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/ / Unlabelled / Índice de risco de dengue em Manaus é médio, com 3,3, diz Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA)

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Por Redação / ralves@band.com.br | 20 às 17:02 - Atualizada em 20 às 22:14
Reprodução/internet

Capital do Amazonas tem risco médio de dengue, mas 26 bairros estão em situação de alerta ou tem alto risco

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA) terminou o segundo Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). O resultado mostra que Manaus está com médio risco para dengue, com índice de 3,3.

Segundo a secretaria, os casos de dengue nos primeiros quatro meses caíram 81%, em comparação com o mesmo período de 2013. De janeiro a abril de 2014, foram notificados em Manaus 2.276 casos suspeitos de dengue.

O secretário municipal de saúde, Homero de Miranda Leão, destaca a importância do levantamento.

“Com esse levantamento, conseguimos verificar quais locais da cidade apresentam maior índice de infestação e, a partir desses dados, elaboramos as ações de prevenção que já estão sendo adotadas no combate à dengue para os próximos meses, definindo as áreas prioritárias, de acordo com a realidade de cada zona geográfica em Manaus”.

Os bairros com situação de alerta são: Tarumã, São Jorge, Glória, Santo Antônio, São Raimundo, Flores, Adrianópolis, Nossa Senhora Aparecida, Centro, São Francisco, Crespo e Raiz.

Os bairros com médio risco: são Mauazinho, Colônia Antonio Aleixo, Puraquequara, Armando Mendes, Cidade de Deus, Colônia Terra Nova, Monte das Oliveiras, Lago Azul, Ponta Negra, Santo Agostinho, Lírio do Vale, Bairro da Paz, Alvorada, Dom Pedro, Nova Esperança, Compensa, Vila da Prata, Santo Antônio, Chapada, São Geraldo, Presidente Vargas, Parque Dez, Aleixo, Praça 14, Cachoeirinha, Petrópolis, Japiim, Distrito Industrial 1, Betânia, São Lázaro, Morro da Liberdade, Educandos, Santa Luzia, Colônia Oliveira Machado e Vila Buriti.

Os bairros de alto risco são: Coroado, São José, Zumbi, Gilberto Mestrinho, Tancredo Neves, Jorge Teixeira, Novo Aleixo, Cidade Nova, Manoa, Colônia Santo Antônio, Novo Israel, Nova Cidade, Santa Etelvina e Redenção.

Segundo a diretora de vigilância ambiental, Angélica Tavares, com o levantamento do LIRAa nas mãos, a SEMSA irá priorizar as ações de combate à dengue e direcionar o trabalho dos agentes de endemias nas áreas mais críticas de infestação.

“Porém, o mais importante é a população fazer a sua parte, inspecionando o ambiente do seu domicílio rotineiramente, a fim de quebrar o ciclo do mosquito, ou seja, a cada sete dias no máximo, como preconiza a Campanha Dez Minutos contra a Dengue, onde os moradores têm que fazer um chek list em sua casa, verificando se há criadouro”.
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