entre suas folhas tornando-se potenciais focos para o mosquito depositar os seus ovos. Os riscos podem ser eliminados, no entanto, utilizando-se a água sanitária diluída à água usada para regar as plantas. A proporção é a mesma: 10 ml para cada litro de água. Seguindo essas recomendações, os pesquisadores garantem que a mistura não fará mal às plantas e evitará o desenvolvimento da dengue.
Somente nos primeiros meses de 2014, o Rio Grande do Norte registrou mais de 2.200 casos de dengue, com cinco óbitos notificados. Os números foram divulgados durante o a edição deste ano do Fórum em Defesa da Saúde Pública do RN.
No último boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde e levantados pelo Centro de Zoonoses de Natal (CCZ) divulgado no dia 14 deste mês, mostrou que o primeiro quadrimestre (janeiro, fevereiro, março e abril) de 2014 foram notificados 474 casos de dengue, uma incidência de 55,51 casos por 100 mil habitantes. Os números representam uma redução de 31,21% de notificações, quando comparado ao mesmo período de 2013.
Diante desses números, é importante que a sociedade norteriograndense faça sua parte para evitar a proliferação do mosquito e, consequentemente, da doença. Para isso, um produto bastante usado pelas donas de casa pode ser um grande aliado: água sanitária.
Adicione água sanitária na proporção de uma colher de sopa por litro de água, devendo ser usada em ralos e na rega das plantas, entre outras situações. A mistura não fará mal às plantas e evitará o desenvolvimento do mosquito.
Outra dica fácil e eficaz é colocar o equivalente a duas colheres de hipoclorito de sódio por litro de água no vaso sanitário, nos ralos do banheiro, cozinha e a área de serviço. Esse é um cuidado indicado principalmente antes de viajar, quando a casa fica fechada por algum tempo.
A dengue é uma doença séria e pode levar a óbito. Entre os principais sintomas da pessoa infectada estão dores abdominais, febre alta, dores de cabeça, dor por trás dos olhos, manchas avermelhadas pelo corpo, náuseas e vômitos, dores no corpo e cansaço. Se for um quadro mais agravado como a dengue hemorrágica a pessoa pode apresentar sangramento.
Então, para evitar a doença, tome todos os cuidados e deixe a sua família e vizinhos protegidos. Se apresentar os primeiros sintomas, procure orientação médica, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças como a gripe.
Por Thiago de Araujo para o Brasil Post| às 19:48 - Atualizada em às 21:26
(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)
(Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)
![]() |
Combate ao mosquito transmissor é a chave do combate à dengue | AP/USDA |
Com mais de 215 mil casos registrados até o mês de abril em todo o Brasil, a denguevoltou a preocupar a população, mais precisamente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Só essas duas áreas do País concentram 74% do total de ocorrência (215.169), segundo dados do Ministério da Saúde. A situação é inferior à registrada em 2013, mas preocupa, sobretudo pela aproximação da Copa do Mundo, que começa no próximo mês.
A recorrência do problema, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), tem como carro-chefe a falta de continuidade das políticas públicas no combate ao principal vetor da doença, a fêmea do mosquito Aedes aegypti. De acordo com o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, a forte transmissão da dengue no Brasil nesta mais recente epidemia teve início a partir do final de 2012, após as eleições – o que explica os mais de 921 mil casos registrados no ano passado. Barbosa admite que a falta de ações de combate ao mosquito em alguns municípios, além da circulação de um novo subtipo do vírus - o DENV 4 – contribuíram para o cenário atual.
“Não podemos relaxar no combate ao mosquito. A prevenção precisa ser mantida durante todo o ano”, completou Barbosa. Especialistas ouvidos pelo Brasil Post alegaram não terem dados concretos para sugerir, pelo menos oficialmente, outras possíveis causas que expliquem a atual epidemia de dengue, ainda mais em um ano de forte estiagem em Estados como São Paulo – que já registrou mais de 54 mil casos, conforme dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (com outros 50 mil sob investigação).
Dentre os municípios paulistas, a pior condição se dá em Campinas, onde 22 mil casos já foram confirmados pelas autoridades locais, com uma morte tendo sido registrada até o momento, de uma mulher de 69 anos. A cidade do interior paulista vem batendo recordes desde o início do ano e, diante do alto número de doentes, deixou de realizar os exames de sorologia, passando a tratar imediatamente todos os pacientes com os principais sintomas da dengue – febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos. Já a capital já conta com quatro mortes, todas ocorridas em abril, e mais de 5 mil casos, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.
De janeiro até o início de maio, o número é quase o triplo do registrado no mesmo período de 2013, e atinge um patamar similar ao registrado em 2010, último ano com alto registro da doença na capital paulista. Os bairros do Jaguaré, da Lapa e do Rio Pequeno lideram os registros, com uma incidência considerada acima do normal, ou seja, quando são registrados mais de 100 casos por 100 mil habitantes. Na cidade como um todo, a taxa de incidência de 45,3 está na faixa considerada de baixa incidência, segundo normativa adotada pelo Ministério da Saúde.
SintomasA presença de dois sinais, combinada com febre alta, é indicação para procurar o serviço médico, principalmente, quem está chegando de viagem de região contaminada. Os sintomas da Dengue Clássica como é chamada, acrescida de dor abdominal contínua, suor intenso e queda de pressão caracterizam a Dengue Hemorrágica.- Febre alta (acima de 38°C)
- Fraqueza e prostração ou fraqueza
- Dor no corpo e nas juntas
- Dor de cabeça
Já os números do governo federal são divergentes. O Ministério da Saúde informou na segunda quinzena de abril que as cidades com maior número de casos eram Goiânia (GO), 7.878; São Paulo (SP), 7.550; Campinas (SP), 6.611; Luziânia (GO), 5.504; Belo Horizonte (MG), 4.849; Maringá (PR), 4.838; Brasília (DF), 4.532; Aparecida de Goiânia (GO), 3.454; Americana (SP), 3.430 e Taubaté (SP), 2.821. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ainda enfatizou o trabalho que está sendo realizado em conjunto com Estados e municípios, que receberam R$ 363,4 milhões em repasses para o combate à doença.
Ônus da epidemia é dividido entre governos e população
O mosquito Aedes aegypti demanda locais com acúmulo de água para se desenvolver, o que torna abrangente os espaços nos quais a fêmea do inseto pode depositar os ovos, que darão origem às larvas e aos mosquitos adultos. Para se alastrar, porém, o vírus da dengue precisa que existam pessoas com a doença em uma determinada área, para que elas, ao serem picadas pelo mosquito, façam dele um portador do vírus que será levado a outras pessoas.
A facilidade de reprodução do mosquito é o que faz quase 50% da população mundial – estimada em 2,5 bilhões de pessoas – viverem sob o risco de adquirir a doença, conforme informe divulgado no mês passado pela OMS. “Nós, como planeta, estamos de certa forma mais vulneráveis do que nunca. Isso significa que, como planeta, temos que colaborar mais efetivamente para descobrir novas doenças, surtos e ameaças quando elas surgirem prontamente, e responder a elas efetivamente”, completou o diretor do Centro de Controle de Doenças e Prevenção, Tom Frieden.
Entretanto, engana-se quem pensa que o trabalho de prevenção e combate ao mosquito e à dengue se restringe aos governantes. Segundo Jarbas Barbosa, é importante que a população continue verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. A sociedade civil também deve cobrar o mesmo cuidado nos municípios, responsáveis pelos ambientes públicos e por serviços básicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.
Atualmente, as medidas de controle adotadas para o combate à dengue vão de encontro justamente ao que poderia evitar a doença – e os posteriores gastos públicos –, com aumento de agentes de saúde e nebulizações nas áreas mais críticas das cidades do País com maior número de casos. É aqui que entra o velho ditado popular que põe o Brasil como um eterno “enxugador de gelo”, correndo atrás do prejuízo apenas depois do problema estar posto, ao invés de uma política consistente e constante de prevenção.
Como prevenir- Pratos de vasos de plantas devem ser preenchidos com areia;
- Tampinhas, latinhas e embalagens plásticas devem ser jogadas no lixo e as recicláveis guardadas fora da chuva;
- Latas, baldes, potes e outros frascos devem ser guardados com a boca para baixo;
- Caixas d’água devem ser mantidas fechadas com tampas íntegras sem rachaduras ou cobertas com tela tipo mosquiteiro;
- Piscinas devem ser tratadas com cloro ou cobertas;
- Pneus devem ser furados ou guardados em locais cobertos;
- Lonas, aquários, bacias, brinquedos devem ficar longe da chuva;
- Entulhos ou sobras de obras devem ser cobertos, destinados ao lixo;
- Cuidados especiais para as plantas que acumulam água, como bromélias e espadas de São Jorge; ponha água só na terra.
“Tem que haver ação na ponta. A articulação entre os entes federal, estaduais e municipais é muito importante”, analisou a pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Tânia Araújo Jorge. “Todos possuem um papel [no combate à dengue]”, complementou a diretora da Organização Pan-americana da NOS, Carissa Etienne.
Copa do Mundo e vacina em teste no Brasil
A vinda de 3,7 milhões de turistas – segundo dados do Ministério do Turismo – para a Copa do Mundo, que começa em junho em 12 cidades do Brasil, coloca a dengue como um problema também para outros países. Uma vez picada por um mosquito infectado, o estrangeiro pode, eventualmente, levar e desenvolver os sintomas apenas no seu país de origem. A existência de um segundo vetor na Ásia, na América do Norte e na Europa – o mosquito Aedes albopictus – fez com que especialistas respeitados no exterior já tenham se posicionado sobre o tema.
“A febre da dengue pode ser um problema significativo em algumas cidades da Copa, e medidas preventivas são necessárias. A Fifa, as autoridades do Brasil e os patrocinadores do Mundial devem usar a sua influência para comunicar o risco”, disse o professor de epidemiologia da universidade inglesa de Oxford, Simon Hay, em declarações reproduzidas pelo jornal The Telegraph. Ao jornal The Independent, Hay disse acreditar que é preciso que o Brasil informe aos estrangeiros o que eles vão encontrar – incluindo a dengue.
Em meio às críticas, as autoridades brasileiras esperam, a médio e longo prazo, dar uma resposta definitiva à dengue em todo o mundo. A razão é a autorização dada ao Instituto Butantan, em São Paulo, para teste em seres humanos de uma vacina contra a doença. O Ministério da Saúde está investindo R$ 200 milhões na pesquisa, que deve durar pelo menos até 2018.
Até lá e sem uma vacina garantida, o combate a dengue segue demandando uma única medida: a prevenção.
Outros detalhes da dengue- A dengue é transmitida pela picada de um mosquito infectado por um dos quatro tipos de vírus da doença. É uma moléstia cujos sintomas aparecem de três a 14 dias após a picada do mosquito. Ela não é transmitida diretamente de uma pessoa para a outra. Como não há vacina para a dengue, pessoas com a doença devem descansar, beber muito líquido e reduzir o uso de analgésicos – que podem mascarar os sintomas –, além de procurar um médico. O diagnóstico precoce da dengue diminui a chance de morte para nível abaixo de 1%, de acordo com a OMS.- A doença tem maior incidência na América do Sul e na Ásia, em regiões com climas tropicais e subtropicais, mais precisamente em áreas urbanas e semiurbanas. Ao contrário de outros mosquitos, o Aedes aegypti costuma se alimentar durante o dia, com picos ocorrendo no início da manhã e no fim da tarde, sendo que a fêmea pica várias pessoas durante cada período de alimentação.
Por Rádio Azul Celeste | - Atualizada em às 21:05
O número de casos confirmados de dengue chega a 6.106 em Americana (SP), segundo a Secretaria de Saúde da cidade. Com esse balanço, a epidemia deste ano passa a ser 633% maior que a anterior, registrada em 2011. Naquele ano, foram confirmados 833 ocorrências da doença.
O levantamento, divulgado na sexta-feira (16), confirmou mais 707 casos de dengue em relação ao balanço anterior, que contabilizava 5.399 no dia 12 de maio. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, outros 372 casos suspeitos da doença aguardam confirmação. Em março deste ano, uma morte em decorrência da doença foi confirmada.
![]() |
| Foto: Divulgaçao |
O número de casos confirmados de dengue chega a 6.106 em Americana (SP), segundo a Secretaria de Saúde da cidade. Com esse balanço, a epidemia deste ano passa a ser 633% maior que a anterior, registrada em 2011. Naquele ano, foram confirmados 833 ocorrências da doença.
O levantamento, divulgado na sexta-feira (16), confirmou mais 707 casos de dengue em relação ao balanço anterior, que contabilizava 5.399 no dia 12 de maio. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, outros 372 casos suspeitos da doença aguardam confirmação. Em março deste ano, uma morte em decorrência da doença foi confirmada.
Por Aliny Mary Dias | 17/05/2014 12:54 - Atualizada às
Apesar de Campo Grande não enfrentar uma epidemia de dengue como o registrado no ano passado, as notificações pela doença triplicaram na semana passada em relação a semana anterior. O aumento dos casos, no entanto, não lotam os postos de saúde de Campo Grande.
![]() |
| Movimento é fraco em postos da cidade como no Tiradentes (Foto: Marcelo Victor) |
Apesar de Campo Grande não enfrentar uma epidemia de dengue como o registrado no ano passado, as notificações pela doença triplicaram na semana passada em relação a semana anterior. O aumento dos casos, no entanto, não lotam os postos de saúde de Campo Grande.
Segundo boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) referente aos casos notificados na semana passada, Campo Grande teve 210 novos casos da doença, o que equivale a uma média de 30 novos casos por dia.
No levantamento anterior, os novos casos somaram 78, número equivalente a 11 casos por dia. Ou seja, na última semana a Capital teve quase o triplo de casos. A taxa de incidência que era de 279,8 passou para 305 na semana passada.
Mesmo com o aumento bastante expressivo, nos postos de saúde, conforme relato de funcionários, a situação é considerada tranquila. No CRS (Centro Regional de Saúde) Gunter Hans, situado no bairro Nova Bahia, apenas um caso foi notificado neste sábado (17). Nos últimos dias, a procura por parte dos usuários têm sido baixa.
Outra unidade com movimentação tranquila hoje é a do bairro Tiradentes. De acordo com a chefia de enfermagem, nenhum caso da doença foi notificado hoje. Um dos motivos que influencia no movimento dos postos, conforme funcionários, é a temperatura amena. Muita gente evita ir aos locais quando a temperatura cai.
Números – Do início do ano até agora, Campo Grande registrou 2.539 mil notificações da doença. Em todos os casos, os pacientes com os sintomas têm exames que comprovam a doença solicitados. No ranking de incidência da dengue, a Capital ocupa o 10º lugar.
A cidade com maior incidência da doença é Bodoquena, que já notificou 232 casos durante o ano e tem população de 7,9 mil pessoas. Os municípios com nenhum registro da doença em 2014 são Angélica, Bataiporã, Inocência, Japorã, Juti e Nova Andradina.
Por Repórter Ademir Gregório | 14:00 - Atualizada às
O Secretário de saúde Gleidson Martins concedeu entrevista ao "Programa Noticias da Cidade", Fm Cidade 106,3, e falou sobre as ações que estão sendo realizadas em Ipu, no combate a dengue.
| Foto: Reprodução |
O Secretário de saúde Gleidson Martins concedeu entrevista ao "Programa Noticias da Cidade", Fm Cidade 106,3, e falou sobre as ações que estão sendo realizadas em Ipu, no combate a dengue.
Os Agentes de Endemias estão trabalhando para diminuir os focos do mosquito. O carro fumacê está atuando na cidade de Ipu, semana passada esteve na cidade, e voltará novamente a Ipu.
As Agentes de Saúde irão trabalhar com uma ficha domiciliar semelhante as que os Agentes de Endemias usam quando fazem as visitas nas casas. Sendo encontrado casos de focos do mosquito, as pessoas serão encaminhadas ao atendimento de saúde, com prioridade no atendimento.
O Secretário também propôs que os vereadores, durante as sessões na Câmara Municipal, debatam uma forma de solucionar o problema das caixas d'água descobertas em Ipu. Segundo o secretário existem vários casos suspeitos de dengue e pede a população que realize o exame de sorologia para confirmar se é mesmo dengue.
Gleidson Martins parabenizou os enfermeiros da cidade pelo dia do Enfermeiro que é comemorado no dia 12 de maio.
As Agentes de Saúde irão trabalhar com uma ficha domiciliar semelhante as que os Agentes de Endemias usam quando fazem as visitas nas casas. Sendo encontrado casos de focos do mosquito, as pessoas serão encaminhadas ao atendimento de saúde, com prioridade no atendimento.
O Secretário também propôs que os vereadores, durante as sessões na Câmara Municipal, debatam uma forma de solucionar o problema das caixas d'água descobertas em Ipu. Segundo o secretário existem vários casos suspeitos de dengue e pede a população que realize o exame de sorologia para confirmar se é mesmo dengue.
Gleidson Martins parabenizou os enfermeiros da cidade pelo dia do Enfermeiro que é comemorado no dia 12 de maio.
Por ND ONLINE-GRUPO RIC MAIS | - Atualizada às
![]() |
| Vigilância em saúde encontrou novos focos nos bairros Floresta e Vila Nova |
Número já é superior ao total de criadouros do aedes aegypti encontrados na cidade em 2013
Enquanto em 2013, foram registrados 95 focos do mosquito transmissor da dengue, o aedes aegypti, este ano, até o dia 13 de maio, já são 119 focos encontrados pela Vigilância Ambiental, da Secretaria da Saúde, em Joinville. A situação se agravou em todo o país. Desse modo, mesmo com este número elevado, o município está em 5º lugar em número de focos em Santa Catarina, enquanto ocupava o 3º lugar, no ano passado. Até agora, também foram confirmados quatro casos da doença, de pessoas contaminadas em outros estados, são classificados como casos importados.
A maioria dos focos encontrados pela Vigilância Ambiental está nos bairros Floresta e no Vila Nova, onde foi realizada ação em ferro velho com veículo vindos de São Paulo apresentando focos do mosquito da dengue. O proprietário foi multado. Como o mosquito se reproduz em água parada limpa, a carcaça dos carros é um ambiente propício à sua reprodução.
A Secretaria da Saúde continua instalando armadilhas para identificar focos e orientando os moradores. Novamente, a coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Thaisa Kulevicz, reforça a importância dos moradores fazerem a sua parte para evitar a proliferação do mosquito da dengue.
Como colaborar para evitar a proliferação do mosquito da dengue:
- Não deixe recipientes que acumulam água ao ar livre;
- Limpe o recipiente antes de guardar, inclusive vasos de plantas. Os ovos do mosquito podem permanecer em ambiente seco durante um ano e quatro meses. O ovo pode eclodir ao entrar em contato com a água mesmo depois de todo esse tempo;
- Não deixe pneus expostos à chuva;
- Não deixe garrafas expostas à chuva;
- Pratos de vasos de plantas devem ter areia para não acumular água;
- Limpe as calhas;
- Lave plantas que acumulam água uma vez por semana;
- Limpe recipientes da água dos animais uma vez por semana;
- Tampe caixas d´água;
- Cubra o lixo e materiais recicláveis.
Assinar:
Postagens (Atom)
Sejam bem-vindos! Hoje é
Popular Posts
-
Conheça as diferenças: Muriçoca tira o sono e o mosquito da dengue pode matarPor Assessoria de Comunicação da Sesa Selma Oliveira / Marcus Sá ( selma.oliveira@saude.ce.gov.br / 85 3101.5220 / 3101.5221 / 8733.82...
-
Postos de saúde em Fortaleza ficam lotados com a vacinação contra o sarampoFoto: Tereza Tavares/TV Verdes Mares) Com o surto de sarampo no Ceará, onde a capital é onde se concentra o maior número de casos da do...
-
Ceará já tem mais de 4 mil casos de dengue em 2014Por G1/CE | 07 /06/2014 às 10:14 - Atualizada em 08 /06/2014 às 12:55 Até sexta-feira (6), Secretaria da Saúde confirmou 4....
-
NOTA Á IMPRENSA SOBRE GASTOS FEDERAIS COM EDUCAÇÃO E SAÚDE EM CIDADES DA COPA DO MUNDOEm relação às notícias divulgadas nesta quinta-feira (9/1) sobre o estudo da organização Agência Pública, que comparou os recursos federai...
-
Dengue: uma ameaça cada vez mais preocupanteSurtos da dengue ocorrem antes do início da estação das chuvas. (Foto: Arquivo/Dom Total) Por María Victoria Ojea Um zumbido é o prime...
-
Estudo alerta que dieta rica em proteína pode encurtar a vidaProteína animal pode elevar risco de morte em pessoas com menos de 65 anos (Thinkstock) Segundo pesquisa, pessoas abaixo de 65 anos qu...
-
Ministro da saúde Arthur Chioro fixa incentivo para os agentes comunitários de saúde, em R$ 1.014,00MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 314, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DO...
-
O PRONATEC IRÁ OFERECER CURSO TÉCNICO DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE EM 2014.Pronatec: Curso Técnico de Agente Comunitário de Saúde 2014 O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, conhecido popular...
-
A Fundação Demócrito Rocha, juntamente com a universidade aberta do nordeste está disponibilizando curso de extensão universitária em Promoção da Equidade no SUSExtraído do site da Fundação Demócrito Rocha e editado pelo Blog Endemias de Icapuí | Atualizada em 03 /06/2014 às 17 :13 A Fund...
-
Identificada alteração genética na recuperação de fraturasPessoas que sofrerem fraturas e têm dificuldades para se recuperar poderão ser beneficiadas com cirurgias menos invasivas. Esta é a conc...
Visualizações
Arquivo do Blog
Seguidores
Endemias de Icapuí de www.endemiasdeicapui.com está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
CR Frutas
Revendedora Natura
















