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/ / Unlabelled / O estado da Bahia produz mosquitos geneticamente modificados para combater a dengue

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Por Veja   | 27às 15:03 - Atualizada em 27 às 22:41



Para que os mosquitos geneticamente modificados se desenvolvam, eles recebem em laboratório o antibiótico tetraciclina, que funciona como uma espécie de antídoto ao gene mortal que carregam

O nome é esquisito: Biofábrica Moscamed. O que a instituição faz é ainda mais estranho: a cada semana, produz em laboratório e libera na natureza um milhão de mosquitos OX513A, uma variedade de Aedes aegypti geneticamente modificada. A função desses insetos – todos machos – é copular com as fêmeas que estão na natureza de forma a transferir para os filhotes o gene mortal que contêm, e que impede que eles cheguem à fase adulta.

Para que os mosquitos geneticamente modificados se desenvolvam, eles recebem em laboratório o antibiótico tetraciclina, que funciona como uma espécie de antídoto ao gene mortal que carregam. Quando atingem a fase adulta, são soltos em número até cem vezes superior ao da população selvagem. “A proporção é maior para aumentar a chance de cópula, que ocorre uma única vez. Como as novas pupas e larvas, portadoras do gene mortal, não encontram tetraciclina, não chegam à fase adulta”, explica a bióloga Michelle Cristine Pedrosa.
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